O PT E A CONJUNTURA ELEITORAL DO PARANÁ

O quadro eleitoral no Paraná se apresenta com alternativas de cenários que colocam os partidos com a necessidade de permanentemente revisitarem suas estratégias e seus posicionamentos.

Neste momento temos quatro conjuntos de forças políticas se movimentando para a disputa eleitoral do próximo ano:

1) o PMDB, na pessoa do vice governador Orlando Pessutti de um lado, que se apresenta para a disputa ao governo do Estado com o objetivo de defender a continuidade do atual governo e com o atual governador Roberto Requião de outro que indica sua candidatura ao Senado Federal;

2) o PSDB, reunindo os campos mais a direita em nosso espectro político, responsável por organizar e coordenar o palanque eleitoral do candidato do PSDB a presidência da República, a ser representado por José Serra ou Aécio Neves;

Leia AQUI o restante da nota do PT-PR

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Câmara aprova projeto que exige fisioterapeuta em CTI em tempo integral

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (4) o Projeto de Lei 1985/19, da deputada Margarete Coelho (PP-PI), que disciplina a permanência de fisioterapeutas em Centros de Terapia Intensiva (CTIs) adulto, pediátrico e neonatal. A matéria será enviada ao Senado.

Em seguida, a sessão da Câmara foi encerrada.

O texto foi aprovado na forma de um substitutivo da deputada Aline Sleutjes (PSL-PR), cujo relatório foi lido em Plenário pela deputada Maria Rosas (Republicanos-SP).

A única mudança no texto retira a quantidade mínima de profissionais, que era de um para cada dez leitos. Entretanto, continua a determinação de que a presença do fisioterapeuta deverá ser ininterrupta, nos turnos matutino, vespertino e noturno, perfazendo um total de 24 horas.

A disponibilidade em tempo integral para assistência aos pacientes internados nesses centros de terapia intensiva deverá ser durante o horário em que o fisioterapeuta estiver escalado para atuar nesses locais.

“Pelo grau de importância do fisioterapeuta para o restabelecimento das pessoas internadas, a presença constante desse profissional é essencial, pois ele reduz o número de dias de internação, ainda mais nessa época de Covid-19”, afirmou a autora da proposta.

Próximas votações
Os deputados voltam a se reunir em sessão deliberativa virtual na próxima terça-feira (9), às 13h55, com pauta a ser divulgada após reunião de líderes a ser realizada às 10h30 desta sexta-feira (5).

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Câmara dá prioridade para mãe chefe de família no auxílio emergencial

Texto vai agora para análise do Senado

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (2) projeto de lei que dá prioridade de recebimento do auxílio emergencial às mães chefes de família, quando o pai também informa ser o responsável pelos dependentes. A matéria segue para análise do Senado. As informações são da Agência Brasil.

Pelo texto aprovado, caso haja conflito entre as informações prestadas pela mãe e pelo pai, a preferência de recebimento das duas cotas de R$ 600 será da mãe, ainda que sua autodeclaração na plataforma digital tenha ocorrido depois daquela feita pelo pai.

“Apenas 3,6% das famílias brasileiras tinham uma configuração com homem sem cônjuge e com filho, segundo o IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística], e mais de 80% das crianças no Brasil têm como primeiro responsável uma mulher”, afirmou a relatora do projeto, deputada Professora Dorinha (DEM-TO).

O projeto determina que o homem com a guarda unilateral, ou que seja responsável, de fato, pela criação, poderá questionar as informações da mãe de seus filhos na mesma plataforma e receber uma das cotas de R$ 600 até que a situação seja esclarecida pelo órgão competente.

“O machismo que as mulheres já sofrem cotidianamente na nossa sociedade vemos novamente expresso quando maridos, que nunca se responsabilizaram pelo cuidado dos filhos, agora requerem o auxílio emergencial em nome da família. Trinta milhões de famílias brasileiras são chefiadas por mulheres e 56% são famílias pobres”, disse uma das autoras da proposta, a deputada Fernanda Melchiona (PSOL-RS). 

Após várias denúncias de mulheres que enfrentaram problemas para receber o benefício após uso indevido do CPF dos filhos pelos pais, o trecho que permitia o recebimento do valor em dobro foi vetado pelo presidente Jair Bolsonaro. No entanto, a proposta resgata a possibilidade de concessão do benefício aos pais, com a prioridade para a mãe chefe de família. 

“Muitas mulheres brasileiras de baixa renda enfrentam ainda a violência patrimonial perpetrada por homens sem escrúpulos que, indevidamente, utilizaram e utilizam os CPFs dos filhos menores, que são criados unicamente pelas mães, para acessarem o auxílio emergencial. Isso tem causado enormes prejuízos para essas batalhadoras, além de colocar em risco a sua segurança alimentar e a dos seus dependentes”, afirmou Professora Dorinha.

