Empresas de tecnologia debatem a segurança das marcas no ambiente digital

28/7/2020 –

Alright Adtech destaca o Brand Safety como grande desafio para as marcas

A mídia digital já se tornou um ambiente obrigatório para as marcas se comunicarem com suas audiências. O aumento do investimento em formatos publicitários em sites, portais e redes sociais trouxe à tona desafios que podem comprometer a estratégia de marketing e comunicação, desperdiçando uma boa parte da verba dos anunciantes. “Temos um cenário de transformação digital ainda mais acelerado com a pandemia, onde as marcas precisaram migrar rapidamente as verbas entre os canais de comunicação. Os anunciantes precisam ter segurança para tirar as verbas da quarentena.” afirma Luciana Burger, diretora de Data Cloud da Oracle.

Os desafios da comunicação de marca se multiplicam na mesma proporção das verbas publicitárias destinadas ao digital. A chegada da LGPD coloca em xeque a capacidade das plataformas utilizarem dados de segmentação mais precisos. O surgimento de sites que promovem desinformação e discursos de ódio torna o contexto mais perigoso para exposição das marcas. O maior volume de transações financeiras entre as milhares de empresas de tecnologia envolvidas na automação do marketing é, ao mesmo tempo, uma oportunidade para fraudes muitas vezes imperceptíveis nos relatórios de performance. Segundo Domingos Secco Jr, CEO da Alright Adtech (www.alright.com.br), plataforma de mídia programática, “O anunciante não sabe, mas muitas vezes está financiando crimes graves na internet. Essa conscientização precisa acontecer agora, para civilizar o ambiente digital, pois são as marcas que financiam boa parte dos recursos destinados às plataformas e portais de conteúdo.”

O crescimento da publicidade em canais digitais demanda uma série de novas boas práticas e ferramentas por parte dos anunciantes e seus parceiros como agências, consultorias, assessorias de RP e toda cadeia envolvida na comunicação de marca. Segundo Cristiano Terres, gerente comercial da Alright Adtech, “Muitos anunciantes não sabem todo potencial tecnológico que têm à disposição para garantir melhores investimentos em mídia”.

A discussão desse cenário e seus desafios é o que propõe a plataforma de mídia programática Alright Adtech Company. No dia 28 de julho, às 16 horas, a startup fará uma transmissão ao vivo para debater o tema com seus parceiros e clientes. Os sócios da Alright, Domingos Secco Jr, Fabiano Goldoni e Luciano Terres terão a companhia da Diretora de Data Cloud da Oracle, Luciana Burger. Ela é considerada uma das maiores autoridades de brand safety na América Latina e irá trazer sua visão e boas práticas para o público.

Os interessados em assistir a transmissão deverão se cadastrar no site https://adtech.alright.com.br/live-mercado-alright para receber o link de um documento com os dados que serão apresentados na transmissão.

Website: http://www.alright.com.br

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Como melhorar o controle de notas fiscais no sistema de gestão de frota corporativa?

São Paulo, SP 28/7/2020 –

Aplicativo documenta notas fiscais de abastecimento dos veículos da frota facilitando os processos burocráticos das empresas

Gerenciar o controle do consumo de combustível em uma frota corporativa não parece ser uma tarefa simples tampouco agradável. Na maioria dos casos o processo é manual e demanda tempo que poderia estar sendo empregado em tarefas estratégicas para o negócio.

Para dar suporte às atividades de prestação de contas, a SODEXO adicionou uma nova função de recolhimento automático de notas fiscais à plataforma de gestão de frotas. Esta funcionalidade tem como principal objetivo otimizar o processo burocrático de recolhimento de notas.

O sistema de recolha de notas fiscais pode gerar uma economia para a empresa de até 25% com a retenção dos créditos dos impostos previstos por lei, como ICMS, PIS e Cofins.

Os postos que aceitam Wizeo também ganham em eficiência, porque não precisam se preocupar em subir as notas fiscais eletrônicas na plataforma online do Wizeo para fins de reembolso.

