por 18:23 Cultura

Advogado Gilmar Cardoso animado com candidatura à Academia Paranaense de Letras

O advogado e poeta Gilmar Cardoso está animado com a repercussão positiva da sua candidatura para a Cadeira 3 da Academia Paranaense de Letras, declarada vaga com o falecimento do advogado e professor Dr. Renè Ariel Dotti. A eleição para a Cadeira n.º 3 deverá acontecer na reunião mensal prevista para esta quarta-feira, 13 de outubro.

De acordo com Gilmar, o retorno dos contatos que vêm sendo feito com alguns do atuais 37 membros integrantes do colegiado, estão sendo bastante receptivos. Inclusive, alguns que não tinham vínculo de relacionamento e amizade, demonstraram interesse em saber mais sobre o autor e sua obra, deixando-lhe esperançoso e otimista com o pleito.

No momento, são três as vagas disponíveis. Além da Cadeira n.º 3, que foi de René Dotti, estão vagas as cadeiras ocupadas ultimamente por Léo de Almeida Neves e Jeorling Cordeiro Clève.

Sobre a Academia Paranaense de Letras

Desde dezembro de 2019, a Academia tem sua sede no Belvedere da Praça João Cândido, no Setor Histórico da capital e é presidida pelo advogado, escritor e publicitário Ernani Buchmann.
Além de Gilmar Cardoso, que é membro do Centro de Letras do Paraná desde 1990 e fundador da Cadeira nº 1 da Academia Mourãoense de Letras, disputam a vaga Clémerson Merlin Clève, advogado, professor, autor de compêndios jurídicos e poeta e Saulo Adami, escritor e editor catarinense, radicado há dez anos no estado, membro do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná.

Gilmar Cardoso

Gilmar Cardoso frisa que é uma elevada honra estar ao lado de expoentes da literatura do Estado na busca pela cadeira que outrora abrigou o notável saber do mestre professor Dr. Renè Ariel Dotti. “Ele era um ourives da advocacia, obsessivo na condução da causa, na defesa ou na acusação, e dedicava-se ao processo como se fosse o único e o último”, como já disse o ex-presidente do IAB Técio Lins e Silva. Para Gilmar Cardoso, o falecimento do advogado e professor de Direito Penal, que também foi secretário de Cultura do Paraná, crítico de literatura e teatro, pode ser considerado o maior desfalque que a ciência do Direito e da Cultura sofreu no País, nos últimos tempos”, conclui.

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