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Em Curitiba, vereadora Carla Pimentel suspeita de falsa comunicação de crime

carla-pimentelOs vereadores da Câmara de Curitiba estão crentes que a vereadora Carla Pimentel (PSC) forjou uma falsa acusação contra Professor Galdino (PSDB) na tentativa de obter proveito eleitoral no dia 2 de outubro. Dependendo do desdobramento dos fatos, ela poderá responder na Comissão de Ética por falsa comunicação de crime e poderá perder o mandato em 90 dias. A possível reviravolta caiu como uma bomba no colo da parlamentar.

A vereadora Noêmia Rocha (PMDB), corregedora da casa legislativa, disse na tribuna, na última segunda-feira, caso tivesse de emitir o parecer do processo, os parlamentares teriam uma surpresa. A corregedora só encaminhou o pedido de Carla devido a pressão do presidente Aílton Araújo e do 2º secretário, Paulo Rink, que sabidamente não gostam muito de serem contrariados.

Um vídeo está circulando nas igrejas evangélicas, onde um vereador da base aliada afirma a um pastor de que Carla mentiu para ter uma bandeira e assim tentar se reeleger. As imagens chegaram para os caciques do PSDB, do PSD, do PMDB, do DEM e do PP que ficaram atônitos com a declaração do parlamentar próximo a vereadora. Candidatos a vereador ligados aos movimentos de rua curitibanos a favor do Impeachment e que são filiados ao PSC, também estariam espalhando o suposto vídeo.

Carla Pimentel ficou nacionalmente conhecida ao ser citada no escândalo envolvendo o deputado federal Pastor Feliciano (PSC) e a jornalista Patrícia Lélis. Lélis acusa Feliciano de assédio sexual e apresentou trocas de mensagens como prova. Em outra mensagem, Patrícia disse que a vereadora curitibana iria cair junto com ela em gravação publicada no Youtube. A polícia levantou a hipótese de que Carla fazia o meio de campo, apresentando garotas bonitas para o deputado federal.

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