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Operação Merom do BPFron apreende R$ 1 milhão em agrotóxicos contrabandeados

24 de setembro de 2018
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A Operação Merom, deflagrada pelo Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron) da Polícia Militar, resultou na apreensão de aproximadamente 25 quilos de carne de capivara, uma arma de fogo (espingarda de caça calibre .20) e mais de 350 quilos de agrotóxicos, que valem aproximadamente R$ 1 milhão.

As ocorrências foram nas cidades de Toledo e Vera Cruz do Oeste, região fronteiriça do Estado com o Paraguai, entre sexta-feira (21) e a madrugada desta segunda-feira (24). Durante o atendimento a outras ocorrências, o batalhão apreendeu uma Ford F-1000 carregada com produtos contrabandeados e retirou de circulação sete quilos de maconha.

Os policiais militares desencadearam abordagens e fiscalizações em regiões estratégicas e vias de acesso ao interior do Estado para inibir o tráfico de drogas, armas e contrabando. “O BPFron é uma unidade que atua no combate aos crimes transfronteiriços e as operações são feitas para inibir os delitos e impedir ao máximo que materiais ilícitos cheguem aos municípios do Estado”, disse o porta-voz do BPFron, capitão Nairo de Oliveira Cardoso da Silva.

APREENSÕES – Durante as atividades ostensivas, os policiais militares abordaram um Fiat Siena, de cor vermelha, que estava na região rural de Toledo (PR), no qual encontraram a espingarda com quatro munições intactas e duas deflagradas, e um recipiente com aproximadamente 25 quilos de carne de capivara, animal nativo da fauna paranaense. O motorista, de 57 anos, acabou preso em flagrante e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil da cidade. ]

Em outra situação, as equipes do BPFron, abordaram um VW Saveiro que estava carregado com 370 quilos de agrotóxicos contrabandeados do Paraguai. A abordagem foi em Vera Cruz do Oeste e o responsável pela mercadoria, de 22 anos, acabou preso e encaminhado à Polícia Federal. O carro e os produtos foram levados à Receita Federal.

De acordo com o capitão Nairo, o comércio de agrotóxicos paraguaios rende alta lucratividade aos criminosos. “Agricultores vão até o Paraguai, preparam os insumos e voltam às propriedades já fazendo a pulverização do produto nas plantações. Cada saco custa, em média, R$ 200,00 no mercado negro”.

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