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Braga Côrtes, Galindo e a verdade absoluta

10 de novembro de 2017
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As notícias publicadas pelo jornalista Rogério Galindo, da Gazeta do Povo, viraram a única fonte de informações e de inspiração do vereador Felipe Braga Côrtes (PSD). Para Braga Côrtes, as verdades de Galindo são absolutas, intransferíveis e incontentáveis.

Nesta semana, ao ler mais uma nota de Galindo, Braga Côrtes encheu o diafragma de ar, levantou o tom da voz e lançou várias críticas ao prefeito Rafael Greca sobre o ensino integral em Curitiba. Acontece que as acusações deferidas não condizem com a realidade dos fatos e os números comprovados pelo município.

Hoje, mais de 52 mil crianças e adolescentes frequentam a educação em tempo integral em Curitiba. Os dados representam cerca de 40% de todos os estudantes matriculados na rede pública de ensino na capital. Na educação infantil, por exemplo, 205 dos 206 centros municipais já oferecem o ensino integral para 30.700 crianças.

E ainda, de acordo com Greca, no ensino fundamental, 89 das 185 escolas têm ensino em tempo integral e beneficiam aproximadamente 22 mil das 101 mil crianças matriculadas.

“Vamos manter o atendimento em tempo integral para as crianças que já frequentam as escolas e CMEIs. No caso das escolas, logo vamos cumprir a meta do Plano Nacional de Educação (PNE), previsto para o ano de 2020”, salientou ainda o prefeito Rafael Greca.

Até 2020, conforme Greca, a oferta da educação em tempo integral deve ser de, no mínimo, 50% das escolas públicas e atender, pelo menos, 25% dos estudantes da educação básica.

Os números, diferentes da crítica vazia de Galindo e da repercussão inconsistente de Felipe Braga Côrtes, na tribuna da Câmara de Vereadores, mostram uma versão avessa e consistente sobre o ensino integral em Curitiba.

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