Written by 16:12 Beto Richa, Paraná

Richa repassa R$ 3,8 milhões ao Pequeno Cotolengo

Richa repassa R$ 3,8 milhões ao Pequeno Cotolengo


O Paraná vai repassar R$ 3,9 milhões para atendimento aos moradores do Pequeno Cotolengo. A entidade de Curitiba abriga pessoas com deficiência física ou intelectual e que não têm familiares que as acolha. A parceria possibilitará a manutenção do tratamento e acolhimento de 200 pessoas. O termo de colaboração foi acordado nesta segunda-feira (26) pelo governador Beto Richa, a secretária Fernanda Richa (Família e Desenvolvimento Social) e o padre Renaldo Amauri Lopes, presidente do Pequeno Cotolengo.

Durante o encontro, o padre entregou um balanço dos repasses do Estado para manutenção da unidade e diversos projetos, além de outros benefícios, como serviços de educação e saúde. O total soma R$ 25 milhões em sete anos. “O Pequeno Cotolengo presta um trabalho sério, altruísta e de muito amor e carinho. Uma instituição que foi eleita a melhor ONG da Região Sul para se doar e uma das cem melhores de todo o Brasil”, disse Richa.

A entidade completa 53 anos. “O Estado tem relação de confiança com a entidade, pelo profissionalismo e transparência com que é administrada. Esta e outras entidades são braços do estado que permite beneficiar o maior número de pessoas em vulnerabilidade social ou risco”, afirmou Fernanda Richa.

O valor de R$ 3,9 milhões a ser repassado será divido em 12 parcelas. O Pequeno Cotolengo é referência em acolhimento, saúde, educação e qualidade de vida para pessoas com deficiências múltiplas. Os moradores recebem auxílio diário na área da saúde, com o Centro de Reabilitação e da Unidade Odontológica, e na área da educação, por meio da Escola Pequeno Cotolengo.

A secretaria mantém termo de colaboração com o Pequeno Cotolengo para atendimento de até 134 pessoas, o que somou em sete anos cerca de R$ 11 milhões – com repasse médio de R$ 300 mil/mês. O Estado também cedeu, para uso da entidade, duas vans Kombi. O Pequeno Cotolengo abriga 194 pessoas com diversos graus de deficiência física ou motora.

Na entidade trabalham 390 profissionais da área de saúde e 40 professores. “Viemos também prestar contas da administração da entidade, como costumamos fazer a cada troca de gestão”, afirmou padre Renaldo Lopes.

Ele afirmou que, últimos anos, obteve aumento considerável do repasse por morador. “Estamos muito satisfeitos. A Secretaria da Família tem olhar muito profundo às causas do terceiro setor, sobretudo das pessoas com deficiência. Graças a esse apoio do Estado é possível fazer este trabalho de acolhimento”, completou.

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