PMDB de Curitiba anuncia chapa Pessuti e Requião para a convenção municipal marcada para o dia 24

PMDB de Curitiba anuncia chapa Pessuti e Requião para a convenção municipal marcada para o dia 24

Candidatura de Orlando Pessuti ao Governo do Estado será o vetor de mobilização das lideranças e da militância peemedebistas, diz PMDB de Curitiba
 
O PMDB de Curitiba vai formalizar nesta quarta-feira (14) a inscrição da chapa “Pessuti e Requião” para a convenção do próximo dia 24 de outubro, às 10h, na sede do diretório estadual. “É uma chapa de unidade em que terá a candidatura de Orlando Pessuti ao Governo do Estado como vetor da mobilização da militância e dos simpatizantes peemedebistas de Curitiba e região metropolitana”, disse Doático Santos, presidente do partido.

A subscrição da chapa peemedebista, às 18h desta quarta-feira, antecede a palestra do professor Mangabeira Unger, às 19h do mesmo dia, também no diretório estadual do PMDB. Mangabeira Unger se filiou ao PMDB em setembro e vai falar sobre projetos de desenvolvimento ao país.

Mangabeira Unger defende iniciativas que vão desde o aumento do salário mínimo e redução acelerada dos juros até uma completa reformulação nos sistemas econômico, trabalhista e político e no modelo educacional do país. “O Paraná construir uma referência nacional de políticas públicas que precisa ser notada, especialmente na área de educação”, disse Mangabeira.

Outro peemedebista que estará em Curitiba ainda em outubro será o senador gaúcho Pedro Simon. Ele receberá o título de cidadão honorário do Paraná – homenagem proposta pelo deputado Caíto Quintana. Simon faz coro aos peemedebistas paranaenses e discorda também da condução política do diretório nacional a respeito da participação do partido na eleição presidencial de 2010. “A direção do PMDB age para situar o partido como mero figurante nas eleições de 2010”, diz Simon.

UNIDADE – Já a antecipação da chapa de unidade a ser eleita na convenção de 24 de outubro, segundo Doático Santos, é uma referência e homenagem aos dois principais líderes peemedebistas do Paraná: o governador Roberto Requião e o vice-governador Orlando Pessuti.

Requião comporá o novo diretório que contará ainda com os nomes dos deputados estaduais Alexandre Curi, Luiz Cláudio Romenelli e Cleiton Kielse, dos deputados federais Rodrigo Rocha Loures e Marcelo Almeida, e dos secretários de Estado Luiz Fernando Delazari (Segurança), Heron Arzua (Fazenda), Rogério Tizzot (Transporte), Nizan Pereira (Assuntos Estratégicos), Rafael Iatauro (Casa Civil), Milton Buabsi (Assuntos da Comunidade) e Júlio Araújo (Obras).

Também integrarão o novo diretório do PMDB na capital, Stênio Jacob (presidente da Sanepar), João Arruda (secretário geral do partido), Bruno Pessuti (da JPMDB) e Samuel Gomes (presidente da Ferroeste). Ao todo, serão 45 membros efetivos e 15 suplentes, bem como 30 delegados à convenção estadual, à constituir a representação partidária.

CHAMADA GERAL – Segundo Doático Santos, a convenção do PMDB será um ato de reafirmação das políticas sociais do Governo Requião, “ao mesmo tempo em que cumprirá o papel de uma chamada geral aos dirigentes, militantes e simpatizantes do PMDB para o projeto partidário de 2010 a ser encabeçado pela candidatura de Orlando Pessuti para o cargo de governador do Estado”.

As convenções marcadas para todos os diretórios municipais no dia 24 de outubro – segundo Doático Santos – vão referendar a indicação de Pessuti como candidato do partido ao comando do Estado em 2010. “A ampliação das políticas sociais e de desenvolvimento dependem de um governo identificado com a vocação popular. Esse governo a partir de 2010 tem nome e sobrenome: Orlando Pessuti”.

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Câmara aprova projeto que exige fisioterapeuta em CTI em tempo integral

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (4) o Projeto de Lei 1985/19, da deputada Margarete Coelho (PP-PI), que disciplina a permanência de fisioterapeutas em Centros de Terapia Intensiva (CTIs) adulto, pediátrico e neonatal. A matéria será enviada ao Senado.

Em seguida, a sessão da Câmara foi encerrada.

