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PMDB FARÁ VIGÍLIA CONTRA IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA NA GESTÃO DE BETO RICHA

Do www.moreira15.can.br

Uma vigília contra a improbidade administrativa começou ao meio-dia desta sexta-feira (26) no Comitê Popular do PMDB de apoio à candidatura de Carlos Moreira (15) à prefeitura de Curitiba, localizado na Boca Maldita. A iniciativa visa mostrar à população a denúncia feita por mais um caso de improbidade envolvendo o prefeito Beto Richa. Benedito Ferreira da Costa foi contratado para trabalhar no governo municipal, mas lá não exercia função alguma. Ele recebia apenas parte de seu salário.

O destino da quantia extraviada, conta Benedito, é um mistério. O ex-funcionário da prefeitura de Curitiba esteve nesta sexta-feira na Boca Maldita e esclareceu sua declaração aos presentes. Amanhã, ele comparecerá novamente ao Comitê Popular, a partir das 11 horas. Confira a íntegra da nota clicando no

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PMDB fará vigília contra improbidade administrativa na gestão de Beto Richa

PMDB fará vigília contra improbidade administrativa na gestão de Beto Richa

Uma vigília contra a improbidade administrativa começou ao meio-dia desta sexta-feira (26) no Comitê Popular do PMDB de apoio à candidatura de Carlos Moreira (15) à prefeitura de Curitiba, localizado na Boca Maldita. A iniciativa visa mostrar à população a denúncia feita por mais um caso de improbidade envolvendo o prefeito Beto Richa. Benedito Ferreira da Costa foi contratado para trabalhar no governo municipal, mas lá não exercia função alguma. Ele recebia apenas parte de seu salário. O destino da quantia extraviada, conta Benedito, é um mistério. O ex-funcionário da prefeitura de Curitiba esteve nesta sexta-feira na Boca Maldita e esclareceu sua declaração aos presentes. Amanhã, ele comparecerá novamente ao Comitê Popular, a partir das 11 horas.

A vigília terá duração de 24 horas. “Estamos conversando com a população sobre a denúncia feita pelo Benedito e exibindo em vídeo a declaração dele a respeito desse crime de improbidade administrativa do atual prefeito. Adotamos este método porque fomos impedidos pela Justiça de exibir o depoimento no horário eleitoral gratuito. Os advogados da chapa do candidato à reeleição pediram a proibição da veiculação do vídeo, mas nós temos a rua”, explica o presidente do PMDB de Curitiba, Doático Santos. A denúncia seria exibida ao meio-dia desta sexta-feira na propaganda eleitoral. “O povo precisa ter conhecimento dos fatos. Este é um tema que a sociedade deve acompanhar antes de decidir o seu voto. Ainda podemos mudar o rumo dessa eleição”, salienta Doático.

Em 2006, Benedito foi nomeado para cargo em comissão na secretaria do governo municipal, configuração técnica do gabinete do prefeito, com um salário de R$ 4.583. O funcionário “fantasma” recebeu mais de R$ 13,5 em três meses (outubro, novembro e dezembro), mas não exercia função alguma na prefeitura. Benedito, na realidade, trabalhava no gabinete da vereadora Julieta Reis, aliada de Beto Richa. Da quantia citada, ele ficou com apenas R$ 1,5; o restante teve que devolver.

Em janeiro de 2007, Benedito denunciou os fatos ao prefeito Beto Richa através de uma carta, solicitando sua transferência para outro setor da prefeitura. Segundo Benedito, o candidato à reeleição não tomou nenhuma providência quanto ao pedido. O funcionário “fantasma”, então, permaneceu mais cinco meses recebendo sem trabalhar. Em julho de 2007, ele foi exonerado e encaminhado para uma empreiteira que prestava serviços para a prefeitura, onde ficou mais alguns meses ganhando um salário líqüido de R$ 1,2, também sem exercer função alguma.

Indignado com a situação, Benedito procurou o Ministério Público do Paraná, que, baseado em provas e fatos, abriu um processo de investigação. “Não sei sobre o andamento do processo. O promotor fala que a investigação está sob segredo de Justiça”, conta o funcionário “fantasma”.

Benedito confirmou toda a versão apresentada em vídeo nesta sexta-feira na Boca Maldita. “Tudo o que passou é totalmente verdadeiro. As minhas acusações são baseadas em documentos. Se elas não fossem verdadeiras, com certeza o Ministério Público não teria aberto o processo investigativo para averiguar os fatos ocorridos”, enfatiza. O funcionário “fantasma” mostrou-se ainda preocupado com o rumo que esta eleição está tomando. “Quero que o eleitor realmente conheça as faces do prefeito Beto Richa”, afirmou.

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