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Pesquisa aponta que mais da metade das estradas pavimentadas do Paraná apresentam algum tipo de problema

24 de outubro de 2019
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Uma pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) apontou que 56% das estradas federais e estaduais do Paraná, que estão pavimentadas, possuem algum tipo de problema. Informações do G1.

Dos 6,3 mil quilômetros avaliados, 53% estão diretamente ligados à camada asfáltica.

O estudo também apontou que a sinalização em 40,4% da extensão é considerada regular, ruim ou péssima. Os outros 59,6% dos trechos foram considerados ótimos ou bons.

Em 3,1% dos trechos analisados não há faixa central e em 13% faltam faixas laterais, ainda conforme a CNT.

O levantamento também apontou que em 80% dos trechos avaliados a pista é simples. Também foi constatado que não há acostamento em 45,3% dos trechos avaliados. Também não há acostamento e nem barreiras laterais em 51% dos trechos com curvas perigosas.

Oito pontos das estradas foram considerados críticos pela CNT. Eles são situações registradas ao longo da via que podem trazer graves riscos à segurança, como barreiras, erosão e buracos grandes.

Cenário nacional

Em todo o país, o estudo apontou que 59% da malha rodoviária pavimentada apresentam algum problema e foram considerados regulares, ruins ou péssimos.

O Amazonas é o estado com as rodovias em piores condições. Segundo a pesquisa, todas as rodovias avaliadas apresentaram algum tipo de problema.

O outro lado

Em nota, o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR), informou que DER/PR que recebeu a pesquisa mencionada e está analisando os dados informados.

A nota diz ainda que por meio de programas de conservação e melhorias e que já foram investidos cerca de R$ 360 milhões nestes programas até o momento.

“Por meio deles são realizados remendos superficiais e profundos, reperfilagem, microrrevestimento, melhorias no sistema de drenagem, sinalização, limpeza, pintura e roçada em 9,8 mil quilômetros de rodovias estaduais de todas as regiões do Estado. Já foram investidos cerca de R$ 360 milhões nestes programas até o momento”, diz trecho da nota.

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