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Romanelli defende novas tecnologias no tratamento do diabetes

8 de outubro de 2019
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O deputado Romanelli (PSB) defendeu nesta terça-feira, 8, o uso de tecnologias para a consolidação das políticas públicas no tratamento da diabetes. “A diabetes é quase que uma pandemia, uma doença que já existe há muito tempo e que exige muitos cuidados. Mas a medicina evoluiu e hoje temos novos medicamentos e novas tecnologias que precisam ser incorporados às políticas públicas desenvolvidas no controle da doença”, disse Romanelli na abertura do seminário sobre o panorama da doença do país.

“Nós precisamos chegar com essas novas tecnologias a todos os pacientes do Paraná. Hoje, não há família que não tenha um diabético, então o fato é que temos que estruturar bem isso para que possamos melhorar e garantir vida saudável para todos os diabéticos”, completou Romanelli.

Segundo dados de 2017 do Ministério da Saúde, cerca de 9% da população brasileira convive com a doença. No Paraná, apenas em 2016, o diabetes causou a morte de 3.472 pessoas e 7.201 internamentos. De acordo com o Sistema de Informações sobre Mortalidade, o número de mortes relacionadas ao diabetes no Brasil cresceu 11,8% entre 2006 e 2016, saindo de 54.877 mortes para 61.398 no ano de 2016. “O que estamos fazendo é garantir que a sociedade civil organizada possa participar de forma ativa da formatação das políticas púbicas”.

Controle – O seminário trouxe especialistas e técnicos da Secretaria Estadual de Saúde para debater as mudanças de paradigmas em termos de novas tecnologias de controle diário da diabetes. “Hoje, a pessoa põe um chip no braço e através de um aplicativo no celular, controla o nível de diabetes. Isso faz com que a pessoa possa utilizar o mínimo de medicamento e utilizar quando é necessário, de acordo com as boas técnicas que que já temos”, adianta Romanelli.

“É necessário, de fato, fazer com que essas novas tecnologias cheguem efetivamente a todas as pessoas que tem direito, ou seja, aos pacientes que têm como pagar esse tratamento ou os que dependem exclusivamente do SUS”, completa.

A chave para reduzir o diabetes, segundo a endocrinologista Rosângela Roginski Réa, inclui dieta, educação alimentar, atividade física e perda de peso. “Além disso, a capacitação de profissionais de saúde pública, com uma maior padronização de tratamento para o controle da diabetes e a utilização de novos medicamentos e da tecnologia para estabelecer e manter a efetividade do gerenciamento do tratamento pelo próprio paciente”.

“Com melhoria no padrão de tratamento, teremos pacientes com uma maior adesão ao seu tratamento, que hoje também é outro ponto crítico. Além disso, com a utilização de tecnologias, podemos obter dados da saúde pública e privada para nortear melhor as ações necessárias para melhoria desse cenário em nosso país”, completa Rosângela Réa.

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