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Grupo Schahin, ligado ao casal Gleisi e Bernardo, tem poucas esperanças de retomar contratos com Petrobras

15 de julho de 2015
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Grupo Schahin, ligado ao casal Gleisi e Bernardo, tem poucas esperanças de retomar contratos com Petrobras

A nota é de Murilo Ramos na revista Época. O grupo Schahin, que mantinha relações estreitas com o casal petista Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo, tem poucas esperanças de retomar seus contratos de construção de plataformas para Petrobras. Sem esses contratos, a empresa, que está em recuperação judicial, não sairá do fundo do poço.

O grupo ainda não explicou o abandono desde o ano passado das obras da sede da Unila em Foz do Iguaçu. Orçada em R$ 282 milhões após sete aditivos, apenas 40% das obras foi concluída. A Unila devia ser inaugurada em 2014, não tem mais data para ser entregue.

Agora, numa rápida busca no Google, é possível identificar a empreiteira Schachin envolvida na operação Lava Jato da Polícia Federal. Ainda em 2014, a imprensa relatou que o grupo, de Salim Schahin, obteve contratos de R$ 10 bilhões com arrendamentos de plataformas para a Petrobras e que a empresa cresceu junto à estatal depois negociação intermediada pelo publicitário Marcos Valério, segundo o mesmo afirmou em depoimento secreto ao Ministério Público.

E ainda tem mais: preste a ser guilhotinado no PT, o ex-deputado André Vargas (ex-PT) ligou a Schachin a Gleisi e Paulo Bernardo, segundo a revista Veja. “O ministro, segundo o deputado, seria o intermediário de contratos entre o grupo Schahin, recorrente em escândalos petistas, e a petroleira. Bernardo teria recebido uma corretagem por isso, recolhida e repassada pelo “Beto”. É assim, com intimidade de sócio e amigo, que Vargas trata o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal sob a acusação de chefiar um esquema de lavagem de dinheiro que teria chegado a R$ 10 bilhões”.

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