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Agropecuarista João Apoloni é Cidadão Honorário do Paraná

6 de março de 2018
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A Assembleia Legislativa do Paraná entregou, em sessão solene na quinta-feira (1º), a entrega do título de Cidadão Honorário do Paraná ao agropecuarista João Apoloni. A homenagem, ao produtor de Quarto Centenário, foi proposta pelo deputado Ratinho Junior (PSD).

“São de pessoas assim que temos de nos espelhar para buscarmos um futuro melhor para a nossa sociedade”, destacou Ratinho Junior, frisando que a história de João Apoloni o qualifica para receber a honraria.

A entrega do título aconteceu na Associação Cultural Esportiva Nipônica de Goioerê (Aceng), em Goioerê (centro-oeste do estado). O ato contou com a presença do vice-presidente da Assembleia Legislativa, Guto Silva e dos deputados Ratinho Junior, Marcio Nunes, Tião Medeiros e Nereu Moura.

Também estiveram presentes o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Paraná, Ágide Meneguetti e o presidente da Coamo, José Aroldo Galassini.

A solenidade foi prestigiada por lideranças de toda a região que foram prestigiar a homenagem a João Apoloni, que inegavelmente é uma das grandes lideranças da agricultura no Paraná.

Ratinho Junior destacou que a homenagem a João Apoloni era muito justa, pela sua história de vida, pela forma como construiu seu patrimônio e contribuiu para o desenvolvimento da agricultura no Paraná.

Trajetória
João Apoloni chegou em Goioerê no ano de 1953. Em 1958 mudou-se para o distrito de Quarto Centenário, onde instalou a Casa Alvorada, atuando no setor de secos e molhados.

Foi eleito vereador para a Legislatura de 1969/73, como representante do então distrito de Quarto Centenário na Câmara Municipal de Goioerê. Como vereador conseguiu levar linhas telefônicas até Quarto Centenário, dentre muitas outras conquistas.

Em Goioerê participou das instalações de três usinas de beneficiamento de algodão: Companhia Industrial Piquiri, que mais tarde foi comprada pela Cooperativa Coagel; Irodusa em Quarto Centenário, e McFadden (Goioerê) que juntas geraram centenas de empregos e incentivou o desenvolvimento da cultura do algodão, período em que Goioerê ficou conhecida como a “Capital do Algodão”.

Contribuiu para a instalação do Campus da UEM de Goioerê. E, com um grupo de amigos finalizaram a construção do Edifício Águas Claras, cujas obras estavam paralisadas por falta de recursos.

Já em Quarto Centenário teve uma atuação destacada. Entre os legados, liderou a instalação da Escola do Ensino Médio Estadual e a construção da Igreja Matriz daquele município. Foi pioneiro na destinação de parte do Imposto de Renda para entidades beneficentes, cuja ação que realiza até os dias atuais, tendo destinado importantes recursos para a consolidação do Campus da UEM através do Imposto de Renda.

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