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SEIS ANOS DE LEITE DAS CRIANÇAS NO PARANÁ

SEIS ANOS DE LEITE DAS CRIANÇAS NO PARANÁ

Luiz Cláudio Romanelli

O Ministério da Saúde atesta que o Paraná foi o Estado que apresentou nos últimos anos a maior queda no índice de mortalidade infantil. O número de óbitos caiu de 16,72 para cada 100 mil nascidos vivos, em 2002, para 13,71 em 2006, o menor patamar de nossa história. O índice de crianças com baixo peso caiu de 8,2% para 4,9%, enquanto o risco nutricional das crianças entre 6 e 35 meses diminuiu de 10,4% para 8,8%.

É evidente que o leite distribuído às nossas crianças tem uma relação direta com essa clara melhora das condições de saúde infantil. O leite é sabidamente um excelente alimento e a melhor fonte de cálcio, sendo que, enriquecido como é, ainda combate a anemia e aumenta a resistência das crianças.

Outra virtude do programa é que, numa ação combinada das secretarias estaduais da Agricultura, Educação, Saúde, Planejamento e Trabalho, ele inclui o monitoramento das famílias beneficiadas, quase sempre carentes, para o diagnóstico de problemas como analfabetismo e más condições sanitárias e de higiene.

É, portanto, um programa social na mais completa acepção do termo. Nos 2.555 pontos de entrega do leite, nas 399 cidades do Paraná (mais de 1.660 escolas estaduais, além de igrejas, escolas municipais e associações comunitárias), trabalham mais de cinco mil voluntários, que levam o alimento até lugares de difícil acesso, como ilhas, aldeias indígenas e comunidades quilombolas.

Como não poderia deixar de ser, os 258 milhões de litros de leite já distribuídos tiveram como conseqüência a ampliação e fortalecimento da cadeia leiteira paranaense, principalmente os pequenos produtores da agricultura familiar.

São quase 14 mil produtores de leite envolvidos, e o incremento dessa atividade econômica gerou impactos no conjunto da cadeia produtiva. Na região Norte, por exemplo, os laticínios da região fizeram aumentar a contratação de motoristas e ajudantes de carga e descarga, além do comércio de caminhões. A atividade também foi determinante para a implantação do curso de medicina veterinária na unidade da Universidade Federal Fronteira Sul em Realeza, no Sudoeste paranaense. Processos semelhantes estão em curso em todas as regiões.

Um programa desse porte e de benefícios comprovados deve ser mantido, independente do governo que tivermos a partir de 2011, e também ampliado. O atual governo já está fazendo sua parte. O vice-governador, Orlando Pessuti, anunciou na última semana o programa Leite do Paraná, com o objetivo de levar o leite produzido pelos pequenos produtores rurais às escolas e hospitais. Além do que isso pode representar em termos de benefícios alimentares e de saúde para a população, haverá igualmente conseqüências positivas para o conjunto da economia.

O Leite das Crianças é uma marca, aliás uma das muitas que o governador Roberto Requião deixa para seu sucessor, seja ele quem for. Esperamos que haja bom senso para dar continuidade a essa experiência exitosa.

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SEIS ANOS DE LEITE DAS CRIANÇAS NO PARANÁ

"O Ministério da Saúde atesta que o Paraná foi o Estado que apresentou nos últimos anos a maior queda no índice de mortalidade infantil. O número de óbitos caiu de 16,72 para cada 100 mil nascidos vivos, em 2002, para 13,71 em 2006, o menor patamar de nossa história. O índice de crianças com baixo peso caiu de 8,2% para 4,9%, enquanto o risco nutricional das crianças entre 6 e 35 meses diminuiu de 10,4% para 8,8%. " Trecho do artigo do Deputado Romanelli, veja na íntegra aqui.

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