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Famílias terão 2.880 vagas para qualificação profissional

Famílias terão 2.880 vagas para qualificação profissional
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Famílias em vulnerabilidade social de 40 cidades terão a oportunidade de se capacitar para melhorar a renda e a qualidade de vida. A secretária Fernanda Richa (Família e Desenvolvimento Social) e os prefeitos assinaram nesta terça-feira (27) termo de compromisso para garantir a oferta de 2.880 vagas.

As 40 cidades são prioritárias do programa Família Paranaense por apresentarem menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e foram selecionados por necessitarem qualificação profissional. “Temos que capacitar a população que mais precisa de nosso apoio. Elencamos municípios em que havia desenvolvimento, mas faltava mão de obra qualificada”, disse Fernanda Richa.

A iniciativa faz parte do eixo trabalho do programa, que prevê a oferta de cursos de capacitação e profissionalizantes como estratégia para tirar famílias da situação de risco e vulnerabilidade. Essa atividade é feita em parceria com a Secretaria de Justiça e Trabalho que mantém 19 escritórios regionais e 216 agências do trabalhador.

Família Paranaense – O investimento para levar a oportunidade de aumento de renda às famílias será de R$ 2,38 milhões. A ação envolve o trabalho direto dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), responsável pela seleção dos participantes. “A área do trabalho é a principal porta de saída da vulnerabilidade. A partir dos cursos as famílias devem estabelecer uma nova relação com o trabalho e ampliar a renda”, disse Fernanda Richa.

O Família Paranaense, lançado em 2012, é a principal estratégia do Governo do Paraná para erradicação da pobreza. O programa está presente nos 399 municípios do Estado e já atendeu 331 mil famílias com ações de acompanhamento familiar e transferência de renda. O investimento nas ações do programa chega a R$ 229,1 milhões.

“Foi através da parceria com os municípios que conseguimos fazer a diminuição da pobreza e da miséria no Estado. Assim, conseguimos ser exemplo para o Brasil e, segundo o BID, para países do Caribe e da América Latina”, afirmou Fernanda Richa.

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