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Preso candidato a vereador suspeito de encomendar morte de prefeito

Itaipulândia
Preso candidato a vereador suspeito de encomendar morte de prefeito

Gladson Angeli

Um candidato a vereador de Itaipulândia, no Oeste do Paraná, está preso acusado de encomendar o assassinato do prefeito do município, Vendelino Royer, morto com quatro tiros à queima-roupa na noite de terça-feira (8). Outros cinco suspeitos de envolvimento no crime estão detidos em Foz do Iguaçu, na mesma região. A informação foi confirmada na tarde desta quarta-feira (16) pelo delegado da Polícia Civil Alexandre Macorin, que comanda a investigação.

Na tarde de terça-feira (15), a Polícia Militar (PM) de Matelândia, também no Oeste, confirmou que participou da ação que prendeu três suspeitos do assassinato do prefeito. Dois homens foram detidos no município de Ramilândia e o terceiro foi preso no distrito rural Agro-Cafeeiro. A Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) não divulgou nenhuma informação sobre o caso.

Já nesta quarta-feira, Macorin confirmou a prisão de seis pessoas suspeitas de participar da morte do prefeito. O delegado, porém, não divulgou o nome dos detidos e nem o que teria motivado o crime. Ele disse que a investigação ainda não terminou e uma entrevista coletiva deve ser dada pelo Secretário de Estado da Segurança Pública (Sesp) no fim do inquérito. Macorin acredita que até o final da semana a apuração esteja concluída.

Linhas de investigação

Antes da prisão dos suspeitos, a polícia seguia três linhas de investigação. O crime poderia ter sido encomendado por algum desafeto pessoal, ter motivação política, ou ainda cometido por alguém ligado ao contrabando na região, já que neste ano Vendelino Royer mandou bloquear alguns acessos clandestinos próximos ao Lago de Itaipu.

Um dia antes do assassinato, o prefeito enfrentou denúncias de irregularidades. Um vídeo, apresentado por vereadores, durante sessão da Câmara Municipal, mostraria o secretário recebendo propina do dono de uma agência de publicidade, que tem contratos com a prefeitura.

Assassinato

Royer foi morto com quatro tiros à queima-roupa na noite de terça-feira (8) quando saía de uma reunião com líderes comunitários da Linha Caramuru, uma região próxima ao Centro de Itaipulândia. Ele estava entrando no carro oficial logo após o encontro quando foi abordado por duas pessoas em uma moto vermelha com placas do Paraguai.

Royer foi atingido por quatro disparos de pistola 9 mm – um na perna e outros três o peito. Os criminosos fugiram em direção ao lago de Itaipu. O prefeito chegou a ser socorrido e encaminhado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

Quem assumiu a administração do município foi o vice-prefeito Laudair Bruch.

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Preso candidato a vereador suspeito de encomendar morte de prefeito

Itaipulândia
Preso candidato a vereador suspeito de encomendar morte de prefeito

Gladson Angeli

Um candidato a vereador de Itaipulândia, no Oeste do Paraná, está preso acusado de encomendar o assassinato do prefeito do município, Vendelino Royer, morto com quatro tiros à queima-roupa na noite de terça-feira (8). Outros cinco suspeitos de envolvimento no crime estão detidos em Foz do Iguaçu, na mesma região. A informação foi confirmada na tarde desta quarta-feira (16) pelo delegado da Polícia Civil Alexandre Macorin, que comanda a investigação.

Na tarde de terça-feira (15), a Polícia Militar (PM) de Matelândia, também no Oeste, confirmou que participou da ação que prendeu três suspeitos do assassinato do prefeito. Dois homens foram detidos no município de Ramilândia e o terceiro foi preso no distrito rural Agro-Cafeeiro. A Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) não divulgou nenhuma informação sobre o caso.

Já nesta quarta-feira, Macorin confirmou a prisão de seis pessoas suspeitas de participar da morte do prefeito. O delegado, porém, não divulgou o nome dos detidos e nem o que teria motivado o crime. Ele disse que a investigação ainda não terminou e uma entrevista coletiva deve ser dada pelo Secretário de Estado da Segurança Pública (Sesp) no fim do inquérito. Macorin acredita que até o final da semana a apuração esteja concluída.

Linhas de investigação

Antes da prisão dos suspeitos, a polícia seguia três linhas de investigação. O crime poderia ter sido encomendado por algum desafeto pessoal, ter motivação política, ou ainda cometido por alguém ligado ao contrabando na região, já que neste ano Vendelino Royer mandou bloquear alguns acessos clandestinos próximos ao Lago de Itaipu.

Um dia antes do assassinato, o prefeito enfrentou denúncias de irregularidades. Um vídeo, apresentado por vereadores, durante sessão da Câmara Municipal, mostraria o secretário recebendo propina do dono de uma agência de publicidade, que tem contratos com a prefeitura.

Assassinato

Royer foi morto com quatro tiros à queima-roupa na noite de terça-feira (8) quando saía de uma reunião com líderes comunitários da Linha Caramuru, uma região próxima ao Centro de Itaipulândia. Ele estava entrando no carro oficial logo após o encontro quando foi abordado por duas pessoas em uma moto vermelha com placas do Paraguai.

Royer foi atingido por quatro disparos de pistola 9 mm – um na perna e outros três o peito. Os criminosos fugiram em direção ao lago de Itaipu. O prefeito chegou a ser socorrido e encaminhado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

Quem assumiu a administração do município foi o vice-prefeito Laudair Bruch.

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