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Denúncia que deputado poderia estar armado provoca paralisação da reunião da CCJ

10 de abril de 2019
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A reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados foi interrompida por 10 minutos nesta terça-feira (10), após tumulto entre deputados governistas e da oposição. Informação da Exame.

A oposição questionava decisão do presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR), que negou questão de ordem sobre a possibilidade de um pedido de vista do processo antes da leitura do parecer.

O presidente tentou passar a palavra ao relator da reforma da Previdência na CCJ, Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG), mas ele não chegou a iniciar sua fala.

Integrantes da oposição, com o regimento interno da Câmara dos Deputados em mãos, levantaram-se de suas cadeiras e foram à mesa, onde se encontra o presidente.

Deputados governistas também se dirigiram à mesa, e iniciou-se uma discussão. Parlamentares que permaneceram em suas bancadas afirmaram no microfone que um dos integrantes do governo, o líder do PSL, Delegado Waldir (PSL-GO), estaria armado, o que contraria o regimento.

Os ânimos se exaltaram e muitos deputados se aglomeraram em torno de Francischini. Vários deputados pediam para chamar os seguranças e fechar o plenário.

Sem controle da sessão, Francischini não teve outra saída a não ser suspendê-la por 10 minutos. Ele convocou uma reunião com os coordenadores numa sala ao lado do plenário.

Deputados da oposição alegam que o Delegado Waldir se desfez da arma. Ele negou que estivesse armado e alegou que estava apenas carregando o coldre de sua pistola e que não entra no Congresso carregando arma de fogo.

Após a sessão ser retomada, o relator retomou a palavra e leu o seu parecer favorável à admissibilidade da reforma.

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