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JORNAIS DEVEM ATRAIR JOVENS COM VERSÃO ON-LINE ATRATIVA, DIZ PESQUISA

Da Folha de S. Paulo

Para conquistar jovens leitores, os jornais impressos precisam se reinventar em plataformas digitais. É preciso aprimorar a experiência de leitura nos meios digitais e também proporcionar experiências com a marca no mundo real. Por exemplo, patrocinando eventos importantes para essa faixa de público.

Essa é uma das conclusões de pesquisa sobre consumo de notícia realizada pela agência Giovanni+Draftfcb. "O jornal não pode se privar desses jovens. Mas, para atingir esse público, tem de estar presente na vida dele e fazer a versão on-line ficar mais gostosa", diz Márcia Amorim, gerente da agência e responsável pela pesquisa.

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JORNAIS DEVEM ATRAIR JOVENS COM VERSÃO ON-LINE ATRATIVA, DIZ PESQUISA

Jornais devem atrair jovens com versão on-line atrativa, diz pesquisa

da Folha de S. Paulo

Para conquistar jovens leitores, os jornais impressos precisam se reinventar em plataformas digitais. É preciso aprimorar a experiência de leitura nos meios digitais e também proporcionar experiências com a marca no mundo real. Por exemplo, patrocinando eventos importantes para essa faixa de público.

Essa é uma das conclusões de pesquisa sobre consumo de notícia realizada pela agência Giovanni+Draftfcb. "O jornal não pode se privar desses jovens. Mas, para atingir esse público, tem de estar presente na vida dele e fazer a versão on-line ficar mais gostosa", diz Márcia Amorim, gerente da agência e responsável pela pesquisa.

Esse jovem, diz Amorim, não lê jornal impresso. Porém muitos podem ser atraídos para os sites dos jornais, pois reconhecem a força de marca dos principais títulos por conta da experiência que tiveram ou têm em casa, com o hábito de leitura dos pais.

"Quem tem jornal em casa tem carinho pela marca. A família cria vínculo forte. O desafio é fazer a marca ter significado para eles."

Foram ouvidas 80 pessoas das classes AB, entre 16 e 60 anos, assinantes e ex-assinantes de jornais. Elas foram reunidas em grupos de discussões realizadas em lanhouses ou nas próprias casas. Das conversas surgiram três perfis de consumidor de informação: os "dataholics", os "datalimits" e os "dataspecialists".

Os primeiros, na maioria jovens até 24 anos, são superconectados e se informam por meio de redes sociais ou pelos sites de jornais e diferentes portais de notícia na internet.

O segundo grupo é mais seletivo, não sofre por não saber tudo o tempo inteiro: está em busca mais de qualidade do que quantidade ou rapidez, seja no papel ou na internet.

O último grupo são consumidores quase "profissionais" de notícia, dominam as ferramentas de buscas, informam-se em blogs, precisam da informação para alimentar o próprio trabalho.

Segundo Márcia Amorim, para todos esse públicos, o conceito de informação relevante é amplo e subjetivo. "A informação relevante não está limitada ao noticiário sério de política ou economia."

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