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Estrutura da PF na tríplice fronteira é usada na Copa

20 de junho de 2014
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Estrutura da PF na tríplice fronteira é usada na Copa

A Copa do Mundo de Futebol, em 12 cidades do País, trouxe um empecilho a mais para os paranaenses. Por conta do mundial, equipamentos e agentes estão sendo usados em outras localidades e deixando a fronteira, rota do tráfico de drogas, armas e contrabando, deficitária. Segundo o presidente do sindicato da categoria, Fernando Vicentini, a Polícia Federal está totalmente voltada ao evento. “No Oeste os maiores problemas são nas cidades de Foz do Iguaçu e Guaíra, onde viaturas e policiais foram deslocados para outras regiões para trabalhar durante os jogos. Isso é um problema enorme e acaba facilitando a entrada de ilícitos no País”. As informações são d’O Paraná.

Vicentini destaca que os agentes que trabalham em Foz do Iguaçu, por exemplo, foram escalados para outras cidades. “E para fiscalizar o aeroporto, já que a vinda de turistas por conta do mundial aumentou consideravelmente, outros agentes foram enviados. E esse é um grande problema porque os profissionais que estão na fronteira não conhecem a
realidade local”.

Questionado a respeito da utilização do Vant (Veículo Aéreo Não Tripulado) no Rio de Janeiro durante a Copa do Mundo, Vicentini disse que a única atuação efetiva do sistema na fronteira foi em uma operação contra cigarreiros. “Ele é um excelente instrumento, mas está subutilizado. Não precisamos de um avião dessa natureza e custo para fiscalizar cigarreiros, que são presos e têm o contrabando apreendido diariamente por outras forças de segurança. Ele foi adquirido para coibir o tráfico de armas, drogas e também o de pessoas, que são os principais problemas na região fronteiriça”.

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