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Sete primeiros meses foram os melhores no Paraná desde 1992

Nível de emprego
Sete primeiros meses foram os melhores no Paraná desde 1992

Entre janeiro e julho foram abertas 122.797 novas vagas de trabalho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

Gladson Angeli

A criação de empregos formais no Paraná nos sete primeiros meses do ano atingiu o melhor índice desde 1992. Entre janeiro e julho foram abertas 122.797 novas vagas de trabalho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados nesta terça-feira (2) Departamento Intersindical de Estatística e Estudos (Dieese).

O Paraná está apresentando no ano de 2008 uma aceleração do nível de empregos formais em relação ao ano de 2007, com crescimento de 6,32%. Só no mês de julho foram abertas 13.635 vagas no estado, também um recorde. Foi o maior saldo (admissões menos os desligamentos) para o mês de julho da série histórica iniciada em 1992. O interior do estado foi o responsável por 8.440 novas vagas (62%), enquanto a região metropolitana de Curitiba criou 5.195 empregos formais.

O setor de serviços foi o que mais contratou em julho, com 4.070 empregos abertos na área. A indústria de transformação ficou na segundo posição com a geração de 3.601 empregos formais, seguindo pela construção civil, 2.722 novas vagas, e o comércio, que contratou 2.298 pessoas.

Com o resultado de julho, o número estimado de trabalhadores com carteira assinada no Paraná é de aproximadamente dois milhões. Apesar dos bons resultados, o aumento de 0,66% no nível de emprego entre junho e julho ficou abaixo do desempenho nacional, que foi de 0,67% no mesmo período.

Sul

Dentre os três estados do Sul do país, o estado do Paraná apresentou a maior aumento do nível de emprego no mês de julho. Santa Catarina ocupou a segunda posição com alta de 0,50% e depois vem o Rio Grande do Sul com aumento de 0,22%. Nos primeiros sete meses de 2008 (jan-jul) a situação não se altera, com Paraná (6,31%) com o melhor desempenho, seguido pelo Santa Catarina (4,41%) e Rio Grande do Sul (4,37%).

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