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Ministro Eduardo Braga abre 2º Seminário de Energias Renováveis

14 de outubro de 2015
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Ministro Eduardo Braga abre 2º Seminário de Energias Renováveis

O Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, abrirá o “2º Seminário Energias Renováveis como Vetor de Desenvolvimento do Oeste do Paraná”, organizado pelo Programa Oeste em Desenvolvimento, no dia 19, às 19h, no Hotel Bourbon Cataratas, em Foz do Iguaçu.

Participam também da cerimônia de abertura o diretor-geral da Itaipu, Jorge Samek; o secretário do Planejamento e Coordenação Geral do Paraná, Sílvio Barros e o secretário estadual da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes.

As atividades voltadas a estimular o uso de recursos energéticos renováveis nas propriedades do Oeste para promover o desenvolvimento ocorrerão paralelas à “Conferência Internacional Smart Energy – Energias Inteligentes”. Considerado o maior sul do Brasil, o evento, cujo objetivo é aproximar avançadas soluções tecnológicas aplicadas às questões de smart snergy, tradicionalmente realizado em Curitiba, pelo segundo ano acontecerá em Foz do Iguaçu.

A Smart Energy reunirá mais de 800 pessoas entre especialistas nacionais e internacionais, empresários, gestores e membros de agências e entidades de governo, fabricantes e fornecedores, pesquisadores, professores e estudantes para debater cenário, mercado, evolução tecnológica, regulamentação, desenvolvimento de negócios e políticas públicas sobre as energias inteligentes.

Seminário

Segundo o representante do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no Oeste em Desenvolvimento, Augusto Stein, hoje, dois dos principais entraves para ampliar o crescimento das quatro cadeias produtivas da região – o pescado, a avicultura, a suinocultura e leite – é a logística e a instabilidade da energia na área rural, a qual deixa os produtores inseguros para investir. No verão, por exemplo, poucos minutos sem eletricidade pode causar centenas de mortes de aves. A produção de frango anual na região chega a 1 milhão de toneladas.

No entendimento dele, a partir do uso de energias renováveis, seria possível melhorar esse fornecimento de energia e utilizar os dejetos dos próprios animais para produzir combustível limpo e barato, reduzindo os custos com o transporte. “Queremos estimular os produtores do Oeste a utilizar as energias renováveis de produção local. Para isso, precisamos apresentar propostas factíveis”, explicou.

Uma das formas de transformar esse uso em realidade que será apresentada durante o seminário é fomentar a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação voltados para as fontes de energias renováveis, bem como identificar as linhas de créditos para potencializar os agentes fomentadores e financiadores. “Acreditamos que uso de energias renováveis como o biogás, a solar e PCHs seja um dos fatores fundamentais para desenvolver o território”.

Além da programação técnica de palestras, haverá uma Feira de produtos e serviços.

O seminário, promovido pelo Programa Oeste em Desenvolvimento, através da Câmara Técnica de Energias Limpas e Renováveis, e Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, é realizado pelo Sebrae e Paranametrologia e tem o apoio de instituições como Itaipu Binacional, CIBiogas-ER, Copel entre outros.

Mais informações no site

Oeste em Desenvolvimento

Lançado em agosto de 2014, o Programa Oeste em Desenvolvimento reúne mais de 30 instituições, entre elas Itaipu Binacional, Fundação Parque Tecnológico Itaipu (PTI), Sebrae-PR, Ocepar, Caciopar, Amop, Emater, Fiep além de cooperativas e instituições de ensino superior.

O objetivo do programa segundo o presidente, Mário Costenaro, é promover o crescimento econômico em uma das regiões que mais crescem no país. O primeiro passo foi fazer um diagnóstico econômico territorial para conhecer de perto os 50 municípios do Oeste com suas dificuldades e potencialidades. Agora, com a participação coletiva, focado nas suas cadeias propulsivas, trabalha para, gradualmente, multiplicar prosperidade.

As atividades são divididas em cinco eixos: Infraestrutura e Logística, Pesquisa e Desenvolvimento, Crédito e Fomento, Capital Social e Cooperação, e Energias Limpas e renováveis.

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