O novo cenário gerado pela pandemia força os profissionais de beleza a adotarem novas práticas

São Paulo 28/7/2020 – É preciso se reinventar e mostrar aos clientes que você tem diferenciais em seu trabalho. No momento atual é necessário trazer algo inovador para os clientes

O impacto do novo Coronavírus para o setor de beleza faz aumentar ainda mais a necessidade de criar diferenciais e fidelizar os clientes

Além dos diversos cuidados e novos protocolos que os salões, barbearias e esmalterias precisaram incorporar para que retomassem seus atendimentos durante a pandemia do novo Coronavírus, o novo comportamento dos consumidores trouxe outras necessidades técnicas aos profissionais.

O que está sendo chamado de “novo normal” fez com que alguns clientes deixassem de visitar os estabelecimentos de beleza com a mesma frequência de antes.

No caso das barbearias, por exemplo, muitos clientes deixaram de usar a barba longa, seja por que não encontravam um profissional para a manutenção adequada, ou por que a barba mais curta facilita a higienização durante este período de pandemia. Independente do motivo, o resultado é que os clientes passaram a ir menos às barbearias.

Para as manicures, o quase desaparecimento dos eventos sociais e a migração de muitas profissões para a modalidade “home office” fez com que muitas clientes que visitavam os salões e esmalterias semanalmente, deixassem de fazê-lo, ou passassem a fazer com uma frequência muito menor.

Os cabeleireiros receberam um volume maior de clientes no primeiro momento da abertura, para os serviços de corte, coloração e mechas, pois havia uma demanda reprimida, mas infelizmente a tendência é esta curva baixar.

Toda esta mudança de comportamento força os profissionais de todos os segmentos da beleza a se reinventarem.

“Uma das melhores formas de se reinventar neste período é mostrar para os clientes que você tem diferenciais em seu trabalho. A concorrência aumentou e mudou neste período. Por isso é preciso trazer algo novo para os clientes”, é o que afirma o visagista Léo Costa, que lançou recentemente , em parceria com a visagista Débora Belissi, o livro “Beleza Personalizada”, que fala sobre visagismo, abordando de forma objetiva os conceitos necessários para a consultoria e os atendimentos práticos com diferencial.

Os livros são uma excelente forma para busca de informação, mesmo em momentos onde as pessoas estão tão acostumadas a buscar tanta informação na internet. Os livros ainda têm seu prestígio e importância.  

Léo costa, visagista e educador do espaço Beleza Personalizada, junto ao salão Toca Hair na cidade de São Paulo, lembra ainda que “algumas pessoas são mais visuais, e acabam tendo muito mais facilidade para aprender com cursos e vídeos, ao invés de livros. Por isso desenvolvemos um curso totalmente online e voltado à prática do profissional de beleza. Assim fica muito mais fácil para o profissional inserir diferenciais em seu atendimento, o que permite fidelizar seus clientes, principalmente em um momento delicado como o que estamos vivendo”.

O curso criado por Léo Costa e Débora Belissi é o “Visagismo: A Prática do Profissional de Beleza”, vendido aos profissionais de todo o país através da Hotmart, que é uma plataforma que proporciona, além de muita segurança na compra e utilização do curso, a garantia de satisfação ou o dinheiro de volta.

O livro recém-lançado e o curso online podem ser encontrados no site https://www.belezapersonalizada.com.br/visagista-curso-livro-visagismo, onde Léo Costa e Débora Belissi mostram um pouco do seu trabalho com o visagismo.

Website: http://www.belezapersonalizada.com.br

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Como melhorar o controle de notas fiscais no sistema de gestão de frota corporativa?

São Paulo, SP 28/7/2020 –

Aplicativo documenta notas fiscais de abastecimento dos veículos da frota facilitando os processos burocráticos das empresas

Gerenciar o controle do consumo de combustível em uma frota corporativa não parece ser uma tarefa simples tampouco agradável. Na maioria dos casos o processo é manual e demanda tempo que poderia estar sendo empregado em tarefas estratégicas para o negócio.

Para dar suporte às atividades de prestação de contas, a SODEXO adicionou uma nova função de recolhimento automático de notas fiscais à plataforma de gestão de frotas. Esta funcionalidade tem como principal objetivo otimizar o processo burocrático de recolhimento de notas.

O sistema de recolha de notas fiscais pode gerar uma economia para a empresa de até 25% com a retenção dos créditos dos impostos previstos por lei, como ICMS, PIS e Cofins.

