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Em Foz do Iguaçu, os planos de Reni para ganhar o eleitor

A campanha oficialmente ainda não começou, mas os pré-candidatos já estão no trecho. Em Foz do Iguaçu, duas pré-candidaturas já polarizam o cenário político local.

O PT já decidiu: vai de Gilmar Piolla, enquanto o PSB vem trabalhando, há pelo menos um ano e meio, o nome do deputado estadual Reni Pereira.

Reni aliás, aproveitou o último final de semana para percorrer as redações de rádios e do jornal A Gazeta do Iguaçu, onde falou de seus planos para ganhar a confiança do eleitor em 7 de outubro próximo.

Entre as metas de Reni estão a reforma administrativa, corte de pelo menos 50% do número de cargos comissionados, parceria com o Governo do Estado e as conversações com outros partidos, “que não tenham candidatura própria”, frisou.

Em Foz do Iguaçu, além de Piolla e Reni, outros partidos, como PMDB, PDT, PCdoB, PSol, PV e PTB, trabalham o lançamento de candidatura própria.

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POLÍTICA

Pré-candidato Reni Pereira defende reforma administrativa e cortes de CCs

O deputado também falou sobre evolução de alianças e da determinação em impedir leilão de cargos

Reportagem: Da Redação

O deputado estadual Reni Pereira, pré-candidato a prefeitura de Foz do Iguaçu pelo PSB, concedeu uma série de entrevistas à imprensa neste final de semana, principalmente sobre os lances decisivos nas negociações de alianças para as eleições de outubro. Uma das visitas foi à Gazeta do Iguaçu, quando o deputado foi recebido pelo diretor-geral Tércio Albuquerque. Reni, que é pré-candidato à prefeitura de Foz do Iguaçu pelo PSB, confirma estar conversando com os partidos que não manifestaram intenção de lançar candidatura própria para composição e alianças políticas.

Reni afirmou que a possibilidade de lançar-se candidato foi sendo edificada antes mesmo da posse do governador Beto Richa. “Ele (o governador) me colocou a posição da necessidade de ter um candidato para concorrer a Prefeitura de Foz do Iguaçu. Naquele momento me coloquei à disposição, mas falei num contexto de grupo, que não poderia ser candidato de mim mesmo”, ressaltou para demonstrar a importância das composições na disputa ao cargo. “Agora em virtude do afunilamento dos prazos, o PSB e eu mesmo iniciamos algumas conversações. Estou procurando primeiro aqueles partidos que já manifestaram que não terão candidatura própria”, acrescentou.

Sobre as constantes especulações de conversas e supostas alianças com Partido dos Trabalhadores, o deputado é categórico: “Com o PT, ainda não conversamos”. Isto porque, conforme o próprio deputado, o então presidente do partido Pedro Tonelli, teria dito que a aliança com o PSB seria “a última opção”. “A última opção ainda pode ser uma opção”, pondera, para em seguida lembrar que o PT está num processo interno considerado “normal”. “Seguem em duas linhas, com a tese da candidatura própria e a tese da coligação com o PDT, PCdoB e até mesmo com o PSB”, avalia.