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SETRANSP É CONTRA SUBSTITUIÇÃO POR MICROÔNIBUS

Do www.gleisi13.can.br

A substituição dos ônibus de tamanho convencional pelos microônibus feita pela Prefeitura de Curitiba contraria até mesmo o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Curitiba e região (Setransp). Segundo o diretor executivo da entidade, Ayrton do Amaral Filho, deve haver equilíbrio entre a oferta e a demanda de passageiros para que o serviço prestado aos passageiros seja sempre melhor.

“Não somos partidários da opção de substituir ônibus convencionais de grande capacidade por veículos de menor porte. Entendemos a eficácia desta alternativa apenas em linhas em que a demanda de passageiros é muito baixa e, como conseqüência, o intervalo de passagem dos ônibus ficaria demasiadamente grande se mantidos os ônibus convencionais.”, é a opinião do Sindicato divulgada em carta no jornal Gazeta do Povo. Confira a íntegra da reportagem clicando no

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Setransp é contra substituição por microônibus

Setransp é contra substituição por microônibus

Para sindicato, alternativa só seria viável em linhas que demanda é baixa

A substituição dos ônibus de tamanho convencional pelos microônibus feita pela Prefeitura de Curitiba contraria até mesmo o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Curitiba e região (Setransp). Segundo o diretor executivo da entidade, Ayrton do Amaral Filho, deve haver equilíbrio entre a oferta e a demanda de passageiros para que o serviço prestado aos passageiros seja sempre melhor.

“Não somos partidários da opção de substituir ônibus convencionais de grande capacidade por veículos de menor porte. Entendemos a eficácia desta alternativa apenas em linhas em que a demanda de passageiros é muito baixa e, como conseqüência, o intervalo de passagem dos ônibus ficaria demasiadamente grande se mantidos os ônibus convencionais.”, é a opinião do Sindicato divulgada em carta no jornal Gazeta do Povo.

Na carta enviada, o sindicato esclarece que as empresas recebem menos da Prefeitura quando utilizam os microônibus. Entretanto, dados da própria Urbs esclarecem que o poder público paga em média 30% menos para os microônibus. “Como a capacidade dos micros é praticamente a metade de um ônibus de tamanho convencional a empresa seria obrigada a colocar então dois micros para atender a linha. Isso faz com que, no fim das contas, a Prefeitura acabe pagando mais para as empresas do que estava pagando com os ônibus de tamanho convencional”, disse a candidata à Prefeitura de Curitiba Gleisi Hoffmann, da coligação Curitiba Para Todos (PT – PSC – PRB – PHS – PMN – PTC).

Dados da Urbs já comprovam que o número de microônibus no transporte coletivo de Curitiba já é o dobro do que o de veículos de tamanho convencional. Os 280 micros também já são responsáveis por 89 linhas, enquanto aos 115 convencionais restaram apenas dezenove trajetos. Os dados são do site da Urbs e confirmam as denúncias feitas por motoristas, cobradores e usuários do transporte público em Curitiba. De acordo com as informações oficiais, alguns micros possuem capacidade para quarenta passageiros, enquanto outros para setenta. Mas são os convencionais que podem levar pelo menos oitenta pessoas de uma só vez.

“Vamos inverter esta política e privilegiar o conforto nos ônibus para que possamos atrair cada vez mais passageiros. Assim incentivaremos que troquem seus carros pelos ônibus melhorando cada vez mais o trânsito da cidade”, disse a candidata à Prefeitura de Curitiba Gleisi Hoffmann, da coligação Curitiba Para Todos.

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