Os postos que aceitam Wizeo também ganham em eficiência, porque não precisam se preocupar em subir as notas fiscais eletrônicas na plataforma online do Wizeo para fins de reembolso.

Como funciona:

O condutor realiza o abastecimento em um posto de gasolina que aceita o Wizeo e, na hora do pagamento, pede que a nota fiscal seja emitida no nome da empresa em que trabalha.

O posto de gasolina emite a nota fiscal eletrônica (NFe) com os dados da empresa.

Todas as NFes correspondentes a consumo de combustível com Wizeo que foram emitidas pelos postos de gasolina ficam disponíveis no sistema de gestão de frotas da SODEXO, a plataforma online que o gestor de frota já usa para realizar o controle diário de tarefas.

Com essas informações, o gestor de frota consegue fazer a conciliação financeira (abastecimentos x gastos) na própria ferramenta, ganhando tempo e tomando as providências que forem necessárias para otimizar sua operação.

Clique aqui para acessar o !link infográfico do Wizeo
https://www.sodexobeneficios.com.br/qualidade-de-vida/noticias/gestao-de-pessoas/infografico-como-a-sodexo-reduz-os-custos-com-gestao-de-frota-da-sua-empresa.htm

Clique aqui para mais informações sobre o !link Wizeo, Gestão de Frotas
https://www.sodexobeneficios.com.br/institucional/sala-de-imprensa-sodexo/produtos/sodexo-beneficios-e-incentivos-investe-em-novo-rumo-para-a-gestao-de-frotas.htm

Dados mostram o baixo Nível de Serviço no Brasil

São Paulo, SP 28/7/2020 – Não existe um bom nível de serviço sem medir erros e sem um plano de ação para corrigi-los. Um SLA precisa ser palpável, visível e com foco em melhorias.

Dados mostram o baixo Nível de Serviço no Brasil e Antonio Wrobleski fala sobre a importância da análise de dados para mudar esse cenário.

O conceito de SLA, Service Level Agreement, surgiu na década de 1990 para medir e gerenciar a qualidade do serviço em ambientes computacionais e, atualmente, é utilizado em diversos segmentos. 

Dados do Sindec de 2019 mostram que 40% das reclamações na plataforma Consumidor.gov.br (serviço público que permite a interlocução direta entre consumidores e empresas para solução de conflitos de consumo) são sobre o setor de telecomunicações e 22% sobre serviços financeiros. 

No Brasil, quase 50% da população não tem acesso a coleta de esgoto, segundo dados do Instituto Trata Brasil, e 35 milhões não têm acesso a água tratada (SNIS 2017).

Durante o isolamento social têm crescido as reclamações contra serviços de internet e telefonia e entregas. Para se ter uma ideia, as queixas sobre compras on-line no Distrito Federal cresceram 74% na pandemia (Procon) e as queixas contra serviços de internet cresceram 71,4% em Campinas (Anatel).

Para Antonio Wrobleski, Presidente do Conselho da Pathfind – empresa de tecnologia que oferece soluções em otimização para as áreas de logística, vendas e trade marketing, esses números mostram que os motivos para essa baixa qualidade na prestação de serviços são diversos, e começam no mau exemplo da gestão pública, mas o principal é que as empresas não estão medindo e nem ao menos se preocupando com seu nível de serviço. 

Para Wrobleski, falta análise de dados. Ele explica que poucas empresas têm se dedicado a olhar seu dashboard, realizar pesquisas com os clientes e, principalmente, a usar esses dados com estratégia para otimizar os serviços oferecidos. 

“Não existe um bom nível de serviço sem medir erros e sem um plano de ação para corrigi-los. Um SLA precisa ser palpável, visível e com foco em melhorias constantes. Sem isso, é apenas mais um documento que ficará esquecido”, diz Wrobleski.

Ele ainda explica que se o Nível de Serviço não for tratado com prioridade, ele nunca será de fato implementado.”Ou a empresa já está crescendo sem ele, ou o país está em crise e até porque existe uma pandemia mundial. Sempre haverá um motivo para não priorizar o que é de fato prioridade”, finaliza.

Um bom nível de serviço e de atendimento significa cliente satisfeito. Cliente satisfeito é cliente fiel, aumentando a taxa de retenção e o lifetime value

Website: http://www.pathfind.com.br