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BRASIL NÃO PODE CONTINUAR REFÉM DE QUEM MAIS ERROU: O BANCO CENTRAL, DIZ REQUIÃO

“O Brasil não pode continuar refém de quem mais errou: o Banco Central”, disse nesta quarta-feira (30) o governador do Paraná, Roberto Requião, sobre a condução da política econômica brasileira marcada pelos juros altos, os maiores do mundo, e a preferência pelo rentismo frente à produção. Mesmo em tempos de crise, o Banco Central manteve a Taxa Selic nos 8,75% ao ano, cortou o crédito aos pequenos e à produção, e agora incentiva a entrada de capitais especulativos na intenção de flexibilizar o câmbio e manter o consumo em alta.

“Atualmente, temos no Banco Central gente competente para cuidar da moeda, mas sem nenhuma sensibilidade social, sem capacidade de montar um plano agrícola, um plano viário, uma política de desenvolvimento ou uma política econômica para o Brasil”, disse Requião, pré-candidato do PMDB á Presidência da República.

Precarização – “O Banco Central quer que nos tornemos uma China, com menos habitantes, para vender ao mundo a precariedade do trabalho, o salário baixo, a exportação de commodities. Hoje, a venda de minérios e grãos para a China é o que sustenta nossa economia”, completou Requião. Para Requião, termos como Taxa Selic, Copom e spread já fazem parte do cotidiano brasileiro embora poucos ainda atentem o quão nefasto é à produção nacional e aos trabalhadores ficar refém das pragas econômicas criadas pelo neoliberalismo e que ainda se perduram.

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