Duas cotas

O auxílio emergencial foi criado para amenizar os efeitos das medidas de distanciamento e isolamento social necessárias para o enfrentamento da rápida propagação da covid-19. A iniciativa destina o auxílio emergencial de R$ 1,2 mil para mães chefes de família pelo período de três meses.

O texto também determina que a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência – Ligue 180 crie uma opção específica de atendimento para denúncias de violência e dano patrimonial para os casos em que a mulher tiver o auxílio emergencial subtraído, retido ou recebido indevidamente por outra pessoa.

No caso de pagamentos indevidos do benefício emergencial ou realizados em duplicidade por informações falsas, os responsáveis deverão ressarcir os valores recebidos indevidamente ao Poder Público.

*Texto alterado às 21h53 para corrigir os nomes das deputadas. 

O PT E A CONJUNTURA ELEITORAL DO PARANÁ

O PT E A CONJUNTURA ELEITORAL DO PARANÁ

O quadro eleitoral no Paraná se apresenta com alternativas de cenários que colocam os partidos com a necessidade de permanentemente revisitarem suas estratégias e seus posicionamentos.

Neste momento temos quatro conjuntos de forças políticas se movimentando para a disputa eleitoral do próximo ano:

1) o PMDB, na pessoa do vice governador Orlando Pessutti de um lado, que se apresenta para a disputa ao governo do Estado com o objetivo de defender a continuidade do atual governo e com o atual governador Roberto Requião de outro que indica sua candidatura ao Senado Federal;

2) o PSDB, reunindo os campos mais a direita em nosso espectro político, responsável por organizar e coordenar o palanque eleitoral do candidato do PSDB a presidência da República, a ser representado por José Serra ou Aécio Neves;

3) o PDT, representado pelo senador Osmar Dias como candidato ao governo do Estado e que busca diálogo com amplos setores da economia paranaense, seja da indústria, comércio, grandes cooperativas e setores sociais mais organizados; e

4) o Partido dos Trabalhadores que trabalha no sentido da construção de um palanque forte para a campanha da ministra Dilma Rousseff no Paraná com o objetivo de garantir a continuidade das conquistas do governo Lula e que para isso implementa um forte movimento pela construção de uma ampla aliança entre os partidos da base aliada do Governo Federal ou, se isso não for possível, uma candidatura própria ao governo do Estado que marchará junto com a nossa candidatura ao Senado, na defesa da continuidade do nosso governo no plano nacional.

Diante deste quadro o Partido dos Trabalhadores do Paraná reafirma o seu compromisso em intervir politicamente para fortalecer o projeto de desenvolvimento do Brasil que está sendo conduzido pelo presidente Lula. Projeto que está mudando a vida do povo brasileiro. Projeto que reafirma o papel do Estado na condução do processo de desenvolvimento econômico e social de nosso país. Projeto que terá continuidade com a ministra Dilma Roussef presidenta do povo brasileiro.

Reafirmamos, também, nossos esforços para construirmos aqui no Paraná uma aliança com os partidos da base política do governo do presidente Lula, buscando dar sustentação a sucessão nacional e, ao mesmo tempo, fortalecer um projeto alinhado de desenvolvimento sustentável e inclusivo no Estado do Paraná.

Afirmamos, entretanto, ao conjunto do Partido e à sociedade paranaense que em momento algum o PT, para o alcance de nossos objetivos, ficará refém, aqui no Paraná do posicionamento dos partidos que compõem nossa base aliada no plano nacional. Construiremos aqui todas as condições políticas para sustentar o projeto nacional e intervir no quadro eleitoral paranaense, evidenciando o papel protagonizado pelo PT na construção e defesa das políticas públicas que estão mudando o Brasil, seja isso dentro da ampla aliança que defendemos ou não.

Reafirmamos, também, nosso posicionamento contrário a chamada CPI do MST, entendendo-a como movimento político-eleitoral na tentativa de criminalização dos movimentos sociais e de desgaste do governo federal.

Externamos, por fim, nosso apoio e solidariedade ao deputado estadual professor Lemos em razão dos ataques sofridos por parte da liderança do governo na Assembleia Legislativa na discussão sobre o Orçamento do Estado reafirmando nossa posição em defesa dos 25% dos recursos para educação, bem como em razão da postura preconceituosa e desrespeitosa adotada esta semana pelo Governador Requião em relação ao deputado e ao direito de liberdade de orientação sexual de todos.

