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IMPRENSA NACIONAL MOSTRA O CAOS NA SAÚDE EM FOZ

Por Gabriel Azevedo no Jornal do Iguaçu:

Samuel da Silva Júnior, um menino de três anos de idade, ficou quase uma semana com uma bala na cabeça, no Paraná. A família só descobriu que a criança estava com o projétil alojado no cérebro depois de passar por três médicos. Um raio X mostrou a bala na cabeça da criança, que passou por uma cirurgia e está no hospital, se recuperando. O garoto só foi internado cinco dias depois de levar o tiro e de passar por duas consultas, sem que os médicos desconfiassem que ele tinha uma bala alojada no cérebro.

O menino brincava com um amigo na rua, quando entrou em casa reclamando de um machucado na cabeça. O amigo ainda levou umas palmadas, porque a família achou que ele tinha dado uma pedrada no garoto.

Com a cabeça sangrando, ele foi levado para o hospital, para a primeira consulta. Atendido por uma médica, voltou para casa com uma receita de analgésico e antibiótico. Quatro dias depois, como o menino continuava com dores e não comia direito, as tias o levaram a um posto de saúde. Outra médica fez o atendimento e não pediu uma radiografia.

”Nem chegou a olhar, na verdade. Só falou que não podia dar ponto, porque tinha que ter dado ponto no primeiro dia”, afirmou Divalcir Oliveira, tia do garoto. (Leia mais)

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