0 Shares 412 Views

Força-tarefa apreende R$ 630 mil em cobertura de luxo de hacker em Curitiba

13 de setembro de 2019
412 Views

 

Uma operação conjunta entre os ministérios públicos do Rio e do Paraná, com apoio da Policia Civil,  prendeu nesta quinta-feira um homem identificado como Lucas Iagla Turqueto, conhecido como Bart , apontado como chefe de uma quadrilha de hackers responsáveis pelos crimes de lavagem de dinheiro, furto qualificado e organização criminosa que atuava em todo o país. Ele foi preso em uma cobertura de luxo de Curitiba, onde os agentes encontraram R$ 630 mil em espécie. Esta foi a 5ª fase da “Open Doors” , que cumpriu mandados no Paraná, Rio, Goiás e Minas Gerais. As informações são d’O Globo.

Os mandados de prisão e busca e apreensão foram expedidos pela Justiça de Barra Mansa, no Rio. Segundo a Polícia Civil fluminense, a residência era considerada o quartel-general do crimes cometidos por hackers. Foram apreendidos ainda computadores utilizados nas fraudes bancárias em sites falsos.

Resultado de imagem para Força-tarefa apreende R$ 630 mil em cobertura de luxo de hacker em Curitiba

Além do hacker Bart (apelido em alusão ao personagem do seriado Os Simpsons), outras 15 pessoas foram presas: 12 no estado do Rio, duas em Minas Gerais e uma em Goiás. Em Campo Mourão (PR) foram apreendidos três veículos e cerca de R$ 38 mil, além de cartões bancários e equipamentos.

Não foram divulgadas mais informações sobre os suspeitos, pois as investigações correm em segredo de Justiça.

Outras ações contra a lavagem de dinheiro  ocorreram nesta quinta-feira nos estados do Amazonas, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe e foram articuladas pelo Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC) , com participação da Polícia Civil e do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de outros estados.

Desvios de R$ 150 milhões

Na 5ª fase da “Open Doors” foram apreendidos cerca de R$ 650 mil em dinheiro, 11 mil litros de combustíveis de origem clandestina, provas de natureza documental, equipamentos eletrônicos e armas de fogo.

A operação “Open Doors” começou em 2017 com o objetivo de combater uma quadrilha de criminosos que fraudavam operações bancárias por meio de sites falsos. Entre 2016 e 2018, estima-se que foram desviados mais de R$ 150 milhões de vítimas em pelo menos setes estados.

O dinheiro era depositado em contas de laranjas ou usado para adquirir patrimônios, como casas e carros de luxo. A quadrilha está sendo denunciada em quatro tipos de crime: furto qualificado, lavagem de dinheiro, organização criminosa e ocultação de patrimônio.

A operação também teve desdobramentos em São Paulo. Equipes da 89ª DP (Resende) também participaram.

Mais notícias para você:



Deixe um comentário

Your email address will not be published.