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Dobrandino pede apoio a Requião às lideranças do Senado

Em carta às lideranças do Senado Federal, o deputado estadual Dobrandino da Silva, presidente do PMDB do Paraná, destacou a importância da reeleição do governador Roberto Requião para mais quatro anos no comando do Governo do Paraná. A carta responde, segundo Dobrandino, os ataques que Requião vem recebendo do senador Osmar Dias (PDT), derrotado nas últimas eleições. “O PMDB venceu as eleições no Paraná contra uma ampla articulação de interesses poderosos, das velhas elites oligárquicas e reacionárias que sustentaram a ditadura militar e, mais recentemente, promoveram a epidemia neoliberal que quase destruiu o aparelho de Estado e sua capacidade de promover políticas públicas de inclusão social”, destaca o deputado. Leia a íntegra da carta em Reportagens.

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Dobrandino pede apoio a Requião às lideranças do Senado

Dobrandino pede apoio a Requião às lideranças do Senado
 
“O PMDB venceu as eleições no Paraná contra uma ampla articulação de interesses poderosos, das velhas elites oligárquicas e reacionárias que sustentaram a ditadura militar”
 

Em carta às lideranças do Senado Federal, o deputado estadual Dobrandino da Silva, presidente do PMDB do Paraná, destacou a importância da reeleição do governador Roberto Requião para mais quatro anos “no comando do Governo do Paraná", disse Dobrandino ao líder do PMDB no Senado Federal, Ney Suassuna.

A carta responde, segundo Dobrandino, os ataques que Requião vem recebendo do senador Osmar Dias (PDT), derrotado nas últimas eleições no Paraná. “O PMDB venceu as eleições no Paraná contra uma ampla articulação de interesses poderosos, das velhas elites oligárquicas e reacionárias que sustentaram a ditadura militar e, mais recentemente, promoveram a epidemia neoliberal que quase destruiu o aparelho de Estado e sua capacidade de promover políticas públicas de inclusão social”, destaca o deputado.

“O representante das elites anti-populares nestas eleições foi o senador Osmar Dias”, frisou. De acordo com Dobrandino, caso o resultado das eleições tivesse sido outro, ou seja, terminasse com a eleição de Osmar Dias, “retornariam ao comando do Estado os mesmos que entregaram a nossa companhia de água e saneamento – SANEPAR – à sanha do lucro fácil e sem peias de uma empresa internacional, cujos sócios estão sendo processados e foram presos na França”.

“Senador Suassuna, Vossa Excelência há de compreender que políticas como essas que o PMDB e o governador Requião implantaram no Paraná são inatacáveis”, aponta Dobrandino na correspondência. “Por isso mesmo, a política do governo de Requião e do PMDB não foi contestada por seus adversários durante as eleições. O senador Osmar Dias e as velhas oligarquias que suportavam sua candidatura fugiram do debate político como o diabo foge da Cruz”.

Confira abaixo a carta enviada por Dobrandino da Silva ao senador Ney Suassuna.

Excelentíssimo Senador Ney Suassuna
Liderança do PMDB – Senado Federal
Ala Senador Ruy Carneiro, gabinete 02
Tel.: (61) 3311-4345/4346
Fax: (61) 3311-1885
neysuassun@senador.gov.br

Prezado líder do PMDB

Recebemos com indignação ataques que da tribuna no Senado vêm sendo desferidos contra o governador Roberto Requião pelo candidato derrotado ao Governo do Paraná, senador Osmar Dias (PDT). Não são críticas à política do governo popular que o PMDB desenvolve no Paraná, mas ataques pessoais, carregados de perfídia, cinismo e violência contra os fatos.

O PMDB venceu as eleições no Paraná contra uma ampla articulação de interesses poderosos, das velhas elites oligárquicas e reacionárias que sustentaram a ditadura militar e, mais recentemente, promoveram a epidemia neoliberal que quase destruiu o aparelho de Estado e sua capacidade de promover políticas públicas de inclusão social. O representante das elites anti-populares nestas eleições foi o senador Osmar Dias.

