IBGE ABRE 11 MIL VAGAS PARA PESQUISADOR NO PARANÁ

O IBGE vai realizar o Censo 2010 e para essa operação serão selecionados mais de 190 mil recenseadores. Há vagas em todos os municípios do país. No Paraná serão 11.162 vagas. Para participar do processo seletivo é necessário ter 18 anos completos na data da contratação, ter concluído o Ensino Fundamental (antigo 1º grau), ser brasileiro ou, em caso de nacionalidade portuguesa, estar amparado pelo estatuto de igualdade. Há outras exigências, detalhadas no edital, publicado no Diário Oficial da União em 5 de fevereiro de 2010 e disponível no site da Fundação Cesgranrio (www.cesgranrio.org.br).

É importante que o candidato tenha habilidade na comunicação interpessoal. As inscrições custarão R$ 18,00 e poderão ser feitas em postos credenciados pelos Correios ou autorizados pela Censgranrio, espalhados por todos os municípios do país, entre 26 de fevereiro e 19 de março. Para quem quiser se inscrever via internet o prazo será maior: até 4 de abril, através do site da Cesgranrio.

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Câmara aprova projeto que exige fisioterapeuta em CTI em tempo integral

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (4) o Projeto de Lei 1985/19, da deputada Margarete Coelho (PP-PI), que disciplina a permanência de fisioterapeutas em Centros de Terapia Intensiva (CTIs) adulto, pediátrico e neonatal. A matéria será enviada ao Senado.

Em seguida, a sessão da Câmara foi encerrada.

O texto foi aprovado na forma de um substitutivo da deputada Aline Sleutjes (PSL-PR), cujo relatório foi lido em Plenário pela deputada Maria Rosas (Republicanos-SP).

A única mudança no texto retira a quantidade mínima de profissionais, que era de um para cada dez leitos. Entretanto, continua a determinação de que a presença do fisioterapeuta deverá ser ininterrupta, nos turnos matutino, vespertino e noturno, perfazendo um total de 24 horas.

A disponibilidade em tempo integral para assistência aos pacientes internados nesses centros de terapia intensiva deverá ser durante o horário em que o fisioterapeuta estiver escalado para atuar nesses locais.

“Pelo grau de importância do fisioterapeuta para o restabelecimento das pessoas internadas, a presença constante desse profissional é essencial, pois ele reduz o número de dias de internação, ainda mais nessa época de Covid-19”, afirmou a autora da proposta.

Próximas votações
Os deputados voltam a se reunir em sessão deliberativa virtual na próxima terça-feira (9), às 13h55, com pauta a ser divulgada após reunião de líderes a ser realizada às 10h30 desta sexta-feira (5).

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Câmara dá prioridade para mãe chefe de família no auxílio emergencial

Texto vai agora para análise do Senado

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (2) projeto de lei que dá prioridade de recebimento do auxílio emergencial às mães chefes de família, quando o pai também informa ser o responsável pelos dependentes. A matéria segue para análise do Senado. As informações são da Agência Brasil.

Pelo texto aprovado, caso haja conflito entre as informações prestadas pela mãe e pelo pai, a preferência de recebimento das duas cotas de R$ 600 será da mãe, ainda que sua autodeclaração na plataforma digital tenha ocorrido depois daquela feita pelo pai.

“Apenas 3,6% das famílias brasileiras tinham uma configuração com homem sem cônjuge e com filho, segundo o IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística], e mais de 80% das crianças no Brasil têm como primeiro responsável uma mulher”, afirmou a relatora do projeto, deputada Professora Dorinha (DEM-TO).

O projeto determina que o homem com a guarda unilateral, ou que seja responsável, de fato, pela criação, poderá questionar as informações da mãe de seus filhos na mesma plataforma e receber uma das cotas de R$ 600 até que a situação seja esclarecida pelo órgão competente.

“O machismo que as mulheres já sofrem cotidianamente na nossa sociedade vemos novamente expresso quando maridos, que nunca se responsabilizaram pelo cuidado dos filhos, agora requerem o auxílio emergencial em nome da família. Trinta milhões de famílias brasileiras são chefiadas por mulheres e 56% são famílias pobres”, disse uma das autoras da proposta, a deputada Fernanda Melchiona (PSOL-RS). 

Após várias denúncias de mulheres que enfrentaram problemas para receber o benefício após uso indevido do CPF dos filhos pelos pais, o trecho que permitia o recebimento do valor em dobro foi vetado pelo presidente Jair Bolsonaro. No entanto, a proposta resgata a possibilidade de concessão do benefício aos pais, com a prioridade para a mãe chefe de família. 

“Muitas mulheres brasileiras de baixa renda enfrentam ainda a violência patrimonial perpetrada por homens sem escrúpulos que, indevidamente, utilizaram e utilizam os CPFs dos filhos menores, que são criados unicamente pelas mães, para acessarem o auxílio emergencial. Isso tem causado enormes prejuízos para essas batalhadoras, além de colocar em risco a sua segurança alimentar e a dos seus dependentes”, afirmou Professora Dorinha.