O texto foi aprovado na forma de um substitutivo da deputada Aline Sleutjes (PSL-PR), cujo relatório foi lido em Plenário pela deputada Maria Rosas (Republicanos-SP).

A única mudança no texto retira a quantidade mínima de profissionais, que era de um para cada dez leitos. Entretanto, continua a determinação de que a presença do fisioterapeuta deverá ser ininterrupta, nos turnos matutino, vespertino e noturno, perfazendo um total de 24 horas.

A disponibilidade em tempo integral para assistência aos pacientes internados nesses centros de terapia intensiva deverá ser durante o horário em que o fisioterapeuta estiver escalado para atuar nesses locais.

“Pelo grau de importância do fisioterapeuta para o restabelecimento das pessoas internadas, a presença constante desse profissional é essencial, pois ele reduz o número de dias de internação, ainda mais nessa época de Covid-19”, afirmou a autora da proposta.

Próximas votações
Os deputados voltam a se reunir em sessão deliberativa virtual na próxima terça-feira (9), às 13h55, com pauta a ser divulgada após reunião de líderes a ser realizada às 10h30 desta sexta-feira (5).

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Câmara dá prioridade para mãe chefe de família no auxílio emergencial

Texto vai agora para análise do Senado

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (2) projeto de lei que dá prioridade de recebimento do auxílio emergencial às mães chefes de família, quando o pai também informa ser o responsável pelos dependentes. A matéria segue para análise do Senado. As informações são da Agência Brasil.

Pelo texto aprovado, caso haja conflito entre as informações prestadas pela mãe e pelo pai, a preferência de recebimento das duas cotas de R$ 600 será da mãe, ainda que sua autodeclaração na plataforma digital tenha ocorrido depois daquela feita pelo pai.

“Apenas 3,6% das famílias brasileiras tinham uma configuração com homem sem cônjuge e com filho, segundo o IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística], e mais de 80% das crianças no Brasil têm como primeiro responsável uma mulher”, afirmou a relatora do projeto, deputada Professora Dorinha (DEM-TO).

O projeto determina que o homem com a guarda unilateral, ou que seja responsável, de fato, pela criação, poderá questionar as informações da mãe de seus filhos na mesma plataforma e receber uma das cotas de R$ 600 até que a situação seja esclarecida pelo órgão competente.

“O machismo que as mulheres já sofrem cotidianamente na nossa sociedade vemos novamente expresso quando maridos, que nunca se responsabilizaram pelo cuidado dos filhos, agora requerem o auxílio emergencial em nome da família. Trinta milhões de famílias brasileiras são chefiadas por mulheres e 56% são famílias pobres”, disse uma das autoras da proposta, a deputada Fernanda Melchiona (PSOL-RS). 

Após várias denúncias de mulheres que enfrentaram problemas para receber o benefício após uso indevido do CPF dos filhos pelos pais, o trecho que permitia o recebimento do valor em dobro foi vetado pelo presidente Jair Bolsonaro. No entanto, a proposta resgata a possibilidade de concessão do benefício aos pais, com a prioridade para a mãe chefe de família. 

“Muitas mulheres brasileiras de baixa renda enfrentam ainda a violência patrimonial perpetrada por homens sem escrúpulos que, indevidamente, utilizaram e utilizam os CPFs dos filhos menores, que são criados unicamente pelas mães, para acessarem o auxílio emergencial. Isso tem causado enormes prejuízos para essas batalhadoras, além de colocar em risco a sua segurança alimentar e a dos seus dependentes”, afirmou Professora Dorinha.

Duas cotas

O auxílio emergencial foi criado para amenizar os efeitos das medidas de distanciamento e isolamento social necessárias para o enfrentamento da rápida propagação da covid-19. A iniciativa destina o auxílio emergencial de R$ 1,2 mil para mães chefes de família pelo período de três meses.

O texto também determina que a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência – Ligue 180 crie uma opção específica de atendimento para denúncias de violência e dano patrimonial para os casos em que a mulher tiver o auxílio emergencial subtraído, retido ou recebido indevidamente por outra pessoa.

No caso de pagamentos indevidos do benefício emergencial ou realizados em duplicidade por informações falsas, os responsáveis deverão ressarcir os valores recebidos indevidamente ao Poder Público.

*Texto alterado às 21h53 para corrigir os nomes das deputadas.