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ESTUDANTES DAS CLASSES C E D NAS UNIVERSIDADES DO PARANÁ

"A ampliação do acesso de estudantes dessas duas classes às universidades está ligada às ações do governo federal, notadamente, à expansão das universidades, à criação de programas como Fies, UAB, Prouni e Reuni e, principalmente, ao aumento dos investimentos em educação.

E o Paraná tem uma série de exemplos dessas boas políticas. Pelo Prouni, 65.224 paranaenses de famílias pobres podem freqüentar um curso universitário através de bolsas de estudos. No país, esse número chega a 748 mil estudantes." Trecho do artigo do deputado federal eleito Zeca Dirceu (PT).

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Estudantes das classes C e D nas universidades do Paraná

Estudantes das classes C e D nas universidades do Paraná

Uma boa notícia nesta semana, divulgada pela imprensa nacional, mostra os bons frutos colhidos pelo governo Lula no ensino superior. O instituto Datapopular aponta que nos últimos sete anos, 887,4 mil estudantes da classe D ingressaram nas universidades brasileiras.

Somados aos estudantes da classe C, eles já representam 72,4% dos universitários brasileiros. Em 2002, eram 45,3%.

A ampliação do acesso de estudantes dessas duas classes às universidades está ligada às ações do governo federal, notadamente, à expansão das universidades, à criação de programas como Fies, UAB, Prouni e Reuni e, principalmente, ao aumento dos investimentos em educação.

E o Paraná tem uma série de exemplos dessas boas políticas. Pelo Prouni, 65.224 paranaenses de famílias pobres podem freqüentar um curso universitário através de bolsas de estudos. No país, esse número chega a 748 mil estudantes.

No Paraná, o governo federal construiu oito novos campi de universidades federais nas cidades de Apucarana, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Laranjeiras do Sul, Londrina, Matinhos, Realeza e Toledo. São duas novas universidades: a UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) e a Unila (Universidade Federal da Integração Latino Americana).

Vale lembrar que o governo Lula construiu e implantou 14 novas universidades e 126 extensões – no governo FHC (1195-2002) foi criada apenas uma: a de Palmas (TO). O país mais que dobrou o número de vagas de ingresso nas universidades federais, que passaram de 113 mil, em 2003, para 234 mil, em 2010.

O Paraná tem mais exemplos: uma boa opção ao ensino superior, o ensino técnico profissional, tem 10 novos campi em funcionamento nas cidades de Apucarana, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Jacarezinho, Londrina, Paranaguá, Paranavaí, Telêmaco Borba, Toledo e Umuarama.

Em Cruzeiro do Oeste, cidade em que fui prefeito por duas vezes, funciona um polo da UAB (Universidade Aberta do Brasil). São 939 estudantes matriculados em 20 cursos. Criada em 2006, a UAB integra 91 universidades públicas, oferece cursos por meio da educação à distância, e tem cerca de 600 polos com 200 mil estudantes.

Outro dado interessante: o Brasil vai atingir a marca de 1 milhão de matrículas no ensino superior federal em 2012 – ano de conclusão do Reuni (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais). A UFPR tem esse programa, que atende hoje 2.185 estudantes.

Já o Fies, com a redução dos juros e sem a exigência de fiador para alunos de baixa renda ou de cursos de licenciatura, também aumentou o número de financiamentos: foram 58 mil de janeiro a setembro de 2010, contra 32 mil firmados em 2009. A tendência é aumentar mais ainda para os próximos anos.

Todos esses programas e ações só foram possíveis com investimentos fortes na educação. O orçamento do Ministério da Educação representa essa determinação. Passou de R$ 19 bilhões, em 2003, para R$ 59 bilhões, em 2010. Serão R$ 70 bilhões em 2011.

O investimento público direto em educação alcançou 5% do PIB, o maior já registrado. O recomendado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico é de 6% do PIB. Nós vamos chegar lá.

Todos esses dados mostram que o Brasil e, claro, também o Paraná, vivem uma política séria de apoio à educação superior, mola propulsora da inclusão e de mudança, e que está no centro do projeto de desenvolvimento do Estado e do país.