Duas cotas

O auxílio emergencial foi criado para amenizar os efeitos das medidas de distanciamento e isolamento social necessárias para o enfrentamento da rápida propagação da covid-19. A iniciativa destina o auxílio emergencial de R$ 1,2 mil para mães chefes de família pelo período de três meses.

O texto também determina que a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência – Ligue 180 crie uma opção específica de atendimento para denúncias de violência e dano patrimonial para os casos em que a mulher tiver o auxílio emergencial subtraído, retido ou recebido indevidamente por outra pessoa.

No caso de pagamentos indevidos do benefício emergencial ou realizados em duplicidade por informações falsas, os responsáveis deverão ressarcir os valores recebidos indevidamente ao Poder Público.

*Texto alterado às 21h53 para corrigir os nomes das deputadas. 

IBGE ABRE 11 MIL VAGAS PARA PESQUISADOR NO PARANÁ

IBGE ABRE 11 MIL VAGAS PARA PESQUISADOR NO PARANÁ

O IBGE vai realizar o Censo 2010 e para essa operação serão selecionados mais de 190 mil recenseadores. Há vagas em todos os municípios do país. No Paraná serão 11.162 vagas. Para participar do processo seletivo é necessário ter 18 anos completos na data da contratação, ter concluído o Ensino Fundamental (antigo 1º grau), ser brasileiro ou, em caso de nacionalidade portuguesa, estar amparado pelo estatuto de igualdade. Há outras exigências, detalhadas no edital, publicado no Diário Oficial da União em 5 de fevereiro de 2010 e disponível no site da Fundação Cesgranrio (www.cesgranrio.org.br).

É importante que o candidato tenha habilidade na comunicação interpessoal. As inscrições custarão R$ 18,00 e poderão ser feitas em postos credenciados pelos Correios ou autorizados pela Censgranrio, espalhados por todos os municípios do país, entre 26 de fevereiro e 19 de março. Para quem quiser se inscrever via internet o prazo será maior: até 4 de abril, através do site da Cesgranrio.

Para requerer a isenção total do pagamento da taxa de inscrição o candidato deverá estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e também ser membro de “família de baixa renda”, ou seja, possuir renda familiar de até três salários mínimos, conforme prevê o Decreto nº 6.135/2008.

Os aprovados no processo seletivo simplificado trabalharão na coleta de dados do Censo 2010, por um período de um a quatro meses, utilizando computadores de mão. O horário de trabalho será flexível, mas é recomendável que o candidato disponha de 25 a 30 horas semanais para realizar as entrevistas domiciliares.

A remuneração será por produção, com base na quantidade de domicílios recenseados. Em média, há 300 domicílios por setor censitário, que podem ser visitados em menos de 30 dias. É possível que um recenseador consiga completar mais de um setor ao longo do período da coleta de dados do Censo. Em média, cada setor irá propiciar uma remuneração em torno de R$ 1.000,00, dependendo da região e da dedicação de recenseador. Ele também terá direito ao 13º salário e às férias proporcionais aos dias trabalhados e à produção.

Os grandes municípios foram divididos em áreas de trabalho. É muito importante que os candidatos se informem a respeito das áreas disponíveis e façam sua inscrição no posto referente à área onde desejam trabalhar. Os candidatos que se inscreverem pela Internet também deverão optar por uma área de trabalho. Essas áreas podem corresponder a um ou mais bairros, ou a comunidades.

Em algumas grandes cidades brasileiras haverá vagas específicas para áreas de trabalho em diversas comunidades. No Rio de Janeiro, por exemplo, terá mais de 100 áreas de trabalho em comunidades como a Rocinha, Cidade de Deus, entre outras. Na Região Metropolitana de Curitiba, a atuação dos líderes comunitários nestas áreas específicas irá contribuir com o Censo, ao fomentar que as próprias pessoas ali residentes participem do processo seletivo.

A ideia é que os moradores dessas comunidades se inscrevam no processo seletivo para, se aprovados, poderem trabalhar nas imediações de suas residências. Assim, o IBGE contará com recenseadores perfeitamente ambientados nas comunidades a serem visitadas pelo Censo 2010.

A lista completa com os endereços dos postos de inscrição, por municípios, está disponível na página da Cesgranrio. Os candidatos deverão se inscrever nos postos específicos das áreas de trabalho em que residem e desejam atuar. Há diversas informações sobre o processo seletivo no portal do IBGE na internet (www.ibge.gov.br). Clique em “Quer trabalhar? Conte com a gente”.

PROVAS – Previstas para 30 de maio, as provas ocorrerão simultaneamente em todo o país, em locais a serem divulgados a partir de 18 de maio. Haverá 50 questões objetivas – Língua Portuguesa (10), Matemática (10), Conhecimentos Gerais (10) e Conhecimentos Técnicos (20) -, baseadas no Estudo dos Conhecimentos Técnicos a serem aplicados no Censo Demográfico 2010 (anexo VI do edital). Os classificados nas provas objetivas serão submetidos a um treinamento, com caráter eliminatório e classificatório (item 11 do Edital).