O PMDB derrotou a arquitetura retrógrada em torno do senador Osmar Dias com chapa pura: a reeleição foi conquistada com o seu filiado mais ilustre, o governador Roberto Requião, e seu vice-governador, o companheiro Orlando Pessuti.

Tivesse sido vitorioso o senador Osmar Dias, retornariam ao comando do Estado os mesmos que entregaram a nossa companhia de água e saneamento – SANEPAR – à sanha do lucro fácil e sem peias de uma empresa internacional, cujos sócios estão sendo processados e foram presos na França.

Essa patifaria foi desfeita já em 2003 quando Requião, eleito pela segunda vez no comando do Estado, restituiu o controle público sobre a empresa e recolocou-a a serviço da sociedade, implantando uma tarifa social que atende atualmente 363 mil famílias (1,4 milhão de pessoas), sem prejuízo da eficiência que devem marcar a gestão pública.

A vitória do PMDB em 2003 e agora novamente impediu o retorno ao poder dos que tentaram vender a nossa companhia de energia elétrica – COPEL – orgulho do Paraná e patrimônio construído com o esforço de gerações ao controle privado. Um gigantesco movimento social de contestação garantiu a permanência da companhia nas mãos do Estado, mas não impediu que contratos lesivos e criminosos tornassem sua sobrevivência incerta. Tais contratos foram impugnados pelo governador Requião e a COPEL é hoje considerada, segundo o Global Financial (Nova York), a melhor companhia de energia das Américas e, segundo o Financial Times (Inglaterra), a terceira melhor do mundo. Embora oferecendo a energia mais barata do Brasil e uma tarifa social que beneficia um milhão de paranaenses (290 mil famílias), a COPEL vai apresentar em 2006 o maior lucro de sua história, com impressionantes R$ 1 bilhão.

A vitória do PMDB barrou o retorno ao poder dos que mantiveram os servidores públicos do Estado sem qualquer reajuste durante oito anos. O governador Requião termina o seu mandato atual tendo reajustado todos os servidores, com reajustes maiores na base, reordenado todas as carreiras e realizando concursos para a contratação de mais de 60 mil servidores.

A vitória do PMDB não permitiu o desastre da volta ao controle do Estado dos que quase destruíram a educação pública. O governador Requião fecha o seu mandato tendo contratado através de concurso público, 36 mil professores, implantado o melhor plano de cargos e salários para o magistério no Brasil, desenvolvido o melhor portal da educação pública na internet, integrando por fibra ótica as 2,1 mil escolas, reimplantado os jogos colegiais, jogos universitários, e jogos da juventude, além de implantados os projetos como Fera, ComCiência.

A vitória do PMDB assegura que não retornem ao governo os desmontaram a nossa companhia de informática – CELEPAR – e criaram uma gigantesca rede de corrupção através de contatos fajutos de informática para prestação de serviços fantasmas. O PMDB tem a honra de concluir este mandato do governador Requião tendo recuperado a empresa e colocando o Paraná como modelo nacional e internacional de inclusão digital na base de software livre.

A vitória do PMDB é a garantia de que o Paraná seguirá contando com um porto público, que os que se reuniram em torno da candidatura do senador Osmar Dias buscavam entregar aos operadores privados. Quando o governador Roberto Requião assumiu em 2003, o Porto de Paranaguá estava deficitário e hoje sua receita cambial passou dos US$ 9,5 bilhões, além de ter R$ 300 milhões em caixa para obras de ampliação e modernização. As reclamações de exportadores eram constantes chegavam à média de duas mil por ano – iam de transgenia não declarada até mistura de areia e uréia na soja – e hoje se reduziram próximo a zero. A luta do governador contra a contaminação da soja pura produzida no Paraná assegura ao Porto de Paranaguá a condição atual de referência de qualidade internacional e garante aos produtores, acesso a mercados importantes fechados à soja transgênica, como os da Suíça, França, Holanda, Alemanha, Polônia, Grécia e Áustria.

