Advogado Gilmar Cardoso é candidato a cadeira na Academia Paranaense de Letras

O advogado e poeta Gilmar Cardoso oficializou na última semana sua candidatura a uma vaga na Academia Paranaense de Letras (APL). Gilmar deve disputar a cadeira de número 3, que pertenceu ao jurista Renê Dotti, morto em fevereiro de 2021. A eleição deve ocorrer no próximo dia 13 outubro e, além de Gilmar Cardoso, a cadeira de Dotti tem mais dois candidatos: Clémerson Merlin Clève, advogado, professor, autor de compêndios jurídicos e poeta, e Saulo Adami, escritor catarinense, radicado há dez anos no Paraná.

Gilmar Cardoso é advogado natural de Farol (PR) e forte ligação com a região da Comcam (que congrega os municípios da região de Campo Mourão). É membro do Centro de Letras do Paraná e fundador da Cadeira n° 01 da Academia Mourãoense de Letras.

Autor dos livros de poesias Confissões de ninguém (89); Tempos & Contra-tempos (89); Panacéia (90); Poetar é preciso (92) e Ensaio Geral (93), e Juntos – Poesia Nossa de Cada Dia, de 2012; todos lançados pela Scortecci Editora, de São Paulo. Também tem forte atuação em assessoria legislativa.

Aos 23 anos de idade tornou-se o mais jovem prefeito do Estado do Paraná na gestão 1993/1996 e o primeiro prefeito do Município de Farol. Teve contato com a poetisa Helena Kolody, para quem o farolense é um poeta inspirado e pensador.

A Academia Paranaense de Letras, criada em 26 de setembro de 1936, segue o modelo da Academia Francesa e da Academia Brasileira de Letras, com 40 membros eleitos de forma vitalícia. No momento, são três as vagas disponíveis. Além da Cadeira nº 3, que foi de René Dotti, estão vagas as cadeiras ocupadas ultimamente por Léo de Almeida Neves e Jeorling Cordeiro Clève.

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Deputados aprovam ampliação do acesso ao auxílio da Lei Aldir Blanc

A Assembleia Legislativa aprovou nesta segunda-feira, 16, em segundo turno, o projeto de lei que amplia a cobertura do auxílio de R$ 600 (por três parcelas), previsto na Lei Aldir Blanc, aos trabalhadores da cultura no Paraná. O deputado Michele Caputo (PSDB), um dos autores da proposta, afirma que a cadeia produtiva cultural no estado envolve mais de 400 mil pessoas. Conforme o Instituto Itaú Cultural, foram fechados 91 mil postos de trabalho da chamada economia criativa em 2020.

“Essa cadeia produtiva inclui desde o pipoqueiro, bilheteiro, motorista de aplicativo, segurança, limpeza, ao ator e diretor. Além disso, há muitos trabalhadores autônomos”, disse Michele Caputo. Segundo o deputado, os entraves junto ao governo estadual estão sendo superados para incluir novos CPFs, CNPJs, Meis e CNAEs para receber o auxílio. O projeto volta ao plenário para ser votado em terceira discussão e em redação final, e depois segue para sanção do governador Ratinho Junior.

Entre outros pontos, o projeto aprovado prevê que o apoio emergencial ao setor cultural deverá alcançar, o mais amplamente possível, trabalhadores da cultura e instituições artístico-culturais, sendo vedada, para o acesso aos recursos disponibilizados por aqueles editais, a exigência de qualquer certidão negativa de dívida com entes federativos.

Prorrogado – Atualmente, o auxílio é destinado a microempresas e microempreendedores individuais de 27 setores relacionados na Classificação Nacional de Atividades Econômicas. No entanto, algumas atividades do segmento ainda não estavam incluídas nesta classificação e agora, 16 novos CNAE’s serão adicionados.

O governo federal prorrogou a Lei Aldir Blanc até dezembro. Os recursos podem ser usados desde que programados até outubro. Caso não sejam programados, serão destinados para os fundos de cultura dos municípios. O dinheiro que não for utilizado deverá ser devolvido à União.

O Paraná recebeu R$ 71,9 milhões referentes ao primeiro lote dos previstos na lei e até o momento, segundo lideranças do movimento cultural, o Estado repassou 30% dos recursos em auxílios.

Aroldo Murá lança o 12º volume do Vozes do Paraná

O jornalista Aroldo Murá lança no dia 8 de novembro, em Curitiba, o 12º volume do livro Vozes do Paraná – Retrato de Paranaenses que traz o perfil de 12 personalidades nas áreas de gestão pública, comunicação, empresarial, advocacia, justiça e medicina. “O novo volume corresponde à edição de 2020, que deixamos de lançar ano passado em função da pandemia”, disse Murá.

Editado pelas editoras Bonijuris e Alma Mater, o lançamento do livro no Palácio Garibaldi e no mesmo dia serão entregues os diplomas de Grandes Porta-Vozes do Paraná a 14 personalidades às quais o Instituto Ciência e Fé de Curitiba e a Editora Alma Mater “atribuem papel singular na vida paranaense, por suas contribuições em diversos campos de atividade”.

Parte da renda do lançamento e da vendas do livro, que serão feitas também antecipadamente, serão revertidas ao Instituto Ciência e Fé. No lançamento, o empresário Francisco Simeão, vai falar sobre tecnologias e empreendedorismo no Paraná.

Perfis

A edição do volume 12, a cargo de Jubal Dohms, terá os seguintes personagens: Guto Silva, chefe da Casa Civil; Ilana Lerner, diretora da Biblioteca Pública do Paraná; Julio Cezar Rodrigues, editor e fundador da revista Panorama do Turismo; Julio Militão, advogado criminalista; Leonardo Petrelli, presidente do Grupo RIC de Comunicação; Marden Machado, jornalista, autor de livros sobre cultura cinematográfica; Michel Micheleto (in memoriam) – foi diretor da Rádio Banda B; Newton Bonin, empresário; Newton Stadler de Souza, médico cardiologista; Rosana Andriguetto, desembargadora; Dino Almeida (homenageado, in memoriam); Adonai Arruda, empresário; e um especial institucional da Fundação Mudes.

Serão diplomados ”Grandes Porta-Vozes”: desembargador Xisto Pereira, ex-presidente do Tribunal de Justiça Hélio Rotenberg, engenheiro, presidente da Positivo Informática; Antonio Felipe Wouk, PhD em veterinária, educador; Antonio de Freitas, empresário, publicitário; Edmilson Fabbri, cirurgião geral e escritor; Eleidi Freire-Maia, doutora em genética, professora aposentada da UFPR, PhD; Flávio Arns, senador, educador, doutor em linguística; Francisco Zardo, advogado, mestre em direito; Hélio Puglielli, educador, jornalista, ex-diretor da UFPR; Jubal Dohms, tradutor, designer gráfico, editor de revistas e livros, professor de budismo; Lincoln Fedato, engenheiro civil, empresário, estudioso do kardecismo; Marcos Domakoski, engenheiro, ex-presidente da Associação Comercial do Paraná, presidente da Fundação Copel; Pedro de Paula Filho, empreendedor social, presidente da Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas da UFPR; Renato Adur, ex-deputado, empresário e Adonai Arruda, empresário.