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Câmara aprova projeto que exige fisioterapeuta em CTI em tempo integral

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (4) o Projeto de Lei 1985/19, da deputada Margarete Coelho (PP-PI), que disciplina a permanência de fisioterapeutas em Centros de Terapia Intensiva (CTIs) adulto, pediátrico e neonatal. A matéria será enviada ao Senado.

Em seguida, a sessão da Câmara foi encerrada.

O texto foi aprovado na forma de um substitutivo da deputada Aline Sleutjes (PSL-PR), cujo relatório foi lido em Plenário pela deputada Maria Rosas (Republicanos-SP).

A única mudança no texto retira a quantidade mínima de profissionais, que era de um para cada dez leitos. Entretanto, continua a determinação de que a presença do fisioterapeuta deverá ser ininterrupta, nos turnos matutino, vespertino e noturno, perfazendo um total de 24 horas.

A disponibilidade em tempo integral para assistência aos pacientes internados nesses centros de terapia intensiva deverá ser durante o horário em que o fisioterapeuta estiver escalado para atuar nesses locais.

“Pelo grau de importância do fisioterapeuta para o restabelecimento das pessoas internadas, a presença constante desse profissional é essencial, pois ele reduz o número de dias de internação, ainda mais nessa época de Covid-19”, afirmou a autora da proposta.

Próximas votações
Os deputados voltam a se reunir em sessão deliberativa virtual na próxima terça-feira (9), às 13h55, com pauta a ser divulgada após reunião de líderes a ser realizada às 10h30 desta sexta-feira (5).

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Câmara dá prioridade para mãe chefe de família no auxílio emergencial

Texto vai agora para análise do Senado

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (2) projeto de lei que dá prioridade de recebimento do auxílio emergencial às mães chefes de família, quando o pai também informa ser o responsável pelos dependentes. A matéria segue para análise do Senado. As informações são da Agência Brasil.

Pelo texto aprovado, caso haja conflito entre as informações prestadas pela mãe e pelo pai, a preferência de recebimento das duas cotas de R$ 600 será da mãe, ainda que sua autodeclaração na plataforma digital tenha ocorrido depois daquela feita pelo pai.

“Apenas 3,6% das famílias brasileiras tinham uma configuração com homem sem cônjuge e com filho, segundo o IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística], e mais de 80% das crianças no Brasil têm como primeiro responsável uma mulher”, afirmou a relatora do projeto, deputada Professora Dorinha (DEM-TO).

O projeto determina que o homem com a guarda unilateral, ou que seja responsável, de fato, pela criação, poderá questionar as informações da mãe de seus filhos na mesma plataforma e receber uma das cotas de R$ 600 até que a situação seja esclarecida pelo órgão competente.

“O machismo que as mulheres já sofrem cotidianamente na nossa sociedade vemos novamente expresso quando maridos, que nunca se responsabilizaram pelo cuidado dos filhos, agora requerem o auxílio emergencial em nome da família. Trinta milhões de famílias brasileiras são chefiadas por mulheres e 56% são famílias pobres”, disse uma das autoras da proposta, a deputada Fernanda Melchiona (PSOL-RS). 

Após várias denúncias de mulheres que enfrentaram problemas para receber o benefício após uso indevido do CPF dos filhos pelos pais, o trecho que permitia o recebimento do valor em dobro foi vetado pelo presidente Jair Bolsonaro. No entanto, a proposta resgata a possibilidade de concessão do benefício aos pais, com a prioridade para a mãe chefe de família. 

“Muitas mulheres brasileiras de baixa renda enfrentam ainda a violência patrimonial perpetrada por homens sem escrúpulos que, indevidamente, utilizaram e utilizam os CPFs dos filhos menores, que são criados unicamente pelas mães, para acessarem o auxílio emergencial. Isso tem causado enormes prejuízos para essas batalhadoras, além de colocar em risco a sua segurança alimentar e a dos seus dependentes”, afirmou Professora Dorinha.

Duas cotas

O auxílio emergencial foi criado para amenizar os efeitos das medidas de distanciamento e isolamento social necessárias para o enfrentamento da rápida propagação da covid-19. A iniciativa destina o auxílio emergencial de R$ 1,2 mil para mães chefes de família pelo período de três meses.

O texto também determina que a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência – Ligue 180 crie uma opção específica de atendimento para denúncias de violência e dano patrimonial para os casos em que a mulher tiver o auxílio emergencial subtraído, retido ou recebido indevidamente por outra pessoa.

No caso de pagamentos indevidos do benefício emergencial ou realizados em duplicidade por informações falsas, os responsáveis deverão ressarcir os valores recebidos indevidamente ao Poder Público.

*Texto alterado às 21h53 para corrigir os nomes das deputadas.