O resultado de tudo isso é o aumento expressivo do número de jovens cursando ensino superior e, por conseqüência, uma mão de obra mais qualificada para dar subsídio ao crescimento do Brasil como um todo.

* Zeca Dirceu, 32 anos, é deputado federal eleito pelo PT do Paraná – www.zecadirceu.com.brwww.twitter.com/zeca_dirceu.

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Estudantes das classes C e D nas universidades do Paraná

Estudantes das classes C e D nas universidades do Paraná

Uma boa notícia nesta semana, divulgada pela imprensa nacional, mostra os bons frutos colhidos pelo governo Lula no ensino superior. O instituto Datapopular aponta que nos últimos sete anos, 887,4 mil estudantes da classe D ingressaram nas universidades brasileiras.

Somados aos estudantes da classe C, eles já representam 72,4% dos universitários brasileiros. Em 2002, eram 45,3%.

A ampliação do acesso de estudantes dessas duas classes às universidades está ligada às ações do governo federal, notadamente, à expansão das universidades, à criação de programas como Fies, UAB, Prouni e Reuni e, principalmente, ao aumento dos investimentos em educação.

E o Paraná tem uma série de exemplos dessas boas políticas. Pelo Prouni, 65.224 paranaenses de famílias pobres podem freqüentar um curso universitário através de bolsas de estudos. No país, esse número chega a 748 mil estudantes.

No Paraná, o governo federal construiu oito novos campi de universidades federais nas cidades de Apucarana, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Laranjeiras do Sul, Londrina, Matinhos, Realeza e Toledo. São duas novas universidades: a UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) e a Unila (Universidade Federal da Integração Latino Americana).

Vale lembrar que o governo Lula construiu e implantou 14 novas universidades e 126 extensões – no governo FHC (1195-2002) foi criada apenas uma: a de Palmas (TO). O país mais que dobrou o número de vagas de ingresso nas universidades federais, que passaram de 113 mil, em 2003, para 234 mil, em 2010.

O Paraná tem mais exemplos: uma boa opção ao ensino superior, o ensino técnico profissional, tem 10 novos campi em funcionamento nas cidades de Apucarana, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Jacarezinho, Londrina, Paranaguá, Paranavaí, Telêmaco Borba, Toledo e Umuarama.

Em Cruzeiro do Oeste, cidade em que fui prefeito por duas vezes, funciona um polo da UAB (Universidade Aberta do Brasil). São 939 estudantes matriculados em 20 cursos. Criada em 2006, a UAB integra 91 universidades públicas, oferece cursos por meio da educação à distância, e tem cerca de 600 polos com 200 mil estudantes.

Outro dado interessante: o Brasil vai atingir a marca de 1 milhão de matrículas no ensino superior federal em 2012 – ano de conclusão do Reuni (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais). A UFPR tem esse programa, que atende hoje 2.185 estudantes.

Já o Fies, com a redução dos juros e sem a exigência de fiador para alunos de baixa renda ou de cursos de licenciatura, também aumentou o número de financiamentos: foram 58 mil de janeiro a setembro de 2010, contra 32 mil firmados em 2009. A tendência é aumentar mais ainda para os próximos anos.

Todos esses programas e ações só foram possíveis com investimentos fortes na educação. O orçamento do Ministério da Educação representa essa determinação. Passou de R$ 19 bilhões, em 2003, para R$ 59 bilhões, em 2010. Serão R$ 70 bilhões em 2011.

O investimento público direto em educação alcançou 5% do PIB, o maior já registrado. O recomendado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico é de 6% do PIB. Nós vamos chegar lá.

Todos esses dados mostram que o Brasil e, claro, também o Paraná, vivem uma política séria de apoio à educação superior, mola propulsora da inclusão e de mudança, e que está no centro do projeto de desenvolvimento do Estado e do país.

O resultado de tudo isso é o aumento expressivo do número de jovens cursando ensino superior e, por conseqüência, uma mão de obra mais qualificada para dar subsídio ao crescimento do Brasil como um todo.

* Zeca Dirceu, 32 anos, é deputado federal eleito pelo PT do Paraná – www.zecadirceu.com.brwww.twitter.com/zeca_dirceu.

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