Óleo de coco é boa alternativa para substituir milho e soja em dietas equilibradas, dizem nutricionistas

São Paulo, SP 27/7/2020 –

Uso do alimento deve estar adicionado à adoção de hábitos saudáveis; processo de extração natural explica vantagem em relação aos “concorrentes”

Queridinho entre os nutricionistas e nutrólogos antenados nos benefícios deste alimento, o óleo de coco tem sido fonte de inúmeros artigos científicos que abordam dietas equilibradas para redução de peso ou melhora nos índices que regulam a saúde cardiovascular. Assim como toda gordura, no entanto, ele deve ser consumido de maneira moderada.

“Antes de tudo é bom entender que o óleo de coco sozinho, de maneira isolada, não vai fazer ninguém emagrecer. Adicionar proteínas, fibras alimentares e verduras faz toda a diferença, mas existem estudos que mostram que, em comparação aos óleos de soja, milho ou canola, a substituição pelo coco é uma boa alternativa”, explica a dra. Aline David Silva, nutricionista, mestre em fisiologia humana pela USP.

Para a nutricionista, a grande vantagem do óleo de coco em relação aos “concorrentes” está em seu processo de extração, feito de maneira natural.

“Este processo apresenta uma quantidade de aditivos químicos muito menor, o que é uma vantagem. A extração do óleo de coco é feita em um processo a frio, o que elimina a adoção dos chamados solventes orgânicos”, analisa a nutricionista.

Segundo os especialistas, o principal efeito do óleo de coco está diretamente ligado à saúde vascular. A ingestão moderada do alimento para temperar saladas e até mesmo em substituição ao óleo de cozinha promove o aumento do chamado colesterol bom (HDL) e não interfere no chamado colesterol ruim (LDL).

“Um estudo publicado na revista Life Sciences Research Office apontou que o consumo de óleo de coco não aumenta o colesterol nem o risco de se desenvolver doenças coronarianas, pois ele regula as taxas de HDL, o bom colesterol”, explica a nutróloga Daniela Gomes, em entrevista publicada pelo site do HCor, o Hospital do Coração em São Paulo.

Outro ponto positivo está na ausência de restrição de consumo. Segundo Aline David, a regra é simples. “Pessoas saudáveis podem consumir até 10% de gordura saturada em suas dietas, como é o caso do óleo de coco. Pessoas com hipertensão e diabetes, por exemplo, também podem consumir, mas a ingestão deve ser menor, cerca de 7%”, avalia.

Entre os que mais se beneficiam do óleo de coco estão os praticantes de atividades esportivas. Por ser um tipo de gordura rica em triglicerídeos de cadeia média – um tipo de gordura que é rapidamente absorvida pelo corpo humano, o alimento fornece energia quase que de maneira instantânea para esportistas. A gordura também é importante do ponto de vista hormonal, regulando a resposta inflamatória e imune.

“Quando ingerimos o óleo de coco, ele é 100% aproveitado como fonte de energia, de forma rápida, pois não há a necessidade de enzimas para sua digestão e absorção”, aponta Alan Tiago Scaglione, nutricionista da Estima Nutrição, em São Paulo, em entrevista publicada pelo site Sua Corrida.

Website: http://www.passoavanti.com.br/

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Como melhorar o controle de notas fiscais no sistema de gestão de frota corporativa?

São Paulo, SP 28/7/2020 –

Aplicativo documenta notas fiscais de abastecimento dos veículos da frota facilitando os processos burocráticos das empresas

Gerenciar o controle do consumo de combustível em uma frota corporativa não parece ser uma tarefa simples tampouco agradável. Na maioria dos casos o processo é manual e demanda tempo que poderia estar sendo empregado em tarefas estratégicas para o negócio.

Para dar suporte às atividades de prestação de contas, a SODEXO adicionou uma nova função de recolhimento automático de notas fiscais à plataforma de gestão de frotas. Esta funcionalidade tem como principal objetivo otimizar o processo burocrático de recolhimento de notas.

O sistema de recolha de notas fiscais pode gerar uma economia para a empresa de até 25% com a retenção dos créditos dos impostos previstos por lei, como ICMS, PIS e Cofins.

