TSE usará crédito extra para divulgar urnas eletrônicas no exterior

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quinta-feira (14) uma lei que abre um crédito especial em favor da Justiça Eleitoral no valor de R$ 944,4 mil. O crédito vai possibilitar uma contribuição voluntária ao Instituto Internacional para a Democracia e a Assistência Eleitoral, com a finalidade de favorecer a promoção do sistema brasileiro de votação eletrônica no exterior.

O recurso também será usado como contribuição voluntária ao Fundo de Missões de Observação Eleitoral do Departamento de Cooperação e Observação Eleitoral da Organização dos Estados Americano (OEA), que viabiliza a vinda de observadores estrangeiros para acompanhar o processo eleitoral brasileiro. O país terá eleições gerais em outubro do ano que vem.

Também será viabilizada a contribuição voluntária ao Instituto Interamericano de Direitos Humanos da União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore), a fim de estimular a participação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em missões de observação em processos eleitorais coordenados pela União Interamericana de Organizações Eleitorais.

Segundo a Secretaria-Geral da Presidência da República, a abertura de crédito para a Justiça Eleitoral foi possível a partir do cancelamento e remanejamento de outras despesas orçamentárias.

“Por se tratar de simples remanejamento de dotações, a medida não afeta o cumprimento do teto de gastos nem a obtenção de resultado primário”, informou a pasta.

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Richa na área

O ex-governador Beto Richa (PSDB) circulou ontem pela Assembleia Legislativa e já está visitando os quatro cantos do Paraná. Richa deve ser candidato a deputado federal nas eleições de outubro.

Lideranças querem lançar comitê Lula/Ratinho

Lideranças sociais e partidárias devem aproveitar a isenção do governador Ratinho Júnior na disputa presidencial de 2022 para lançar o comitê Lula/Ratinho Júnior, cuja missão será alavancar o voto conjunto no ex-presidente e no atual governador do Paraná. O “time”, independente, aglutinaria principalmente lideranças do PSB e PCdoB, legendas que devem fazer parte da coligação de Lula, além de MDB, que no plano estadual sempre esteve próximo de Lula. O time aposta em boa aceitação já que num passado distante Ratinho e Ratinho pai tiveram boas relações com Lula. Além disso, o ex-presidente está empatado em Curitiba com Bolsonaro e Moro, segundo pesquisa do IRG.

A decisão de Ratinho em manter-se neutro se dá pela profusão de candidatos ao Planalto em partidos aliados do governador. O PL com Bolsonaro e o Podemos, o PSDB com João Dória e o Podemos com Sérgio Moro são apena três dos partidos que apoiam Ratinho no plano estadual mas têm projetos nacionais isolados. Além disso, o próprio PSD, a que o governador é filiado, lançou recentemente a candidatura de Rodrigo Pacheco.

Nem Ratinho Jr, nem o PT do Paraná participam das tratativas do “comitê”. O PT, inclusive, deve lançar Roberto Requião ao Palácio Iguaçu.