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Segurança: Paraná vai contratar 2,8 mil policiais em janeiro, afirma Romanelli

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romanelli

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB), líder do governo na Assembleia Legislativa, reafirmou nesta quarta-feira (9) que o Paraná está fazendo grandes investimentos na segurança pública, com a criação de novos batalhões e contratação de policiais.“Neste governo já foram contratados 5.809 policiais militares e 1.696 policiais civis, totalizando 7.505 novos policiais. Em janeiro,serão contratados mais 2.222 policiais militares e 606 bombeiros, aprovados no concurso de 2012/2013 que já foram aprovados na etapa de exames médicos e aguardam apenas a conclusão da fase de investigação social para serem contratados, totalizando 10.333 novos policiais contratados na gestão Beto Richa”, disse o líder do governo.

Segundo Romanelli, a criação do batalhão de fronteira, em Marechal Cândido Rondon, dos batalhões de Curitiba, na CIC e de Colombo e de Umuarama e de novas companhias em Guaíra e Francisco Beltrão tem contribuído muito para reduzir a criminalidade. “Teremos novo batalhões em União da Vitória e em Telêmaco Borba e uma nova companhia independente em Loanda. Ao contrário do diz a oposição, que quer viver de factoides, os batalhões e companhias estão sendo criados. Tivemos grandes avanços, pois quando se cria um batalhão da polícia, muda-se completamente a qualidade da segurança pública”, analisou.

O deputado cobrou mais responsabilidade dos deputados da oposição na abordagem sobre o tema. “Temos que tratar os temas com a responsabilidade que este parlamento tem, discuti-los e aprofunda-los. Os batalhões serão criados, o efetivo policial está sendo contratado. Aumentamos efetivamente o número de policiais e hoje, indiscutivelmente, aumentamos a segurança pública que ainda é um problema muito grave. Mas avançamos muito, pois o número de homicídios tem reduzido a cada ano no Paraná. São dados públicos, é o mapa do crime, mapa da violência que demonstra isso”, ponderou.

Entre os temas que é preciso discutir, ressalta o deputado, está a questão da aposentadoria dos policiais militares, praças e oficiais. “Aos 53, 55 anos, esses policiais deixam compulsoriamente a corporação, no auge de seu potencial de trabalho intelectual. É um número elevado de policiais por ano, cerca 600 policiais que se aposentam. Esse é um assunto que precisa ser debatido , sem a demagogia que tem caracterizado o debate da oposição na Assembleia”, afirmou.

Foto: Nani Gois/Alep

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