Especialista detalha como empresários devem escolher um novo ERP

Rio de Janeiro, RJ. 27/7/2020 –

Com a crise do novo Coronavírus, muitas empresas precisaram reduzir custos para sobreviver. O especialista em gestão industrial, Rafael Netto, explica quais são os passos que um empresário precisa tomar para fazer a decisão certa na hora de trocar de sistema ERP.

O especialista em gestão industrial e sócio da Nomus, Rafael Netto, listou quais são os passos que todo empresário deve tomar na hora de pesquisar um novo sistema ERP.

Com a crise do novo Coronavírus, muitas empresas precisaram substituir o sistema ERP para reduzir custos e aumentar a produtividade, entretanto, de acordo com o especialista, essa não é uma tarefa simples.

Segundo Rafael Netto, é preciso tomar alguns cuidados na hora de escolher a ferramenta ERP ideal para uma empresa. Para facilitar o entendimento, o especialista listou os principais passos a serem seguidos:

1. Levar a troca de sistema a sério

Rafael diz que a troca de um sistema ERP pode ser uma tarefa demorada e custosa para a empresa. Por isso, o empresário deve fazer uma boa pesquisa antes de tomar a decisão final. Dessa forma ele evita retrabalho e prejuízo.

2. Verificar a tecnologia utilizada

É fundamental que o sistema ERP escolhido use tecnologia de ponta, preferencialmente web e que a usabilidade do sistema seja fácil. Segundo Rafael, um sistema dificil de usar enfrenta maior resistência dos funcionários da empresa e pode aumentar muito o custo de implantação da ferramenta.

3. Avaliar o suporte da empresa

De acordo com Rafael, é preciso avaliar bem o suporte oferecido pela empresa de ERP escolhida. O especialista indica testar quais são os canais de atendimento, a velocidade das ligações e a experiência em geral do setor de suporte.

4. Avaliar a implantação da empresa

É preciso também entender bem como funciona todo o planejamento e execução da implantação e treinamento da equipe para a utilização da nova ferramenta. Segundo Rafael, de nada adianta comprar uma ferramenta poderosa que não funcione no dia a dia da empresa.

5. Pedir uma demonstração

Por último, Rafael alerta que uma empresa nunca deve fechar negócio com um sistema ERP sem ver uma demonstração do sistema. Isso porque o empresário precisa verificar se aquilo que está sendo prometido de fato existe e que funciona bem.

Para saber mais detalhes, o autor recomenda conhecer o sistema oferecido pela Nomus https://www.nomus.com.br/erpindustrial/ e também a leitura do artigo original no link abaixo.

https://www.nomus.com.br/blog-industrial/como-escolher-um-erp/

Website: https://www.nomus.com.br/blog-industrial/como-escolher-um-erp/

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Como melhorar o controle de notas fiscais no sistema de gestão de frota corporativa?

São Paulo, SP 28/7/2020 –

Aplicativo documenta notas fiscais de abastecimento dos veículos da frota facilitando os processos burocráticos das empresas

Gerenciar o controle do consumo de combustível em uma frota corporativa não parece ser uma tarefa simples tampouco agradável. Na maioria dos casos o processo é manual e demanda tempo que poderia estar sendo empregado em tarefas estratégicas para o negócio.

Para dar suporte às atividades de prestação de contas, a SODEXO adicionou uma nova função de recolhimento automático de notas fiscais à plataforma de gestão de frotas. Esta funcionalidade tem como principal objetivo otimizar o processo burocrático de recolhimento de notas.

O sistema de recolha de notas fiscais pode gerar uma economia para a empresa de até 25% com a retenção dos créditos dos impostos previstos por lei, como ICMS, PIS e Cofins.

Os postos que aceitam Wizeo também ganham em eficiência, porque não precisam se preocupar em subir as notas fiscais eletrônicas na plataforma online do Wizeo para fins de reembolso.

Como funciona:

O condutor realiza o abastecimento em um posto de gasolina que aceita o Wizeo e, na hora do pagamento, pede que a nota fiscal seja emitida no nome da empresa em que trabalha.

