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Lava-Jato: ré por corrupção, Gleisi Hoffmann é a primeira da fila no STF e poderá fazer companhia a Lula

5 de fevereiro de 2018
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Lava-Jato: ré por corrupção, Gleisi Hoffmann é a primeira da fila no STF e poderá fazer companhia a Lula

Ucho Haddad

As intermináveis bravatas de Lula, Gleisi Helena Hoffmann e outros “camaradas”, que ameaçam descumprir decisões judiciais e já receberam dura resposta da presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, podem enfrentar revés ainda mais devastador. O que para chefes de quadrilha pode representar pouco.

Guindada à presidência nacional do Partido dos Trabalhadores para ser uma espécie de para-raios do ex-metalúrgico e ao mesmo tempo com a incumbência de atuar como ‘buldogue do Lula’, Gleisi está a um passo de ingressar na seara condenatória que se formou a partir da Operação Lava-Jato.

Citada nas planilhas de propina das empreiteiras do Petrolão sob os sugestivos codinomes “Amante” e “Coxa” – o primeiro lhe rendeu constrangimentos no seio familiar –, Gleisi, que é ré por corrupção e lavagem de dinheiro em ação penal que tramita no STF, poderá ser condenada em breve.

Relator da Lava-Jato no STF, o ministro Luiz Edson Fachin enviou para a revisão do colega Celso de Mello a ação penal contra Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Essa pode ser a primeira investigação da Lava Jato a ter um desfecho no Supremo, cabendo a Celso de Mello marcar a data do julgamento da ação.

Gleisi Helena, que tanto defende Lula, poderá fazer companhia para o petista-mor no Complexo Médico-Penal de Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Enquanto isso não acontece, Gleisi, para o desespero de muitos “companheiros” e da cúpula petista, continua cometendo sandices das mais variadas Brasil afora. O que coloca o partido em situação de extrema dificuldade perante o Judiciário nacional e a opinião pública.

Em qualquer país minimamente sério e com autoridades providas de rasas doses de responsabilidade, Gleisi Hoffmann já estaria fora da política, talvez presa por causa do seu conhecido besteirol.

Acreditando ser a versão moderna e de saia do folclórico Aladim, o gênio da lâmpada, Gleisi Helena ainda não explicou aos brasileiros de bem a sua decisão de nomear a cargo de assessor especial da Casa Civil um pedófilo condenado a mais de cem anos de prisão.

Eduardo Gaievski, petista de carteirinha e íntimo de Gleisi, recebeu da então ministra a missão de cuidar dos programas federais destinados a crianças e adolescentes. No melhor estilo “o rato e a fábrica de queijos”.

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