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DECISÃO DA SEGUNDONA NO TAPETÃO É ADIADA

Do site www.jornaldoestado.com.br

Um dos processos do caso Foz x Operário, que seria julgado ontem à noite, no Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR), foi adiado. O clube de Ponta Grossa entrou com um pedido de impugnação da partida entre as duas equipes, em 29 de junho, em Foz do Iguaçu (foto acima). Pela legislação, o processo de impugnação deve ser julgado pelo pleno (instância máxima do tribunal).

Ontem, o julgamento seria em uma das comissões disciplinares (primeira instância do TJD) e trataria de outras questões relativas ao jogo. Agora, o processo de impugnação será julgado, nesta quinta-feira, a partir das 19 horas. Só após essa decisão, o TJD analisará o processo disciplinar. Confira os detalhes da ação clicando em

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DECISÃO DA SEGUNDONA NO TAPETÃO É ADIADA

Foz x Operário
Decisão da segundona no tapetão é adiada

O clube de Ponta Grossa entrou com um pedido de impugnação da partida entre as duas equipes, em 29 de junho, em Foz do Iguaçu
 
Um dos processos do caso Foz x Operário, que seria julgado ontem à noite, no Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR), foi adiado. O clube de Ponta Grossa entrou com um pedido de impugnação da partida entre as duas equipes, em 29 de junho, em Foz do Iguaçu. Pela legislação, o processo de impugnação deve ser julgado pelo pleno (instância máxima do tribunal). Ontem, o julgamento seria em uma das comissões disciplinares (primeira instância do TJD) e trataria de outras questões relativas ao jogo.

Agora, o processo de impugnação será julgado, nesta quinta-feira, a partir das 19 horas. Só após essa decisão, o TJD analisará o processo disciplinar.

A confusão ocorreu na última rodada do quadrangular final da Divisão de Acesso do Campeonato Paranaense. No jogo entre as duas equipes, aos 42 minutos do 2º tempo, quando o jogo estava 1 a 1, o árbitro Edivaldo Elias da Silva marcou pênalti para o Foz. Os jogadores do Operário reclamaram de uma falta no goleiro e o tumulto começou. Torcedores atiraram objetos no gramado e o time de Ponta Grossa abandonou a partida.

No processo disciplinar, o Operário foi denunciado no artigo 205 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que prevê multa de R$ 10 mil a R$ 200 mil, perda dos pontos da partida e suspensão da próxima competição. Se for condenado, o clube não poderá disputar a Divisão de Acesso em 2009. Além disso, a vaga na primeira divisão estadual ficará com o Foz.

O Foz foi denunciado no artigo 213, por deixar de tomar medidas necessárias para reprimir desordem no estádio. Com isso, pode perder de um a dez mandos de campo e pagar multa de R$ 10 mil a R$ 200 mil.

A Divisão de Acesso dá duas vagas na primeira divisão. Uma delas ficou com o Nacional, de Rolândia, que venceu o quadrangular final.

No processo de impugnação, o Operário reclama que o estádio não oferecia condições de segurança e que o árbitro não respeitou o prazo de 30 minutos para reiniciar o jogo, após a confusão no gramado. “Na súmula, ele disse que esperou 10 minutos e para a imprensa, afirmou que aguardou cinco minutos”, disse o advogado Cunico Bach, que defende o Operário. O advogado do Foz, Luiz Antonio Teixeira, garantiu que havia segurança no estádio e que toda confusão foi provocada pelo Operário.(SRF)