Escrito por 11:16 Educação, Foz do Iguaçu

Unioeste de Foz do Iguaçu conquista Selo Sesi ODS 2020

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A certificação avaliou boas práticas organizacionais de combate ao novo coronavírus e de prevenção da Covid-19, assim como projetos para o período pós-pandemia.

A Unioeste (Universidade Estadual do Oeste), a UEL (Universidade Estadual de Londrina) e a Unespar (Universidade Estadual do Paraná) conquistaram o Selo Sesi ODS 2020. Em sua 5ª edição, a certificação avaliou boas práticas organizacionais de combate ao novo coronavírus e de prevenção da Covid-19, assim como projetos para o período pós-pandemia.

Instituída pelo Sesi (Serviço Social da Indústria), a iniciativa contemplou ações alinhadas aos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), estabelecidos pela ONU (Organização das Nações Unidas), em 2015. Neste ano, participaram organizações institucionais e empresariais, públicas e privadas, incluindo instituições de ensino e organizações da sociedade civil.

“Esse reconhecimento demonstra o compromisso das universidades estaduais com questões fundamentais para a saúde e a qualidade de vida das pessoas, principalmente nesse período de pandemia que assola o mundo”, afirma Luis Paulo Gomes Mascarenhas, coordenador da Divisão de Relações Internacionais da Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná.

Segundo ele, as unidades laboratoriais das instituições de ensino superior paranaenses vêm desempenhando papel de destaque nas práticas clínicas em virologia, desde o início desse cenário epidemiológico. “Certamente, esse novo contexto evidenciou as atividades desenvolvidas nas comunidades universitária e científica, com foco na promoção do bem-estar e na integridade das pessoas”, ressalta.

LUTA CONTRA A PANDEMIAA Unioeste conquistou o selo com um projeto de extensão desenvolvido no campus de Foz do Iguaçu e cujas atividades consistem na abordagem diária de todas as pessoas que frequentam o ambiente universitário, com a finalidade de avaliar sintomas relacionados ao novo coronavírus. O trabalho envolve aferição de temperatura corporal, fornecimento de máscaras e álcool 70%, além de orientações sobre medidas preventivas.

“Evitamos surtos da doença na comunidade universitária e levamos informações para as comunidades interna e externa, contribuindo assim com alguns ODS, como saúde e bem-estar e educação de qualidade”, destaca a enfermeira Ana Paula Contiero, coordenadora do projeto, acrescentando que o projeto está em vigor desde agosto, quando parte das atividades presenciais foram retomadas.

Caso seja identificado qualquer sintoma da doença, a equipe aciona o serviço de saúde e o atendimento médico. Se confirmado o diagnóstico, todas as pessoas que tiveram contato com o paciente passam a ser monitorados, como forma de conter a disseminação da doença. Também são realizados testes rápidos em estudantes, estagiários, professores e agentes universitários. 
(Foto: Divulgação Unioeste)

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