Advogado Gilmar Cardoso animado com candidatura à Academia Paranaense de Letras

O advogado e poeta Gilmar Cardoso está animado com a repercussão positiva da sua candidatura para a Cadeira 3 da Academia Paranaense de Letras, declarada vaga com o falecimento do advogado e professor Dr. Renè Ariel Dotti. A eleição para a Cadeira n.º 3 deverá acontecer na reunião mensal prevista para esta quarta-feira, 13 de outubro.

De acordo com Gilmar, o retorno dos contatos que vêm sendo feito com alguns do atuais 37 membros integrantes do colegiado, estão sendo bastante receptivos. Inclusive, alguns que não tinham vínculo de relacionamento e amizade, demonstraram interesse em saber mais sobre o autor e sua obra, deixando-lhe esperançoso e otimista com o pleito.

No momento, são três as vagas disponíveis. Além da Cadeira n.º 3, que foi de René Dotti, estão vagas as cadeiras ocupadas ultimamente por Léo de Almeida Neves e Jeorling Cordeiro Clève.

Sobre a Academia Paranaense de Letras

Desde dezembro de 2019, a Academia tem sua sede no Belvedere da Praça João Cândido, no Setor Histórico da capital e é presidida pelo advogado, escritor e publicitário Ernani Buchmann.
Além de Gilmar Cardoso, que é membro do Centro de Letras do Paraná desde 1990 e fundador da Cadeira nº 1 da Academia Mourãoense de Letras, disputam a vaga Clémerson Merlin Clève, advogado, professor, autor de compêndios jurídicos e poeta e Saulo Adami, escritor e editor catarinense, radicado há dez anos no estado, membro do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná.

Gilmar Cardoso

Gilmar Cardoso frisa que é uma elevada honra estar ao lado de expoentes da literatura do Estado na busca pela cadeira que outrora abrigou o notável saber do mestre professor Dr. Renè Ariel Dotti. “Ele era um ourives da advocacia, obsessivo na condução da causa, na defesa ou na acusação, e dedicava-se ao processo como se fosse o único e o último”, como já disse o ex-presidente do IAB Técio Lins e Silva. Para Gilmar Cardoso, o falecimento do advogado e professor de Direito Penal, que também foi secretário de Cultura do Paraná, crítico de literatura e teatro, pode ser considerado o maior desfalque que a ciência do Direito e da Cultura sofreu no País, nos últimos tempos”, conclui.

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Deputados aprovam ampliação do acesso ao auxílio da Lei Aldir Blanc

A Assembleia Legislativa aprovou nesta segunda-feira, 16, em segundo turno, o projeto de lei que amplia a cobertura do auxílio de R$ 600 (por três parcelas), previsto na Lei Aldir Blanc, aos trabalhadores da cultura no Paraná. O deputado Michele Caputo (PSDB), um dos autores da proposta, afirma que a cadeia produtiva cultural no estado envolve mais de 400 mil pessoas. Conforme o Instituto Itaú Cultural, foram fechados 91 mil postos de trabalho da chamada economia criativa em 2020.

“Essa cadeia produtiva inclui desde o pipoqueiro, bilheteiro, motorista de aplicativo, segurança, limpeza, ao ator e diretor. Além disso, há muitos trabalhadores autônomos”, disse Michele Caputo. Segundo o deputado, os entraves junto ao governo estadual estão sendo superados para incluir novos CPFs, CNPJs, Meis e CNAEs para receber o auxílio. O projeto volta ao plenário para ser votado em terceira discussão e em redação final, e depois segue para sanção do governador Ratinho Junior.

Entre outros pontos, o projeto aprovado prevê que o apoio emergencial ao setor cultural deverá alcançar, o mais amplamente possível, trabalhadores da cultura e instituições artístico-culturais, sendo vedada, para o acesso aos recursos disponibilizados por aqueles editais, a exigência de qualquer certidão negativa de dívida com entes federativos.

Prorrogado – Atualmente, o auxílio é destinado a microempresas e microempreendedores individuais de 27 setores relacionados na Classificação Nacional de Atividades Econômicas. No entanto, algumas atividades do segmento ainda não estavam incluídas nesta classificação e agora, 16 novos CNAE’s serão adicionados.

O governo federal prorrogou a Lei Aldir Blanc até dezembro. Os recursos podem ser usados desde que programados até outubro. Caso não sejam programados, serão destinados para os fundos de cultura dos municípios. O dinheiro que não for utilizado deverá ser devolvido à União.

O Paraná recebeu R$ 71,9 milhões referentes ao primeiro lote dos previstos na lei e até o momento, segundo lideranças do movimento cultural, o Estado repassou 30% dos recursos em auxílios.

Aroldo Murá lança o 12º volume do Vozes do Paraná

O jornalista Aroldo Murá lança no dia 8 de novembro, em Curitiba, o 12º volume do livro Vozes do Paraná – Retrato de Paranaenses que traz o perfil de 12 personalidades nas áreas de gestão pública, comunicação, empresarial, advocacia, justiça e medicina. “O novo volume corresponde à edição de 2020, que deixamos de lançar ano passado em função da pandemia”, disse Murá.

Editado pelas editoras Bonijuris e Alma Mater, o lançamento do livro no Palácio Garibaldi e no mesmo dia serão entregues os diplomas de Grandes Porta-Vozes do Paraná a 14 personalidades às quais o Instituto Ciência e Fé de Curitiba e a Editora Alma Mater “atribuem papel singular na vida paranaense, por suas contribuições em diversos campos de atividade”.

Parte da renda do lançamento e da vendas do livro, que serão feitas também antecipadamente, serão revertidas ao Instituto Ciência e Fé. No lançamento, o empresário Francisco Simeão, vai falar sobre tecnologias e empreendedorismo no Paraná.

Perfis

A edição do volume 12, a cargo de Jubal Dohms, terá os seguintes personagens: Guto Silva, chefe da Casa Civil; Ilana Lerner, diretora da Biblioteca Pública do Paraná; Julio Cezar Rodrigues, editor e fundador da revista Panorama do Turismo; Julio Militão, advogado criminalista; Leonardo Petrelli, presidente do Grupo RIC de Comunicação; Marden Machado, jornalista, autor de livros sobre cultura cinematográfica; Michel Micheleto (in memoriam) – foi diretor da Rádio Banda B; Newton Bonin, empresário; Newton Stadler de Souza, médico cardiologista; Rosana Andriguetto, desembargadora; Dino Almeida (homenageado, in memoriam); Adonai Arruda, empresário; e um especial institucional da Fundação Mudes.

Serão diplomados ”Grandes Porta-Vozes”: desembargador Xisto Pereira, ex-presidente do Tribunal de Justiça Hélio Rotenberg, engenheiro, presidente da Positivo Informática; Antonio Felipe Wouk, PhD em veterinária, educador; Antonio de Freitas, empresário, publicitário; Edmilson Fabbri, cirurgião geral e escritor; Eleidi Freire-Maia, doutora em genética, professora aposentada da UFPR, PhD; Flávio Arns, senador, educador, doutor em linguística; Francisco Zardo, advogado, mestre em direito; Hélio Puglielli, educador, jornalista, ex-diretor da UFPR; Jubal Dohms, tradutor, designer gráfico, editor de revistas e livros, professor de budismo; Lincoln Fedato, engenheiro civil, empresário, estudioso do kardecismo; Marcos Domakoski, engenheiro, ex-presidente da Associação Comercial do Paraná, presidente da Fundação Copel; Pedro de Paula Filho, empreendedor social, presidente da Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas da UFPR; Renato Adur, ex-deputado, empresário e Adonai Arruda, empresário.