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RIO IGUAÇU, ARTÉRIA QUE IRRIGA O PARANÁ

Bacia é responsável pela geração de energia para o Paraná e outros estados por intermédio de cinco usinas

Por Vandré Dubiela, no www.oparana.com.br:

De uma pequena nascente localizada em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, distante 30 quilômetros da capital, surge o maior rio do Paraná: o Iguaçu. Ele nasce da junção dos rios Atuba e Iraí. O encontro é chamado de marco zero.

Quem se depara com a nascente do rio não consegue mensurar toda sua onipotência no cenário ecológico estadual, caracterizado principalmente pela formação das Cataratas do Iguaçu, um dos atrativos turísticos naturais brasileiros mais visitados em todo o mundo.

No rio Iguaçu também há um conjunto de usinas hidrelétricas geradoras de energia para o Estado e parte do Brasil, gerenciadas pela Copel. São elas: Usina Governador Bento Munhoz da Rocha Neto (Pinhão); Usina Governador Ney Braga (Mangueirinha); Usina de Salto Caxias (Capitão Leônidas Marques) e Salto Santiago (Saudades do Iguaçu) e Salto Osório (Quedas do Iguaçu).

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Rio Iguaçu, artéria que irriga o Paraná

Bacia é responsável pela geração de energia para o Paraná e outros estados por intermédio de cinco usinas

Por Vandré Dubiela, no www.oparana.com.br:

De uma pequena nascente localizada em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, distante 30 quilômetros da capital, surge o maior rio do Paraná: o Iguaçu. Ele nasce da junção dos rios Atuba e Iraí. O encontro é chamado de marco zero.

Quem se depara com a nascente do rio não consegue mensurar toda sua onipotência no cenário ecológico estadual, caracterizado principalmente pela formação das Cataratas do Iguaçu, um dos atrativos turísticos naturais brasileiros mais visitados em todo o mundo.

No rio Iguaçu também há um conjunto de usinas hidrelétricas geradoras de energia para o Estado e parte do Brasil, gerenciadas pela Copel. São elas: Usina Governador Bento Munhoz da Rocha Neto (Pinhão); Usina Governador Ney Braga (Mangueirinha); Usina de Salto Caxias (Capitão Leônidas Marques) e Salto Santiago (Saudades do Iguaçu) e Salto Osório (Quedas do Iguaçu).

A bacia do rio Iguaçu abrange os estados do Paraná e Santa Catarina, além das províncias de Missiones, na Argentina. Em todo o Paraná, cobre uma superfície de 57.329 km². Em Santa Catarina, cobre uma superfície de 13.470 km².

Diante dos números, a bacia do rio Iguaçu perfaz um total de 70.800 km². No território argentino, são 1.837 km². Considerando as duas áreas, a bacia do Iguaçu cobre 72.637,5 km². A vazão média anual do rio Iguaçu, no município de Foz do Iguaçu, na área das Cataratas do Iguaçu é de 1.413,50 m³/s, porém, apresenta no mês de maior caudal, em outubro, um volume d’água em torno de 2.506 m³/s e no mês de menor caudal, em abril, o volume d’água fica entorno de 1.326 m³/s.

Nas maiores cheias que foram registradas, em julho de 1983, ele apresentou uma vazão de 35.600m3/s, e maio de 1995, com 27.544 m³/s. A vazão de estiagem mais crítica foi registrada em 1978, com 89,92 m³/s d’água.

O curso a partir das nascentes, na borda ocidental da Serra do Mar, até a garganta de superimposição na Serra Geral, apresenta um vale raso e amplo onde o seu curso é sinuoso e até meândrico, onde são extraídas areias usadas para a construção civil.

Em alguns pontos, o rio Iguaçu apresenta nível elevado de contaminação, resultado de esgoto e lixo jogados da maneira indiscriminada pela população. Ao sair de Curitiba, o rio volta a se regenerar e a apresentar vida, já em Porto Amazonas, nota-se a presença de peixes, bem como em municípios do médio curso do Rio Iguaçu passam a fazer a captação de água para a distribuição e para o uso doméstico.