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Senadores ausentes

A colunista Ruth Bolognese (Folha de Londrina), em sua coluna desta quinta-feira (12), escancarou um tema que todo mundo sabe, mas ninguém ousava comentar: a ausência dos senadores paranaenses para resolver os problemas do Paraná.

"O silêncio dos ausentes – A Vó Maria diz que não se deve mexer com quem está quieto. Só que, no caso de políticos, o contrário é que vale. Vejam o caso dos nossos três senadores em Brasília, o Urtigão, o irmão dele, considerado o senador mais lindo do Brasil e aquele outro, que parece primo de padre.

Sem ação – Há meses que os três senadores estão num silêncio obsequioso diante dos pequenos e grandes problemas que atingem o Estado para o qual foram eleitos.

Chá de sumiço – Depois que perdeu a eleição para o governo, o senador Osmar Dias não abriu mais a boca. Nem para o bem nem para o mal. Sumiu daqui. Na agenda do mês, apenas uma visita à Londrina, na sexta-feira, onde dará entrevista para o Canal do Boi.

No gancho – O senador Álvaro Dias tirou licença de 3 meses para cuidar do joelhinho e o suplente, Wilson Matos, assumiu a vaga calado e calado continua. Alguém há de perguntar: mas 3 meses pra cuidar de um joelho? Ora, Wilson Matos é reitor do Centro Universitário de Maringá e maior doador individual da última campanha do Senador.

À espera do Papa – E o senador Flávio Arns, pelo jeito, está esperando a visita do Papa Bento XVI ao Brasil com a mesma expectativa da Globo: só pensa naquilo.

Ao léu – Enquanto isso, a dengue avança no Paraná como praga de gafanhoto, a violência passa pelo portão das escolas públicas, as denúncias de corrupção brotam todo dia e o governo de Esquerda que ocupa o Palácio Iguaçu completou 100 dias sem dizer a que veio.

Romantismo – Está na hora de lembrar aos senadores paranaenses, de forma bem romântica, a máxima de Exupéry: ‘‘Tu te tornas eternamente responsável por tudo aquilo que cativas.’’ Ou pelo que és votado."

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