A vitória do PMDB sepulta a ilusão dos que doaram a predadores a FERROESTE, ferrovia construída pelo Exército através do esforço gigantesco do Estado no primeiro mandato do governador Roberto Requião, ao custo de US$ 363,6 milhões, sem um centavo de financiamento ou do Tesouro Nacional. Com o PMDB e Requião no governo, o Paraná segue na luta pela retomada pelo Estado de sua ferrovia, fundamental para o desenvolvimento do Estado.

A vitória do PMDB garante a luta contra o roubo do pedágio e assegura o direito dos cidadãos e das empresas de escolherem entre estradas pedagiadas e não pedagiadas, como se dá em países mais desenvolvidos. O governador Requião herdou dos que buscavam voltar cavalgando a candidatura do senador Osmar Dias contratos de concessão rodoviária lesivos ao interesse público e desde o primeiro dia de mandato lutou para livrar a economia paranaense do peso morto do pedágio imoral. Com sua vitória, a luta continua.

Senador Suassuna, Vossa Excelência há de compreender que políticas como essas que o PMDB e o governador Requião implantaram no Paraná são inatacáveis. Tais políticas asseguravam ao Governo, antes das eleições e durante o pleito, uma aprovação superior a 75%. Por isso mesmo, a política do governo de Requião e do PMDB não foi contestada por seus adversários durante as eleições. O senador Osmar Dias e as velhas oligarquias que suportavam sua candidatura fugiram do debate político como o diabo foge da Cruz. Como o diabo foge da Cruz o senador Osmar Dias fugiu dos 75% de aprovação do governo.

A estratégia de campanha do senador não foi a do debate democrático de idéias e a da contraposição de propostas e programas. Não. Foi a do conhecido método nazista da repetição da mentira para buscar convertê-la em verdade. Foi a da desconstrução de uma biografia: com o determinado e decisivo suporte da grande mídia, a campanha do senador Osmar Dias buscou demonizar o grande brasileiro Roberto Requião. Homem reconhecidamente humano e sensível, que pode ir às lágrimas diante de uma situação de injustiça e em seguida converter sua emoção em ação administrativa, Requião foi transformado pela propaganda eleitoral do senador Osmar Dias, comandada por marqueteiros do ex-governador Jaime Lerner, em um bruto, inimigo das mulheres e das famílias.

Senador Suassuna, os ataques que o senador Osmar Dias perpetra contra o governador Requião da Tribuna do Senado não são, portanto, mero chororó de derrotado, mas a tentativa de nacionalizar, via TV Senado, a perfídia que marcou a campanha eleitoral paranaense. O governador Roberto Requião é uma das reservas morais do país e uma das esperanças do PMDB para uma participação mais decisiva nos destinos da Nação. Os ataques mentirosos e pérfidos que sofre na tribuna do Senado – ele que tanto honrou esta Casa durante o seu mandato – visam impedir que o país possa contar com uma alternativa de poder que aprofunde as mudanças necessárias à melhoria da vida do nosso povo. Logo, quando o senador Osmar Dias ataca violentamente o governador Requião, não faz política local, paranaense, mas política nacional contra o PMDB.

E são, também, um ataque ao PMDB do Paraná.

Assim, senador Suassuna, os ataques cínicos e criminosos à pessoa e ao caráter do governador Requião não podem e não devem ser ignorados pela ação vigilante de Vossa Excelência, em quem o PMDB do Paraná deposita a esperança de ver-se defendido. Os peemedebistas do Paraná sentir-se-ão honrados quando, pela TV Senado, assistirem os nobres senadores do PMDB, sob a batuta de Vossa Excelência, defenderem este companheiro de todos nós e orgulho dos brasileiros, Roberto Requião.

Cordiais saudações peemedebistas.

Dobrandino Gustavo da Silva
Presidente do PMDB do Paraná
Líder do Governo na Assembléia Legislativa
 

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