Curitiba, 30 de outubro de 2009

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Câmara aprova projeto que exige fisioterapeuta em CTI em tempo integral

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (4) o Projeto de Lei 1985/19, da deputada Margarete Coelho (PP-PI), que disciplina a permanência de fisioterapeutas em Centros de Terapia Intensiva (CTIs) adulto, pediátrico e neonatal. A matéria será enviada ao Senado.

Em seguida, a sessão da Câmara foi encerrada.

O texto foi aprovado na forma de um substitutivo da deputada Aline Sleutjes (PSL-PR), cujo relatório foi lido em Plenário pela deputada Maria Rosas (Republicanos-SP).

A única mudança no texto retira a quantidade mínima de profissionais, que era de um para cada dez leitos. Entretanto, continua a determinação de que a presença do fisioterapeuta deverá ser ininterrupta, nos turnos matutino, vespertino e noturno, perfazendo um total de 24 horas.

A disponibilidade em tempo integral para assistência aos pacientes internados nesses centros de terapia intensiva deverá ser durante o horário em que o fisioterapeuta estiver escalado para atuar nesses locais.

“Pelo grau de importância do fisioterapeuta para o restabelecimento das pessoas internadas, a presença constante desse profissional é essencial, pois ele reduz o número de dias de internação, ainda mais nessa época de Covid-19”, afirmou a autora da proposta.

Próximas votações
Os deputados voltam a se reunir em sessão deliberativa virtual na próxima terça-feira (9), às 13h55, com pauta a ser divulgada após reunião de líderes a ser realizada às 10h30 desta sexta-feira (5).

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Câmara dá prioridade para mãe chefe de família no auxílio emergencial

Texto vai agora para análise do Senado

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (2) projeto de lei que dá prioridade de recebimento do auxílio emergencial às mães chefes de família, quando o pai também informa ser o responsável pelos dependentes. A matéria segue para análise do Senado. As informações são da Agência Brasil.

Pelo texto aprovado, caso haja conflito entre as informações prestadas pela mãe e pelo pai, a preferência de recebimento das duas cotas de R$ 600 será da mãe, ainda que sua autodeclaração na plataforma digital tenha ocorrido depois daquela feita pelo pai.

“Apenas 3,6% das famílias brasileiras tinham uma configuração com homem sem cônjuge e com filho, segundo o IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística], e mais de 80% das crianças no Brasil têm como primeiro responsável uma mulher”, afirmou a relatora do projeto, deputada Professora Dorinha (DEM-TO).

O projeto determina que o homem com a guarda unilateral, ou que seja responsável, de fato, pela criação, poderá questionar as informações da mãe de seus filhos na mesma plataforma e receber uma das cotas de R$ 600 até que a situação seja esclarecida pelo órgão competente.

“O machismo que as mulheres já sofrem cotidianamente na nossa sociedade vemos novamente expresso quando maridos, que nunca se responsabilizaram pelo cuidado dos filhos, agora requerem o auxílio emergencial em nome da família. Trinta milhões de famílias brasileiras são chefiadas por mulheres e 56% são famílias pobres”, disse uma das autoras da proposta, a deputada Fernanda Melchiona (PSOL-RS). 

Após várias denúncias de mulheres que enfrentaram problemas para receber o benefício após uso indevido do CPF dos filhos pelos pais, o trecho que permitia o recebimento do valor em dobro foi vetado pelo presidente Jair Bolsonaro. No entanto, a proposta resgata a possibilidade de concessão do benefício aos pais, com a prioridade para a mãe chefe de família. 

“Muitas mulheres brasileiras de baixa renda enfrentam ainda a violência patrimonial perpetrada por homens sem escrúpulos que, indevidamente, utilizaram e utilizam os CPFs dos filhos menores, que são criados unicamente pelas mães, para acessarem o auxílio emergencial. Isso tem causado enormes prejuízos para essas batalhadoras, além de colocar em risco a sua segurança alimentar e a dos seus dependentes”, afirmou Professora Dorinha.

Duas cotas

O auxílio emergencial foi criado para amenizar os efeitos das medidas de distanciamento e isolamento social necessárias para o enfrentamento da rápida propagação da covid-19. A iniciativa destina o auxílio emergencial de R$ 1,2 mil para mães chefes de família pelo período de três meses.

O texto também determina que a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência – Ligue 180 crie uma opção específica de atendimento para denúncias de violência e dano patrimonial para os casos em que a mulher tiver o auxílio emergencial subtraído, retido ou recebido indevidamente por outra pessoa.

No caso de pagamentos indevidos do benefício emergencial ou realizados em duplicidade por informações falsas, os responsáveis deverão ressarcir os valores recebidos indevidamente ao Poder Público.

*Texto alterado às 21h53 para corrigir os nomes das deputadas.