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Manifestação contra reformas afeta as grandes cidades e termina em violência

MAPRO10 - RIO DE JANEIRO - RJ - 28/04/2017 - PROTESTO/ GREVE GERAL - ECONOMIA OE - Centrais sindicais entre outras categorias realizam um protesto na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), nesta sexta-feira, 28, contra as reformas da Previdência e trabalhista em discussão na Câmara e propostas pelo presidente Michel Temer. Na foto, confronto entre policiais e manifestantes na Cinelandia. FOTO: MARCOS ARCOVERDE/ESTADÃO

A greve geral convocada para a sexta-feira pelas centrais sindicais, para protestar principalmente contra os projetos de reforma trabalhista e da Previdência, afetou a rotina de cidades em todos os Estados. Com a adesão dos trabalhadores do setor de transportes, as ruas, principalmente das grandes cidades, ficaram vazias. Em São Paulo, os índices de congestionamento ficaram bem abaixo da média. As paralisações deixaram milhões de pessoas sem transporte público e transformaram parte das capitais do País em “cidades fantasma”. No Rio de Janeiro, manifestantes atearam fogo em dois ônibus na Cinelândia, quebra veículo e uma mulher foi ferida por uma bala de borracha. As informações são do Estado de São Paulo. As avaliações sobre o movimento eram divergentes. Mas, para boa parte dos analistas, o impacto na aprovação das reformas em tramitação no Congresso não deve ser muito forte. Para a consultoria Eurasia, que prevê que tanto a reforma trabalhista quanto a previdenciária sejam aprovadas até julho, as manifestações foram menores do que o esperado. A avaliação é que novos protestos poderão ocorrer nas próximas semanas, mas não devem paralisar o Congresso.

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