O posto de gasolina emite a nota fiscal eletrônica (NFe) com os dados da empresa.

Todas as NFes correspondentes a consumo de combustível com Wizeo que foram emitidas pelos postos de gasolina ficam disponíveis no sistema de gestão de frotas da SODEXO, a plataforma online que o gestor de frota já usa para realizar o controle diário de tarefas.

Com essas informações, o gestor de frota consegue fazer a conciliação financeira (abastecimentos x gastos) na própria ferramenta, ganhando tempo e tomando as providências que forem necessárias para otimizar sua operação.

Clique aqui para acessar o !link infográfico do Wizeo
https://www.sodexobeneficios.com.br/qualidade-de-vida/noticias/gestao-de-pessoas/infografico-como-a-sodexo-reduz-os-custos-com-gestao-de-frota-da-sua-empresa.htm

Clique aqui para mais informações sobre o !link Wizeo, Gestão de Frotas
https://www.sodexobeneficios.com.br/institucional/sala-de-imprensa-sodexo/produtos/sodexo-beneficios-e-incentivos-investe-em-novo-rumo-para-a-gestao-de-frotas.htm

Dados mostram o baixo Nível de Serviço no Brasil

São Paulo, SP 28/7/2020 – Não existe um bom nível de serviço sem medir erros e sem um plano de ação para corrigi-los. Um SLA precisa ser palpável, visível e com foco em melhorias.

Dados mostram o baixo Nível de Serviço no Brasil e Antonio Wrobleski fala sobre a importância da análise de dados para mudar esse cenário.

O conceito de SLA, Service Level Agreement, surgiu na década de 1990 para medir e gerenciar a qualidade do serviço em ambientes computacionais e, atualmente, é utilizado em diversos segmentos. 

Dados do Sindec de 2019 mostram que 40% das reclamações na plataforma Consumidor.gov.br (serviço público que permite a interlocução direta entre consumidores e empresas para solução de conflitos de consumo) são sobre o setor de telecomunicações e 22% sobre serviços financeiros. 

No Brasil, quase 50% da população não tem acesso a coleta de esgoto, segundo dados do Instituto Trata Brasil, e 35 milhões não têm acesso a água tratada (SNIS 2017).

Durante o isolamento social têm crescido as reclamações contra serviços de internet e telefonia e entregas. Para se ter uma ideia, as queixas sobre compras on-line no Distrito Federal cresceram 74% na pandemia (Procon) e as queixas contra serviços de internet cresceram 71,4% em Campinas (Anatel).

Para Antonio Wrobleski, Presidente do Conselho da Pathfind – empresa de tecnologia que oferece soluções em otimização para as áreas de logística, vendas e trade marketing, esses números mostram que os motivos para essa baixa qualidade na prestação de serviços são diversos, e começam no mau exemplo da gestão pública, mas o principal é que as empresas não estão medindo e nem ao menos se preocupando com seu nível de serviço. 

Para Wrobleski, falta análise de dados. Ele explica que poucas empresas têm se dedicado a olhar seu dashboard, realizar pesquisas com os clientes e, principalmente, a usar esses dados com estratégia para otimizar os serviços oferecidos. 

“Não existe um bom nível de serviço sem medir erros e sem um plano de ação para corrigi-los. Um SLA precisa ser palpável, visível e com foco em melhorias constantes. Sem isso, é apenas mais um documento que ficará esquecido”, diz Wrobleski.

Ele ainda explica que se o Nível de Serviço não for tratado com prioridade, ele nunca será de fato implementado.”Ou a empresa já está crescendo sem ele, ou o país está em crise e até porque existe uma pandemia mundial. Sempre haverá um motivo para não priorizar o que é de fato prioridade”, finaliza.

Um bom nível de serviço e de atendimento significa cliente satisfeito. Cliente satisfeito é cliente fiel, aumentando a taxa de retenção e o lifetime value

Website: http://www.pathfind.com.br