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SAÚDE VIRA CASO DE POLÍCIA

A candidata à Prefeitura de Curitiba Glesi Hoffmann, da Coligação Curitiba Para Todos (PT – PSC – PRB – PHS – PMN – PTC), garantiu que irá acabar com as filas nos postos de saúde através de um novo sistema de gestão. A proposta foi reafirmada pela candidata depois de ouvir a repercussão do caso da professora Seli Ribeiro Manoel, que foi parar em uma delegacia por reclamar da demora do atendimento em uma unidade de saúde de Curitiba. A história foi levada ao ar pela Rádio Clube AM na manhã desta segunda-feira (28).

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SAÚDE VIRA CASO DE POLÍCIA

SAÚDE VIRA CASO DE POLÍCIA

A candidata à Prefeitura de Curitiba Glesi Hoffmann, da Coligação Curitiba Para Todos (PT – PSC – PRB – PHS – PMN – PTC), garantiu que irá acabar com as filas nos postos de saúde através de um novo sistema de gestão. A proposta foi reafirmada pela candidata depois de ouvir a repercussão do caso da professora Seli Ribeiro Manoel, que foi parar em uma delegacia por reclamar da demora do atendimento em uma unidade de saúde de Curitiba. A história foi levada ao ar pela Rádio Clube AM na manhã desta segunda-feira (28).

“Nós temos que mudar o sistema de contratação desses serviços. Hoje, por exemplo, a prefeitura contrata 30 exames de uma determinada especialidade no mês. Isso não atende a população e o que é pior: as pessoas não são examinadas, continuam com enfermidade, voltam para a unidade de saúde aumentando a fila. Muitas vezes, o paciente acaba tendo que ir para um internamento hospitalar ou então, em casos trágicos, como já sabemos, pacientes acabam morrendo por falta de diagnóstico. Hoje existe um ciclo vicioso, nós temos que cortar e fazer um ciclo virtuoso”, disse Gleisi.

Gleisi também lembrou o o caso da menina Mariane Rodrigues dos Santos, que ficou cinco anos na fila para uma consulta pneumológica infantil em Curitiba. Segundo a mãe de Mariane, a criança entrou na fila em 2004 devido a um problema de asma e conseguiu a liberação da consulta em 2008. Mesmo assim não pôde ser atendida porque não era mais criança e sim uma adolescente. Ela está na fila novamente. “Esta é a prova de que as construções têm mais valor do que as pessoas. Isso é inadmissível. Vamos investir na capacitação, na contratação e na formação de nossos profissionais da saúde, melhorar o sistema de gestão e assim melhorar a qualidade de atendimento para nossa população”, disse. O caso também de Mariane também ganhou repercussão na semana passada em um debate sobre saúde realizado pela rádio Band News de Curitiba.

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