Dilma admite falhas no Bolsa Família

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Em viagem à África, presidente comentou investigações da Polícia Federal

Catarina Alencastro, O Globo

A presidente Dilma Rousseff disse neste sábado que é possível que o Bolsa Família tenha falhas. Na capital da Etiópia, ela aproveitou para dizer que o programa é muito mais do que “um bolsa esmola”.

Dilma voltou a lamentar a boataria sobre o fim do Bolsa Família, que levou no último fim de semana a uma corrida de beneficiários do programa para sacarem seu dinheiro.

Ela disse que ainda não dá para saber o que houve, já que o episódio está sendo investigado, e desautorizou qualquer pessoa do governo a se manifestar sobre o assunto.

— Nós somos humanos, pode ter tido falhas, o que estou dizendo é o seguinte: não é uma falha tópica que explica 12 Estados. Então, a Polícia Federal e a segurança da Caixa vão procurar todos os motivos e vão elencá-los todos. O que a gente pode tirar de bom disso? Podemos tirar que vamos estar sempre mais atentos agora para essa possibilidade — disse, para depois completar:

— Eu acho que seria um simplismo total dizer que o Bolsa Família é pura e simplesmente uma distribuição de recursos, ou como alguns diziam no Brasil, um bolsa esmola. O Bolsa Família é uma sofisticada tecnologia pra garantir o aumento da igualdade no nosso país.

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Flávio será coordenador da campanha de Bolsonaro; no PR, Giacobo

O PL definiu que o senador Flávio Bolsonaro (RJ) será o coordenador nacional da campanha de reeleição do pai, Jair Bolsonaro. Pai e filho recém se filiaram ao PL. No Paraná, a coordenação da campanha deve ficar com o deputado Fernando Giacobo, presidente estadual do PL. Giacobo também será o candidato ao Senado pelos liberais. 

Pegou mal: vereador desiste de homenagem a Sarney em Pato Branco

Não será desta vez que o ex-presidente José Sarney será homenagem em Pato Branco. Após grande repercussão, o projeto para conceder ao maranhense a “Medalha de Honra ao Mérito Pato-branquense” o foi retirado de pauta a pedido do autor, o vereador Marcos Jr. Marini.

Na justificativa, Marini explicava que, quando Sarney era Presidente da República, foram os que viabilizaram as condições políticas para que fosse instalada uma Unidade de Ensino Descentralizada (UNED) do Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET) para Pato Branco. “Foi uma luta árdua com municípios maiores, mas que se tornou realidade pela capacidade e representatividade política do município naquele momento”, relava o projeto de lei.

Após passar pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara de Pato Branco, o projeto aguardava a segunda votação em Plenário. Além ao autor Marcos, que é do Podemos, a homenagem a Sarney foi apoiada pelos vereadores Maria Hamera (PV), Joecir Bernardi (PSD), Dirceu Boaretto (Podemos), Eduardo Dala Costa (MDB), Joecir Bernardi (Lindomar Brandão (DEM) e Thania Chaminski (DEM).