Transportadoras exercem logística humanitária em tempos de coronavírus

Rio de Janeiro, Rio de Janeiro 27/7/2020 – Poder levar um pouco de conforto para quem está precisando, ajudar a pessoa a reconquistar algumas coisas que perdeu, é algo muito bom que eu sempre me envolvo.

O papel do setor de transporte rodoviário de cargas na ajuda humanitária

A pandemia do novo coronavírus colocou milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade. Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego entre março e maio foi de 12,9%, ou seja, 12,7 milhões de brasileiros perderam seus empregos. Um levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostrou que mais de 600 mil pequenas e microempresas fecharam as portas. Esses dados apontam a quantidade de pessoas que perderam suas fontes de renda e que estão sofrendo com as consequências desse fenômeno.

Dado este cenário, diversas campanhas e arrecadações estão sendo feitas para poder ajudar aqueles que necessitam e para efetuar uma tentativa de melhorar a situação de milhares de brasileiros. O setor de transporte de cargas vem sendo responsável por muitas ações, parcerias e campanhas a fim de levar insumos e recursos às áreas mais vulneráveis.

Membro do conselho administrativo da Transita Transportes e coordenador nacional da Comissão de Jovens Empresários e Executivos (COMJOVEM), Andre de Simone, ressalta o percurso feito pela chamada logística humanitária, sendo ele precursor de várias campanhas deste modal nas instituições em que atua. “O primeiro passo que se tem que dar talvez seja o maior desafio. Entrar em contato com entidades, como Cruz Vermelha e Corpo de Bombeiros, para saber como ajudar, captar a informação, pensar em como ajudar e colocar em prática. A velocidade com que isso é feito, é muito importante para esse tipo de logística. Em segundo vem a arrecadação, com campanhas bem fortes para conseguir o máximo de recursos possíveis e achar parceiros que possam ajudar nessa força tarefa”.

O empresário ainda ressalta a dedicação do setor de transporte para atuar com logísticas humanitárias nesse momento de pandemia. “Inúmeras empresas estão ajudando. A COMJOVEM, vem se empenhando para arrecadar recursos e cestas básicas no Brasil inteiro para ajudar as pessoas que estão precisando de ajuda. Joinville, em Santa Catarina, foi um destaque dessa operação com mais de uma tonelada de cestas básicas, assim como o Rio de Janeiro, que conseguiu mais de 3 mil cestas.”, comenta De Simone que também salienta uma ação com arrecadações de materiais hospitalares feitas por empresas como Renner e Coca-Cola, as quais contaram com investimento da Logtrack e parceria da Ghelere Transportes com a Transita Transportes e a transportadora Ouro Negro, para levar esses recursos até os médicos na linha de frente da luta contra o coronavírus.

O membro do conselho administrativo da Transita Transportes e vice-presidente extraordinário da NTC&Logística relembra também outros momentos em que se foi colocada em prática a logística humanitária. “Em 2010, com as chuvas na região serrana, junto com a Sindicarga (Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários de Cargas Secas e Molhadas) e a Fetranscarga (Federação do Transporte de Cargas do Estado do Rio de Janeiro), conseguimos fazer mais de 500 viagens de mantimentos para a região. O desastre de Brumadinho também nos movimentou a fazer uma ‘vaquinha online’ no mesmo dia em que ocorreu, arrecadando mais de R$30.000 para comprar medicamentos, ração para animais, entre outros”.

De Simone ainda ressalta a importância e satisfação de estar envolvido nessas ações humanitárias. “Poder levar um pouco de conforto para quem está precisando, ajudar a pessoa a reconquistar algumas coisas que perdeu, é algo muito bom e que eu sempre me envolvo, da forma que eu conseguir.”, finaliza.

Sobre Andre de Simone
Estudou na escola Vasco de Quiroga em Morelia no México, formado em Administração de Empresas e pós com ênfase em Marketing pela Australian Pacific College e MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. É sócio das empresas Espaço Bimbo, Desconfie já, Acordo já, Anx Empreendimentos Imobiliários, Fundo de Investimentos no MCMV e faz parte do conselho administrativo da Transita Transportes Ltda. Ele é Fundador do Amigos do Agir e atua como Coordenador Nacional da COMJOVEM, órgão da NTC&Logística.

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Como melhorar o controle de notas fiscais no sistema de gestão de frota corporativa?

São Paulo, SP 28/7/2020 –

Aplicativo documenta notas fiscais de abastecimento dos veículos da frota facilitando os processos burocráticos das empresas

Gerenciar o controle do consumo de combustível em uma frota corporativa não parece ser uma tarefa simples tampouco agradável. Na maioria dos casos o processo é manual e demanda tempo que poderia estar sendo empregado em tarefas estratégicas para o negócio.

