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Assembleias definem hoje se dão trégua à paralisação no funcionalismo estatal

26 de junho de 2019
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Curitiba – O FES (Fórum das Entidades Sindicais do Paraná), que reúne diversas categorias do funcionalismo estadual, decidiu ontem que manterá a paralisação até que o comando geral de greve delibere sobre a possibilidade de suspensão do movimento, conforme solicitado pelo governo de Carlos Massa Ratinho Junior. O governador pediu mais tempo para analisar a proposta e o Fórum pede que neste tempo as atividades não sejam paralisadas. A deliberação dos sindicatos irá ocorrer nesta manhã (26) e deve contar com representantes de cerca de 30 categorias, segundo a coordenadora da FES, Marlei Fernandes. Informações do O Paraná.

O governo quer suspender a paralisação por uma semana. Neste momento estão suspensas as paralisações e operações padrão da Polícia Civil e ontem as delegacias funcionaram normalmente. Parte dos professores trabalhou normalmente nessa terça-feira. Segundo a APP-Sindicato, a adesão foi de 80% das unidades de ensino com paralisação total ou parcial e a expectativa é para que ela seja ainda maior nesta quarta-feira. O Estado contesta as informações.

Em nota o governo armou que a manifestação não afetou os serviços públicos e que “nenhuma área relatou maiores dificuldades no atendimento à população”.

A Seed (Secretaria de Estado da Educação e do Esporte) disse que registrou adesão total à paralisação em 2,4% dos estabelecimentos e parcial em 27% das 2.143 unidades estaduais distribuídas pelo Estado. A secretaria considera como adesão parcial a ausência de professores ou servidores administrativos. “Não significa, portanto, que os alunos ficaram sem atendimento”, completou a nota.

As reivindicações
Entre os principais pedidos, os servidores querem reajuste de 4,94% em reposição às perdas inacionais do último ano e outros 17% correspondentes aos três anos passados. O governo arma não ter condições de conceder o reajuste, pois isso poderia desequilibrar as
contas públicas.

Entre as categorias que aprovaram a paralisação estão professores e funcionários de escolas estaduais, servidores da saúde, da agricultura, do meio ambiente, agentes penitenciários, peritos, docentes e técnicos das universidades estaduais e servidores do Detran (Departamento Estadual de Trânsito). Representantes de entidades de policiais civis e militares também participam da manifestação em apoio ao movimento, embora não
tenham paralisado as atividades. As categorias pedem, além de reposição salarial e melhorias nas condições de trabalho.

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