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União da Vitória anuncia a reposição salarial dos servidores efetivos da administração direta

 

A administração municipal de União da Vitória anunciou nesta sexta-feira (24), por meio da Lei 17/2019, o reajuste salarial dos servidores efetivos da administração direta.

De acordo com o ato do executivo, que inclui os proventos dos inativos e pensionistas, será concedida reposição inflacionária (3,75%) já a partir deste mês de maio de 2019.

Este reajuste implicará apenas para o quadro de efetivos num impacto anual de R$ 2.245.364,16. Somado à reposição dos pensionistas, o município receberá o impacto total de R$ RS 3.323.714,52.

“Fizemos muitas análises, muitos esforços – e eu diria até sacrifícios – dentro da administração pública municipal para conseguir chegar a esta reposição da inflação. Isso num momento em que o Brasil como um todo, seus municípios e empresas, passam por muitas dificuldades econômicas. Aliás, ressalto que há muito tempo os governos federal e estadual não fazem sequer esse reajuste e não conseguirão neste ano novamente. Eu quero ainda destacar que este esforço que nossa administração faz nesse momento se dá porque estamos falando de pessoas [os colaboradores] que se esforça no dia-a-dia para dar o seu melhor pelo nosso município e são plenamente merecedoras” disse o prefeito Santin.

Apenas a título exemplificativo, em 2017 a arrecadação em comparação ao ano de 2016 teve um incremento de 1,32%. E no ano 2018, a arrecadação em comparação ao ano de 2017, teve um incremento de 2.03% da receita corrente líquida. É preciso destacar que os aumentos inflacionários concedidos sempre foram consideravelmente superiores, sendo 6.28% e 2,36%. 2017 e 2018 respectivamente. Ainda, que em 2015 o incremento foi de 10,52% e no ano de 2016 o incremento foi de 10,25% da receita corrente líquida.

Portanto, fica fácil verificar que nos últimos dois, anos (2017 e 20181) o aumento da arrecadação da receita corrente liquida foi literalmente pífio (média de 1,5%, aproximadamente) se comparados aos 10% dos anos anteriores.

Ou seja: nos últimos dois anos o incremento da receita corrente liquida foi inferior até mesmo à inflação dos respectivos períodos, dados estes que muito explicam a dificuldade e o esforço para, hoje, o município conceder a reposição inflação.