Para dar suporte às atividades de prestação de contas, a SODEXO adicionou uma nova função de recolhimento automático de notas fiscais à plataforma de gestão de frotas. Esta funcionalidade tem como principal objetivo otimizar o processo burocrático de recolhimento de notas.

O sistema de recolha de notas fiscais pode gerar uma economia para a empresa de até 25% com a retenção dos créditos dos impostos previstos por lei, como ICMS, PIS e Cofins.

Os postos que aceitam Wizeo também ganham em eficiência, porque não precisam se preocupar em subir as notas fiscais eletrônicas na plataforma online do Wizeo para fins de reembolso.

Como funciona:

O condutor realiza o abastecimento em um posto de gasolina que aceita o Wizeo e, na hora do pagamento, pede que a nota fiscal seja emitida no nome da empresa em que trabalha.

O posto de gasolina emite a nota fiscal eletrônica (NFe) com os dados da empresa.

Todas as NFes correspondentes a consumo de combustível com Wizeo que foram emitidas pelos postos de gasolina ficam disponíveis no sistema de gestão de frotas da SODEXO, a plataforma online que o gestor de frota já usa para realizar o controle diário de tarefas.

Com essas informações, o gestor de frota consegue fazer a conciliação financeira (abastecimentos x gastos) na própria ferramenta, ganhando tempo e tomando as providências que forem necessárias para otimizar sua operação.

Clique aqui para acessar o !link infográfico do Wizeo
https://www.sodexobeneficios.com.br/qualidade-de-vida/noticias/gestao-de-pessoas/infografico-como-a-sodexo-reduz-os-custos-com-gestao-de-frota-da-sua-empresa.htm

Clique aqui para mais informações sobre o !link Wizeo, Gestão de Frotas
https://www.sodexobeneficios.com.br/institucional/sala-de-imprensa-sodexo/produtos/sodexo-beneficios-e-incentivos-investe-em-novo-rumo-para-a-gestao-de-frotas.htm

Dados mostram o baixo Nível de Serviço no Brasil

São Paulo, SP 28/7/2020 – Não existe um bom nível de serviço sem medir erros e sem um plano de ação para corrigi-los. Um SLA precisa ser palpável, visível e com foco em melhorias.

Dados mostram o baixo Nível de Serviço no Brasil e Antonio Wrobleski fala sobre a importância da análise de dados para mudar esse cenário.

O conceito de SLA, Service Level Agreement, surgiu na década de 1990 para medir e gerenciar a qualidade do serviço em ambientes computacionais e, atualmente, é utilizado em diversos segmentos. 

Dados do Sindec de 2019 mostram que 40% das reclamações na plataforma Consumidor.gov.br (serviço público que permite a interlocução direta entre consumidores e empresas para solução de conflitos de consumo) são sobre o setor de telecomunicações e 22% sobre serviços financeiros. 

No Brasil, quase 50% da população não tem acesso a coleta de esgoto, segundo dados do Instituto Trata Brasil, e 35 milhões não têm acesso a água tratada (SNIS 2017).

Durante o isolamento social têm crescido as reclamações contra serviços de internet e telefonia e entregas. Para se ter uma ideia, as queixas sobre compras on-line no Distrito Federal cresceram 74% na pandemia (Procon) e as queixas contra serviços de internet cresceram 71,4% em Campinas (Anatel).

Para Antonio Wrobleski, Presidente do Conselho da Pathfind – empresa de tecnologia que oferece soluções em otimização para as áreas de logística, vendas e trade marketing, esses números mostram que os motivos para essa baixa qualidade na prestação de serviços são diversos, e começam no mau exemplo da gestão pública, mas o principal é que as empresas não estão medindo e nem ao menos se preocupando com seu nível de serviço. 

Para Wrobleski, falta análise de dados. Ele explica que poucas empresas têm se dedicado a olhar seu dashboard, realizar pesquisas com os clientes e, principalmente, a usar esses dados com estratégia para otimizar os serviços oferecidos. 

“Não existe um bom nível de serviço sem medir erros e sem um plano de ação para corrigi-los. Um SLA precisa ser palpável, visível e com foco em melhorias constantes. Sem isso, é apenas mais um documento que ficará esquecido”, diz Wrobleski.

Ele ainda explica que se o Nível de Serviço não for tratado com prioridade, ele nunca será de fato implementado.”Ou a empresa já está crescendo sem ele, ou o país está em crise e até porque existe uma pandemia mundial. Sempre haverá um motivo para não priorizar o que é de fato prioridade”, finaliza.

Um bom nível de serviço e de atendimento significa cliente satisfeito. Cliente satisfeito é cliente fiel, aumentando a taxa de retenção e o lifetime value

Website: http://www.pathfind.com.br