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PROPOSTAS DOS TRABALHADORES CONTRA A CRISE TÊM APOIO DO GOVERNO DO PARANÁ

O deputado Luiz Claudio Romanelli, líder do Governo na Assembleia Legislativa, disse nesta sexta-feira (16) que as propostas das seis centrais sindicais de trabalhadores – CGTB, CTB, CUT, Força Sindical, NCST e UGT – no enfrentamento à crise financeira têm apoio e vem sendo executada pelo Governo do Paraná. No “documento unitário à sociedade e aos trabalhadores”, encaminhado ao governo federal e Congresso Nacional, as centrais defendem, entre 18 pontos, a implementação de políticas econômicas anticíclicas com base nos recursos públicos, objetivando não só manter o nível de emprego atual, mas também a sua ampliação.

“São propostas que o Governo Paraná defende e vêm executando nos últimos seis anos. Criamos uma série de programas sociais e os recursos públicos, através de obras e de incentivos fiscais, alavancaram a economia e trouxeram um ciclo virtuoso de desenvolvimento. Enfrentar a crise é fazer isso tipo de opção”, disse Romanelli. Entre as propostas apresentas, as centrais defendem a manutenção dos programas sociais e de investimento público, considerados fundamentais para contrabalançar a inevitável redução do investimento e do consumo privados. Ainda defendem a garantia e a continuidade da política de valorização do salário mínimo.  “O Paraná tem o maior salário mínimo do país, variável nas faixas de R$ 527,00 a R$ 547,00 – uma referência nacional debatido com as centrais sindicais e o setor produtivo”, disse Romanelli. Leia aqui a íntegra da matéria.

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Propostas dos trabalhadores contra a crise têm apoio do governo do Paraná

O deputado Luiz Claudio Romanelli, líder do Governo na Assembleia Legislativa, disse nesta sexta-feira (16) que as propostas das seis centrais sindicais de trabalhadores – CGTB, CTB, CUT, Força Sindical, NCST e UGT – no enfrentamento à crise financeira têm apoio e vem sendo executada pelo Governo do Paraná.

No “documento unitário à sociedade e aos trabalhadores”, encaminhado ao governo federal e Congresso Nacional, as centrais defendem, entre 18 pontos, a implementação de políticas econômicas anticíclicas com base nos recursos públicos, objetivando não só manter o nível de emprego atual, mas também a sua ampliação.

“São propostas que o Governo Paraná defende e vêm executando nos últimos seis anos. Criamos uma série de programas sociais e os recursos públicos, através de obras e de incentivos fiscais, alavancaram a economia e trouxeram um ciclo virtuoso de desenvolvimento. Enfrentar a crise é fazer isso tipo de opção”, disse Romanelli.

Entre as propostas apresentas, as centrais defendem a manutenção dos programas sociais e de investimento público, considerados fundamentais para contrabalançar a inevitável redução do investimento e do consumo privados. Ainda defendem a garantia e a continuidade da política de valorização do salário mínimo.

“O Paraná tem o maior salário mínimo do país, variável nas faixas de R$ 527,00 a R$ 547,00 – uma referência nacional debatido com as centrais sindicais e o setor produtivo”, disse Romanelli.

REDUÇÃO DO ICMS – Outra proposta que vem em acordo à uma ação paranaense é a desoneração tributária de todos os produtos da cesta básica de consumo popular. “Primeiro que no Paraná, os produtos da cesta básica já têm alíquota mínima do ICMS de 7%. Os demais 95 mil itens de consumo popular, o Paraná foi o primeiro estado a reduzir as alíquotas de 25% e 18% para 12%. Isso representa uma injeção de R$ 612 milhões na renda de 2,8 milhões de famílias de trabalhadores – 90% da população paranaense”, explica Romanelli.

O deputado ainda afirma que outras propostas como a redução dos juros e do superávit primário e a suspensão de qualquer iniciativa ou projeto que objetivem a flexibilização das relações de trabalho “são bandeiras históricas levadas pelo governador Roberto Requião” nos encontros junto ao governo federal, parlamentares e lideranças políticas nacionais.

“O Paraná é um exemplo aos trabalhadores na defesa que faz do patrimônio público, do investimento no setor produtivo e da qualidade de vida da população”, completou.

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