Os postos que aceitam Wizeo também ganham em eficiência, porque não precisam se preocupar em subir as notas fiscais eletrônicas na plataforma online do Wizeo para fins de reembolso.

Como funciona:

O condutor realiza o abastecimento em um posto de gasolina que aceita o Wizeo e, na hora do pagamento, pede que a nota fiscal seja emitida no nome da empresa em que trabalha.

O posto de gasolina emite a nota fiscal eletrônica (NFe) com os dados da empresa.

Todas as NFes correspondentes a consumo de combustível com Wizeo que foram emitidas pelos postos de gasolina ficam disponíveis no sistema de gestão de frotas da SODEXO, a plataforma online que o gestor de frota já usa para realizar o controle diário de tarefas.

Com essas informações, o gestor de frota consegue fazer a conciliação financeira (abastecimentos x gastos) na própria ferramenta, ganhando tempo e tomando as providências que forem necessárias para otimizar sua operação.

Clique aqui para acessar o !link infográfico do Wizeo
https://www.sodexobeneficios.com.br/qualidade-de-vida/noticias/gestao-de-pessoas/infografico-como-a-sodexo-reduz-os-custos-com-gestao-de-frota-da-sua-empresa.htm

Clique aqui para mais informações sobre o !link Wizeo, Gestão de Frotas
https://www.sodexobeneficios.com.br/institucional/sala-de-imprensa-sodexo/produtos/sodexo-beneficios-e-incentivos-investe-em-novo-rumo-para-a-gestao-de-frotas.htm

Dados mostram o baixo Nível de Serviço no Brasil

São Paulo, SP 28/7/2020 – Não existe um bom nível de serviço sem medir erros e sem um plano de ação para corrigi-los. Um SLA precisa ser palpável, visível e com foco em melhorias.

Dados mostram o baixo Nível de Serviço no Brasil e Antonio Wrobleski fala sobre a importância da análise de dados para mudar esse cenário.

O conceito de SLA, Service Level Agreement, surgiu na década de 1990 para medir e gerenciar a qualidade do serviço em ambientes computacionais e, atualmente, é utilizado em diversos segmentos. 

Dados do Sindec de 2019 mostram que 40% das reclamações na plataforma Consumidor.gov.br (serviço público que permite a interlocução direta entre consumidores e empresas para solução de conflitos de consumo) são sobre o setor de telecomunicações e 22% sobre serviços financeiros. 

No Brasil, quase 50% da população não tem acesso a coleta de esgoto, segundo dados do Instituto Trata Brasil, e 35 milhões não têm acesso a água tratada (SNIS 2017).

Durante o isolamento social têm crescido as reclamações contra serviços de internet e telefonia e entregas. Para se ter uma ideia, as queixas sobre compras on-line no Distrito Federal cresceram 74% na pandemia (Procon) e as queixas contra serviços de internet cresceram 71,4% em Campinas (Anatel).

Para Antonio Wrobleski, Presidente do Conselho da Pathfind – empresa de tecnologia que oferece soluções em otimização para as áreas de logística, vendas e trade marketing, esses números mostram que os motivos para essa baixa qualidade na prestação de serviços são diversos, e começam no mau exemplo da gestão pública, mas o principal é que as empresas não estão medindo e nem ao menos se preocupando com seu nível de serviço. 

Para Wrobleski, falta análise de dados. Ele explica que poucas empresas têm se dedicado a olhar seu dashboard, realizar pesquisas com os clientes e, principalmente, a usar esses dados com estratégia para otimizar os serviços oferecidos. 

“Não existe um bom nível de serviço sem medir erros e sem um plano de ação para corrigi-los. Um SLA precisa ser palpável, visível e com foco em melhorias constantes. Sem isso, é apenas mais um documento que ficará esquecido”, diz Wrobleski.

Ele ainda explica que se o Nível de Serviço não for tratado com prioridade, ele nunca será de fato implementado.”Ou a empresa já está crescendo sem ele, ou o país está em crise e até porque existe uma pandemia mundial. Sempre haverá um motivo para não priorizar o que é de fato prioridade”, finaliza.

Um bom nível de serviço e de atendimento significa cliente satisfeito. Cliente satisfeito é cliente fiel, aumentando a taxa de retenção e o lifetime value

Website: http://www.pathfind.com.br