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País precisa recuperar empregos, diz Picler

15 de maio de 2018
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País precisa recuperar empregos, diz Picler

O professor Wilson Picler, presidente da Uninter Educacional, voltou a defender nesta segunda-feira, 14, medidas e ações que retomem a criação de empregos e acabem com a crescente precarização das condições de trabalho no País. “Este momento exige a união de empresários e trabalhadores, porque o que está em jogo é um bem muito precioso, o trabalho”, disse Picler, na sessão sobre o dia do trabalho na Câmara de Vereadores de Paranaguá.

“O país precisa recuperar os empregos, que é o que traz dignidade para cada um de nós”, ressaltou. Picler afirmou que 13,1% do PIB (somatória de toda produção do país) é destinado ao funcionalismo público do Brasil. “Então vemos, que a grande força de trabalho desse país, mais de 86,9%, vem da iniciativa privada, ou seja, das empresas”, detalhou.

O presidente da Uninter reafirmou a urgência em buscar um novo momento para o Brasil através de acordos entre trabalhadores e representantes do setor produtivo. “Juntos, empregados e empregadores, empresa e trabalhadores, podemos desenvolver esse país, preservar os empregos já existentes e abrir mais postos de trabalho aos 14 milhões de brasileiros que estão desempregados”.

Mercado globalizado – “É o momento em que temos que nos unir. As empresas brasileiras já geram empregos, oportunidades e, num mundo competitivo com China e Ásia numa crescente, não há mais espaço para se falar em altos lucros”, frisou.

A empresa brasileira, segundo Picler, tem baixíssima competitividade e tem que se reposicionar diante desse mercado cada vez mais globalizado e com baixo custo de produção. “O que acontece hoje no Brasil é que as empresas estão fechando pela alta carga de impostos e abrindo suas portas em outros países”, disse.

“Temos que pensar num Brasil junto com o trabalhador porque o que está em jogo são as condições de trabalho. Não podemos mais permitir e achar normal que as empresas fechem suas portas no Brasil para se estabelecerem em outro país, como o Paraguai, por exemplo, que tem levado empresas em grande número. Temos que juntos, empresas e trabalhadores, lutar nesse mundo globalizado e encontrar soluções rapidamente. O Brasil não pode mais esperar”, completou

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