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Jornalista é levado por partidos de esquerda para atacar adversários no Congresso

MarcoAurelio

Marco Aurélio Flores Carone é uma figura conhecida no submundo da política mineira. Filho de um ex-Prefeito de Belo Horizonte, Carone, que tem ainda a mãe, o tio e um irmão como ex-políticos, teve de contentar-se com o papel de pistoleiro da reputação alheia. Nesta lamentável carreira, ganhou notoriedade nas Gerais com um jornaleco intitulado Novo Tempo, onde a pretexto de fazer uso da “liberdade de expressão”, praticava a calúnia e a difamação diariamente contra políticos. Tanto fez que Carone conseguiu acabar na cadeia. As informações são do Sul Connection. As informações são do blog Sul Conneticon.

Em Novembro do ano passado, Carone foi levado por parlamentares de esquerda até uma Comissão do Congresso que debatia a questão do nióbio. O depoimento passou em brancas nuvens, provavelmente por seu conteúdo altamente delirante. Segundo o criminoso já condenado em dois processos, a família Neves vive do tráfico de nióbio, dentre outras acusações que só podem ser fruto de uma mente altamente perturbada. Só o fato de uma figura como esta ser levada pela esquerda para o Congresso mostra o nível de indigência que eles chegaram. O vídeo do patético depoimento circula regularmente na esgotosfera petista.

As acusações contra Carone são múltiplas. Formação de quadrilha, falsificação e uso de documentos públicos e particulares, fraude processual, dentre outros. Na véspera de ser preso e com 11 testemunhas arroladas contra si, o auto-intitulado “jornalista” partiu para uma ação desesperada, atacando 10 das testemunhas em seu jornaleco, que já não circulava mais no impresso, tendo apenas um site, acusando-as de práticas criminosas variadas. Nada mais esquerdista do que o clássico “acuse-os do que é, xingue-os do que você faz”.

Quando foi preso, Carone teve seus movimentos criminosos ligados diretamente à Nilton Monteiro, lobista responsável pela invenção da famigerada “Lista de Furnas”, que buscava envolver políticos em propinas na estatal federal. Os movimentos da quadrilha eram comandados por Monteiro, em um jogo combinado com Carone. Ele vazava os supostos “furos” contra os inimigos que visava para o jornaleco do comparsa e em seguida disseminava seus falsos dossiês. Monteiro, a propósito, também foi preso.

Estas práticas tendem a se multiplicar daqui pra frente. É notório que a esquerda encontra-se em seu pior momento na história do Brasil. Seu candidato mais viável, Lula, luta para estar solto em 2018, ano da eleição presidencial. Candidatos a ocupar o posto, como Ciro Gomes, tem se mostrado dispostos a irem ainda mais longe do que as abomináveis práticas petistas de assassinato de reputação para tentarem se viabilizar.

O jogo promete ser bruto até que um novo Presidente seja finalmente eleito daqui pouco mais de um ano e meio.

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