Como funciona:

O condutor realiza o abastecimento em um posto de gasolina que aceita o Wizeo e, na hora do pagamento, pede que a nota fiscal seja emitida no nome da empresa em que trabalha.

O posto de gasolina emite a nota fiscal eletrônica (NFe) com os dados da empresa.

Todas as NFes correspondentes a consumo de combustível com Wizeo que foram emitidas pelos postos de gasolina ficam disponíveis no sistema de gestão de frotas da SODEXO, a plataforma online que o gestor de frota já usa para realizar o controle diário de tarefas.

Com essas informações, o gestor de frota consegue fazer a conciliação financeira (abastecimentos x gastos) na própria ferramenta, ganhando tempo e tomando as providências que forem necessárias para otimizar sua operação.

Clique aqui para acessar o !link infográfico do Wizeo
https://www.sodexobeneficios.com.br/qualidade-de-vida/noticias/gestao-de-pessoas/infografico-como-a-sodexo-reduz-os-custos-com-gestao-de-frota-da-sua-empresa.htm

Clique aqui para mais informações sobre o !link Wizeo, Gestão de Frotas
https://www.sodexobeneficios.com.br/institucional/sala-de-imprensa-sodexo/produtos/sodexo-beneficios-e-incentivos-investe-em-novo-rumo-para-a-gestao-de-frotas.htm

Dados mostram o baixo Nível de Serviço no Brasil

São Paulo, SP 28/7/2020 – Não existe um bom nível de serviço sem medir erros e sem um plano de ação para corrigi-los. Um SLA precisa ser palpável, visível e com foco em melhorias.

Dados mostram o baixo Nível de Serviço no Brasil e Antonio Wrobleski fala sobre a importância da análise de dados para mudar esse cenário.

O conceito de SLA, Service Level Agreement, surgiu na década de 1990 para medir e gerenciar a qualidade do serviço em ambientes computacionais e, atualmente, é utilizado em diversos segmentos. 

Dados do Sindec de 2019 mostram que 40% das reclamações na plataforma Consumidor.gov.br (serviço público que permite a interlocução direta entre consumidores e empresas para solução de conflitos de consumo) são sobre o setor de telecomunicações e 22% sobre serviços financeiros. 

No Brasil, quase 50% da população não tem acesso a coleta de esgoto, segundo dados do Instituto Trata Brasil, e 35 milhões não têm acesso a água tratada (SNIS 2017).

Durante o isolamento social têm crescido as reclamações contra serviços de internet e telefonia e entregas. Para se ter uma ideia, as queixas sobre compras on-line no Distrito Federal cresceram 74% na pandemia (Procon) e as queixas contra serviços de internet cresceram 71,4% em Campinas (Anatel).

Para Antonio Wrobleski, Presidente do Conselho da Pathfind – empresa de tecnologia que oferece soluções em otimização para as áreas de logística, vendas e trade marketing, esses números mostram que os motivos para essa baixa qualidade na prestação de serviços são diversos, e começam no mau exemplo da gestão pública, mas o principal é que as empresas não estão medindo e nem ao menos se preocupando com seu nível de serviço. 

Para Wrobleski, falta análise de dados. Ele explica que poucas empresas têm se dedicado a olhar seu dashboard, realizar pesquisas com os clientes e, principalmente, a usar esses dados com estratégia para otimizar os serviços oferecidos. 

“Não existe um bom nível de serviço sem medir erros e sem um plano de ação para corrigi-los. Um SLA precisa ser palpável, visível e com foco em melhorias constantes. Sem isso, é apenas mais um documento que ficará esquecido”, diz Wrobleski.

Ele ainda explica que se o Nível de Serviço não for tratado com prioridade, ele nunca será de fato implementado.”Ou a empresa já está crescendo sem ele, ou o país está em crise e até porque existe uma pandemia mundial. Sempre haverá um motivo para não priorizar o que é de fato prioridade”, finaliza.

Um bom nível de serviço e de atendimento significa cliente satisfeito. Cliente satisfeito é cliente fiel, aumentando a taxa de retenção e o lifetime value

Website: http://www.pathfind.com.br