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A história proibida do bilionário rombo no Banestado

A história proibida do bilionário rombo no Banestado

Carla Regina – Jornal Água Verde

A herança maldita do ex-governador Jaime Lerner, o rombo no Banestado, está sendo paga por todos os paranaenses, na forma de R$ 52 milhões por mês ao Banco Central. É um dinheiro que poderia ser aplicado em saúde, educação, segurança pública e habitação, mas está servindo – de forma criminosa – para pagar uma roubalheira que teve como cúmplices muitas autoridades deste Estado, que se locupletavam da roubalheira no governo anterior – e continuam impunes… alguns com mandatos.

O pagamento efetuado pelo governo do Paraná para pagar a roubalheira no governo Lerner – apenas no Banestado – já ultrapassa R$ 4,7 bilhões, e ainda falta muito a ser pago até o ano de 2.029. Trata-se de um crime absurdo, um roubo descarado. A opinião pública pergunta por quê os ladrões não são punidos? Por quê a maioria dos deputados estaduais (a então ala governista) não impediu a roubalheira? Será porque participou – direta ou indiretamente – do roubo ao dinheiro público? Não fosse assim, por quê não apuraram devidamente os fatos?

Na verdade, tem muitas autoridades envolvidas no roubo milionário do dinheiro público do antigo Banestado. Para a nossa população, não há diferença entre os ladrões que assaltam à mão armada e os políticos que faturaram com a roubalheira; a diferença é o silêncio da chamada grande imprensa, porque até então, o governo Lerner era elogiado diariamente pelos grandes jornais e canais de televisão deste Estado, enquanto as ratazanas engravatadas faziam um rombo para ser pago por todos os paranaenses – até pelos que ainda não nasceram – até o ano de 2.029. O rombo – ou roubo – no Banestado é de R$ 19 bilhões!

O governador Roberto Requião exigiu apuração dos fatos e punição dos culpados. Não fosse Requião, com certeza seria mais um escândalo abafado pela mídia mercenária.

Para desvendar essa trapaça bilionária, impune, o jornalista Wilson Gasino lançou o livro Histórias sobre Corrupção e Ganância, relatando os bastidores do maior roubo da história do Paraná.

O autor revela que o Banco Central interviu no Banestado em 1998 injetando R$ 5,6 bilhões para saneamento do banco. Menos de um ano depois, o banco foi vendido por apenas R$ 1,7 bilhão. “Como um banco com cerca de 400 agências e com mais de quinze mil funcionários pode quebrar num período em que os bancos brasileiros registravam lucros astronômicos? Isso sem contar que o Banestado tinha créditos tributários de R$ 3,7 bilhões, mais de 1.500 imóveis em seu patrimônio e tinha como garantia a exclusividade das contas do governo do Estado e de milhares de funcionários públicos. Mesmo assim, teve seu preço avaliado em leilão em apenas R$ 400 milhões”, denuncia Wilson Gasino.

Todos esses valores astronômicos e o comportamento suspeito do Banco Central, revelam que existe muita sujeira, muita corrupção, muita roubalheira na privatização do Banestado. Para saber mais, é preciso ler o livro Histórias sobre Corrupção e Ganância, nas melhores livrarias. Afinal, estamos falando do roubo do seu dinheiro, do nosso dinheiro, do dinheiro do povo do Paraná.

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A história proibida do bilionário rombo no Banestado

A herança maldita do ex-governador Jaime Lerner, o rombo no Banestado, está sendo paga por todos os paranaenses, na forma de R$ 52 milhões por mês ao Banco Central. É um dinheiro que poderia ser aplicado em saúde, educação, segurança pública e habitação, mas está servindo – de forma criminosa – para pagar uma roubalheira que teve como cúmplices muitas autoridades deste Estado, que se locupletavam da roubalheira no governo anterior – e continuam impunes… alguns com mandatos.do Jornal Água Verde. Leia íntegra da matéria em Reportagens.

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